Mensagens

É o chamado dois em um!

Imagem
Instagram. É a rede social que agora mais espreito.  Passei por uma postagem da Pipoca onde na mesma publicação tinha uma foto da Yes Diet, que ela tem divulgado constantemente e (supostamente) está a fazer o programa, e duas fotos da Padaria Portuguesa, indicando que nos dias em que não há tempo para fazer jantar, o take away da Padaria Portuguesa é a salvação. Isto é publicidade pura e dura. Qualquer pessoa entende e vê isso.  A questão é que houve alguém que comentou, e sem qualquer tipo de falta de respeito, o seguinte: Ora bem, eu faço esta leitura: a seguidora da Pipoca comenta sobre a  incongruência  de numa mesma publicação haver referência a dois produtos alimentares opostos - um de dieta, que segundo consta é um programa completo de refeições a seguir, e outro sobre um take away com comida "normal" (não que seja necessariamente não saudável).  A Pipoca, ainda que eu entenda que também esteja farta de ser atacada por ter cão e por não ter, olha, faz parte da profissã...

Levaram Annie Thorne: leitura da primeira quinzena de maio

Imagem
Já li este livro há umas duas semanas. Ainda não consegui falar dele. Primeiro, vou dar um desconto por ter devorado dois volumes da saga Sebastian Bergman, pela qual estou totalmente viciada e apaixonada, portanto, qualquer livro que lesse depois dessa leitura compulsiva era um ato inglório. Segundo, li O Homem de Giz, opinião aqui ,  e gostei, portanto não hesitei em partir para o segundo livro da autora.  Tem inúmeras semelhanças com o seu antecessor: a trama é-nos contada por uma personagem, que como narrador é altamente subjetivo e falível. Os factos narrados são os que ele conhece, ou presume conhecer, as verdades que sabe, ou presume saber. E é nesta visão altamente subjetiva e parcial de factos e de verdades que vamos sendo guiados pela sua voz, uma personagem que nos dias de hoje é um adulto pouco recomendável moralmente, professor de inglês, viciado em jogo, com problemas de dívidas e envolvido com pessoas que ninguém deseja ter como inimigos. No passado revê-se como um adole...

Pandora dixit

No supermercado, naquele que começa em L e termina em idl, andava eu  a secção de produtos de beleza e higiene.  Na lista de compras tinha gel de banho e gel de higine íntima (o da Cien é fantástico). Gel de banho check. O outro não estava a vê-lo.  Gandhe: que procuras? Pandora: Gel de higiene íntima.  Gandhe: Qué isso? Pandora: Gel para lavar o pipi. Deixo à vossa imaginação a expressão de uma senhora que estava perto e ouviu a conversa. 

Como fazer uma partidinha ao óme?!

Imagem
Deixei o meu cartão refeição com o Gandhe para ele passar no talho. Ora, já não é a primeira vez que acontece, portanto pensei que ainda se lembrasse do pin. Recebo uma mensagem dele: qual é o pin? Respondo eu: a data do NOSSO aniversário.  

Faz de conta que sou féxion (pelintra star)

Imagem
Há dias A blogger de maior influência nacional escreveu sobre o amarelo ser a cor da moda. Ora, aqui está Pandora na moda. Pena que me esteja a passar ao lado uma carreira de influencer e lança tendências, porque aquele top (Stradivarius) já tem (pelo menos, do que me lembro) três anos. Sem falar de um casaco de inverno amarelo mostarda (Stradivarius again) que comprei no outono/inverno de 2012/2013. Pronto, a sandaloca é que é nova, e indecisa entre um rosinha nude e um amarelo mostarda, optei claramente pelas amarelas, até porque nos últimos três anos tenho comprado alguns tops e blusas amarelos. Ah e também tenho umas calças do ano passado.  Ah e tal o amarelo está na moda... pfffff. E ando eu a usar amarelo há anos.    

Pensamento do dia

Imagem
Soubessem o que têm sido as minhas últimas semanas, e perceberiam como esta citação assenta que nem uma luva ao meu estado de espírito. Anda por aqui uma onda de revolta embrulhada em frustração. Mas sou uma teimosa do caralho, e o que não me mata, torna-me mais persistente e aguerrida. Foi assim que fui forjada: a ter que contar comigo e só comigo para sobreviver num mundo de egoístas, a ter de provar constantemente a quem só me punha para baixo, me empurrava e enterrava na lama, de que sou capaz, de que tenho o meu valor, de que também mereço respeito e amor. Nestes dias sinto-me a ficar mais crua, mais fria. Talvez mais egoísta. Ou simplesmente a pôr-me a mim em primeiro lugar, porque mais ninguém o faz. A segurar o meu mundo, em vez de suportar o dos outros e deixar o meu cair. A dar-me importância e valor, porque não posso nem devo esperar que esse reconhecimento venha dos outros. Não vem. Vem de mim. Tem de vir de mim, de dentro de mim. Se isto é ser egoísta, pois que assim seja!...

Será que pode ser invocada como doença profissional?

Estava a trocar impressões com um colega sobre o ( péssimo ) trabalho de alguns colaboradores da empresa, quando decido simular que estou a bater com a cabeça na parede. Só que da simulação, passou à realidade e mandei mesmo com a testa na parede. Insanidade mental é doença profissional?!