Mensagens

Pensamento do dia

Imagem
 

Pandora em busca do minimalismo

Imagem
Não é de agora que tenho alguma curiosidade pelo minimalismo, mas recentemente comecei a levar um pouco mais a sério e a ler sobre o assunto. Depressa percebi que o minimalismo parece estar na moda. E lá vou eu entrar em modas, sem querer, mas a precisar. Começar a gerir melhor o roupeiro e as compras em roupa, calçado e acessórios já começou há bastante tempo. Recentemente fiz uma limpeza ao roupeiro, e o curioso é que já separei mais umas coisas para doar. Comprar novo, foi só e apenas o que precisava e efetivamente estou a usar: umas botas de cano alto em pele, um vestido, uma camisola de malha e umas calças de pijama. Tudo em saldos. Com a perspetiva de comprar uma casa maior, veio a certeza que mesmo que esse projeto ganhe forma e se concretize nos próximos dois anos, nada tenho a perder em dar uma boa limpeza nas tralhas acumuladas. Libertar espaço, para uma melhor e maior organização.  O que me agrada no conceito do minimalismo é que é flexível, ajustável às necessidades e inter...

E ainda não mudei oficialmente de funções

E já estou sem horário de saída, que é como quem diz, ando a sair tarde, fora de horas, a faltar a compromissos e a deixar assuntos por resolver.  A pilha de papelada para estudar cresce a olhos vistos, e estou em estado de quase pânico.  A bem dizer, esta é a fase em que me sinto assustada, insegura, com um terrível medo de falhar todas as expetativas depositadas em mim. Esta é a fase em que preciso ser uma esponja com capacidade de ultra absorção, e ainda mal começou e já me sinto encharcada até à medula. O meu quase ex chefe tem um discurso muito promissor, crente que vou superar expetativas, que vou apresentar resultados positivos e que isso será reconhecido e valorizado. Diz que é um dos motivos pelos quais me cedeu: saber que para onde vou tenho mais perspetivas de progressão de carreira. E eu... pareço um ratinho à procura de um buraco para se enfiar e esconder.  Vou ali ler o projeto de regulamento da entidade reguladora. 109 páginas de puro deleite (not really).    

So sweet!

Imagem
Amostra de domingo(s): misturar sofá, manta de pelo e gatos. Temperar com uma série ou um filme. Deixar repousar para uma sesta.  Interromper para lanche. Retomar a programação anterior.  

Domingando

Um rodízio à brasileira sexta à noite com amigos. Bebi duas caipirinhas. Souberam-me pela vida. Novo livro escolhido. Depois de Zafón, mais vale fazer uma escolha acertada, e O Livro dos Baltimore  parece-me a escolha perfeita. Pedi-o emprestado a uma amiga, e já o tenho comigo, para me fazer companhia neste domingo de chuva. Cabeleireira depois de almoço no sábado. Cor e corte. O corte deixei à vontade dela. Refez-me o bob assimétrico que tenho usado e que, verdade seja dita, me fica bem. Lanche no sábado à tarde com amigos. Conversa em dia. Jantarinho bom em casa, com uns cogumelos salteados com natas para acompanhar bifes de frango grelhados.  Já comecei o longo processo de destralhar que tenho pela frente. Um saco de material escolar para dar, um saco de papel para a reciclagem. Aos poucos eu chego ao meu objetivo. Work in progress! Assado de domingo no forno, a espalhar um cheirinho bom pela cozinha, gatos na ronha, homem no supermercado, e eu aproveito um pouco de sossego para vi...

Ah e tal, coiso, não sei o que ler a seguir a Zafón!

Imagem
Então toma lá toneladas de legislação e guias técnicos da entidade reguladora, para ler e esmiuçar, sem falar na quantidade de minutas que tens de conhecer para fazer as devidas atualizações/alterações, pois precisas disso para as novas funções, que começam oficialmente a 1 de fevereiro, mas já tens trabalho para apresentar na próxima segunda, dia, hum... 30.   Karma is a bitch, Pandora!  

Saga Cemitério dos Livros Esquecidos

Imagem
Terminei ontem à noite O Labirinto dos Espíritos , o livro que fecha a saga Cemitério dos Livros Esquecidos, iniciada com A Sombra do Vento . Não será novidade o quão rendida fiquei à escrita de Zafón, ou como esta saga me cativou desde a primeira palavra. Rejubilei quando vi que havia novo livro, embora houvesse um certo sabor a fel por saber que era o último. Fui lendo, conforme o tempo, mas confesso que houve noites que evitei pegar-lhe porque sabia que não o largaria nas horas seguintes, e se por um lado há a ditadura do despertador que toca cedo, por outro havia a vontade de prolongar a leitura, tanto quanto possível. Este sábado estava na página 500 e peguei no livro. De um fôlego só parei quase 300 páginas depois, porque a própria narrativa ganhou um ritmo alucinante, a trama desenrolava-se freneticamente diante dos meus olhos e as páginas iam virando ao sabor dos acontecimentos, das revelações, do desfecho de uma série de pontas soltas, tudo a ser encaixado com uma mestria que ...