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A mostrar mensagens de janeiro, 2016

Ainda falta muito para o fim de semana?

Estou quase a escorrer baba pelo teclado, tal é o tédio que se instalou na pele hoje. Ajuda o chefe hoje não estar. Ficamos todos com este ar de pouco apetite para a labuta com afinco. Vai-se pondo os olhos no relógio e o sacana do tempo arrasta-se, parece que vai de muletas.  Vou fazendo os meus planos para o fim de semana. Como dona de casa zelosa, já consultei o site da meterologia. Posso lavar a roupa que vem sol. Aproveito e lavo o terraço, que a chuva deixa-mo em estado de sítio. Quero arejar a bolha, aproveitar o sol, enquanto a roupa seca, para ir a uma esplanada trabalhar para a fotossíntese, enquanto aqueço as mãos e a alma com uma chávena de chocolate quente.  Para domingo quero sofá, manta, gatos, livro e séries. Quero fazer scones para o lanche. Dormir uma sesta.  Em compensação hoje vou para um aniversário com muita dança pela noite dentro.  E aqui estou, a suspirar pelo fim de semana.   

Pensamento do dia

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Pandora e o dia dos namorados

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Eu sei, venho aqui dizer que não ligo patavina ao dia e cai-me tudo em cima. Mas Pandora explica. Na adolescência, quando comecei a ter noção disto do dia dos namorados, ou coincidiu ser a altura em que o fenómeno se começou a espalhar por cá, eu era uma adolescente solteirona. Portanto, no alto da minha solteirice, olhava de lado o histerismo criado à volta do dia, vomitava numa dor de cotovelo mal disfarçada de azia, no alto da minha arrogante solidão de solteira, o desprezo pelos ursinhos remelosos com o coração "I   U", a rosinha vermelha e os postais com as promessas de amor eterno. Depois veio a moda das alianças. Dia dos namorados era dia para trocarem alianças. Podiam até namorar há duas semanas, mas trocavam alianças, num compromisso de amor eterno. E se já desprezava os ursinhos, então as alianças eu atirava para o plano do absurdo. Houve um ano, no meu 12º, que estive a aturar o dia todo uma amiga que queria porque queria um urso gigante que tinha visto na montra d...

Está para chegar

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Finalmente houve feedback . Chega na próxima semana. Mesmo a tempo das comemorações do dia dos namorados. Ufa, não preciso esperar pelos meus anos.  

200 + 200 = 600

Na semana passada, aos primeiros sinais, muito evidentes, de dores de garganta e ouvidos, comecei logo com o Brufen para não deixar avançar para otites e laringites, tão minhas conhecidas.  Ora, como este inverno está rico de episódios destes, o stock de Brufen em casa estava quase a zero.  Fui à farmácia para comprar o Brufen 600, esgotado. Algum genérico equivalente? Esgotado. Chiça. E agora? A farmacêutica deu-me o Brufen 200.  - Então mas isto não me vai fazer nada. - Tome dois juntos. - Dois Brufen 200 equivalem a um de 600? (eu a fazer contas mentalmente) - Sim, sim, tome dois comprimidos juntos. A farmacêutica é ela, portanto 200 + 200 = 600. E eu assim fiz, não fosse, no meu rudimentar conhecimento, tomar 3 Brufen 200 e dar-me uma coisinha má. Na lápide estaria a inscrição: era boa pessoa, mas abusou no Brufen 200.    

Dava jeito

Ter assim uma ligação direta, ou um tipo de escrita inteligente que ligasse direto ao cérebro, via wi-fi, e registasse em tempo real os nossos pensamentos ou ideias. É que às vezes tenho ideias para escrever umas coisas que até penso serem giras e tal. Mas depois, quando finalmente chego ao monitor e ponho os dedos no teclado, dá-se-me uma branca. Puf. Foram-se as ideias. Ora bolas!  

Qual é a explicação?!

Hoje tenho consulta na nutricionista. E para jantar só penso em junk food.  

Pensamento do dia

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A cura do sono

Há vários dias, ou noites, que não dormia bem. No fim de semana não houve tempo para descansos. As emoções têm andado ao rubro e os nervos à flor da pele.  Com tanta tensão e falta de descanso, acabei por me ir abaixo ontem. Dores de cabeça, corpo dormente, níveis de cansaço no limite da capacidade.  Ontem cheguei a casa, preparei uns legumes para cozer e fazer uma salada de atum, fui tomar banho, jantei e aterrei. Dormi horas de sono profundo. Precisava mesmo apagar, desligar totalmente.  Hoje acordei como nova. Com outra energia. Com outra vontade. Com outra leveza para encarar os problemas. Abençoado sono! 

Pensamento do dia

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Se ele consegue...

  Preciso desenvolver a técnica de "play dead". Para sobreviver ao ataque de um urso, o que é o melhor a fazer? Fingir-se de morto. Prevenir o ataque de um jacaré? Fingir-se de morto. Fazer um lobo faminto ignorar uma pessoa? Fingir-se de morto. Prevenir tempestades com a p#%@ da sogra? Fingir-se de morto.  

Alguém empreendedor por aí, a precisar de boas ideias?!

É que eu tenho uma. E é sucesso garantido.  Oh, atentem: criar um vaivém especial (mas atenção que o sucesso vai ser tanto, que vão ser precisos mais) para viagens, SÓ DE IDA, das sogras deste mundo para um planeta distante, assim como Namek. Eu podia facilitar a coisa e dizer que o destino de envio era o Pólo Norte, mas atendendo à proteção da fauna local, deixem os ursos em paz.  

Votar ou não votar!

Dá-me cá uns suores frios a essa gente fundamentalista, quer os que defendem o voto quer os que defendem a abstenção. O fundamentalismo, seja do que for, dá-me arrepios no fígado, pronto. Ontem não votei. Queimem-me, qual bruxa da Idade Média, judia da Inquisição. Tronco e chicote, porque a branca não foi votar.  Não pude. Saí da minha cidade antes das urnas de voto abrirem e cheguei já tinham fechado. Mas agora levo com os discursos inflamados desses defensores do voto, porque os 53% de abstenção são uma vergonha e mimimimi, ide-vos foder. Tenho dito. Mania de mandar papaias a querer mandar na vida dos outros, na escolha dos outros. Ah isto é democracia e cada um é livre, MAS...  Para mim a abstenção gritante, a cada eleição, que acontece no nosso país é um sinal evidente do descontentamento generalizado pela classe política, pelos políticos. É um grito mudo de revolta. E tantas vezes o silêncio significa tão mais, e grita tão mais alto que os urros bélicos ou as vozes destes extremis...

O reencontro

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Foi ontem . Que saudades! Tão pouco tempo, e soube pela eternidade. Quero mais. Todas as semanas, meses, anos. Não quero esperar outros 16 anos por um encontro assim. Há 16 anos que não estávamos as quatro, assim, juntas. Regressámos à cidade que nos acolheu e onde nos cruzámos. Estamos nitidamente mais maduras, velhas, pronto, deixemo-nos de eufemismos, mais cheinhas das peles, com cabelos pintados para esconder brancas, com olheiras pelas rotinas preenchidas. As minhas três amigas com as suas filhotas, a dizerem-me que tenho de também ter uma menina para ficarmos iguais. E eu até penso que era tempo de ter a minha Eva. Mas isso é outra história. Aquele primeiro abraço, depois de anos, as lágrimas que corriam, de verdadeira emoção. Caramba, foi mágico. 16 anos depois seria de esperar algum constrangimento. Nada. Falamos e rimos como se ainda na semana passada estivéssemos estado todas juntas a conversar e a passear com o Tejo como cenário. Como se ainda vivêssemos na mesma cidade e no...

Pensamento do dia

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 Não podia ser mais apropriado ao estado de espírito de hoje.  

Pandora em modo cobaia!

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#youzzRevitaliftLaser, #youzz   Há já algum tempo que não era selecionada para uma campanha da Youzz. Fui agora. Portanto aqui a menina vai experimentar este magnífico creme anti-idade. O que promete: Corrigir rugas, mesmo as mais profundas (pronto, aqui a cobaia até nem se pode queixar porque rugas só de expressão, e mesmo essas não são vincadas, não é à toa que não me dão a idade que tenho, eh eh); Redensificar a pele, pois o creme contém Pro-Xylane que reforça as fibras de sustentação da pele; Remodelar o rosto, pois estimula a produção dos componentes naturais da pele. Portanto, feitas as apresentações, vou começar a usá-lo a partir de amanhã e daqui a uns tempos venho cá contar a experiência. Vou chegar aos 35 com carinha de 20. Ai vou vou!!   

Pensamento do dia

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Gente do fitness, vinde aqui dar uma ajuda!

Pandorinha precisa de umas sapatilhas novas para as aulas. Pandorinha não faz questão (nada, zerinho) de comprar marcas xpto com preços de 3 dígitos. Pandorinha não se passeia pelos Holmes Place deste país à beira mar plantado. Pandorinha vai mesmo à Casa do Povo da santa terrinha ter aulas de cardio e localizada.  O que Pandorinha procura? Sapatilhas indicadas para a prática de cardio e fitness, cardio coreografado, sapatilhas que não escorreguem, que tenham aquelas solas que amortecem impactos, porque tenho sequelas num tornozelo e quando faço sprints, sinto um pouco o impacto e sinto pontadas de dor no tornozelo.  Já andei a ver o site da Decathlon e houve alguns modelos da Domyos que me interessaram. Mas vá, quem é entendido nisto, o que recomenda? Muito agradecida! 

Dúvidas de uma quinta feira, ao final do dia

Tomo banho e visto o pijama ou visto a roupa de treino e vou para a aula de ginástica?! Para que conste, ganharam as calças de treino. Lá vou aguentando melhor as séries de abdominais, e ontem houve exercícios em prancha. Aguento melhor a prancha do que as flexões de braços. Pronto, não me arrependi de ter optado pelas calças de treino. Quem diria?!  

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Tão eu!   

Ufa, já me sinto mais segura!

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 Tenho um modelo destes no prédio.   

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E afinal...

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Acabei seis minutos mais cedo.  Seis minutos. Cedo para picar cartão de saída, e sinceramente, começar nova tarefa por seis minutos?! Pffff, permitam-me a procrastinação por seis minutos.     

Por aqui

Tem-se um dia cheio de trabalho. Felizmente as dores de garganta dissiparam-se, ave santo Brufen. Deixei maruca a descongelar com ideia de fazer assim uma cena toda pomposa em papelotes, mas o que me apetece mesmo, mesmo, mesmo é um belo de um ensopado de peixe, com tomate, pimento, camarão, e umas belas fatias de pão rústico embebidos naquele caldo. Ah, um bálsamo para a alma, um conforto para o estômago.   É com alegria quase pueril que olho pela janela a esta hora e vejo que ainda há luz do dia, ainda não é noite cerrada. Ah, maravilha. Ganho logo outro animo. Pronto, e agora que descarreguei as banalidades do dia, tenho de voltar ao trabalho. Falta pouco mais de meia hora para sair, e sinceramente não quero sair mais tarde para acabar o que tenho de acabar. Fui!  

Para rir. Muito!

 

Pensamento do dia

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Eu e o inverno

Acordar com dores de garganta e ouvidos, ter de engolir um Brufen logo ao pequeno almoço para ver se a coisa não agrava, deusmalivre voltar a ter otites e faringites e outras ites... ah, inverno, eu amo você. Pelas costas. Bem longe.  

Eu cuspi no santo, só pode!

Há quase um mês sem aulas de dança, primeiro porque houve férias de natal, depois a professora adoeceu e há três semanas que não dá aulas, hoje, aproveitando a folga na agenda, fui com o Gandhe até à grande superfície comercial, aquela que diz que "eu é que não sou parvo" (não, que ideia), para saber o ponto de situação da minha prenda de natal (pelo andar da carruagem, deve chegar a tempo dos meus anos, em maio). A ver: Gandhe ofereceu-me um tablet como prenda de natal, daqueles com teclado incluído, porque era mais prático para eu andar nos blogs. Tão querido, tão atencioso. Abri a prenda, fiquei estupefacta, mas depois só fiquei com a caixa na mão, porque ele pegou no dito cujo e vai de explorar e pôr-se a instalar merdas. Ora, isto é um pouco como aqueles pais que oferecem a PS4 aos filhos, mas na verdade quem brinca são eles, os pais.  Adiante, quando finalmente meti mãos no bicho (tablet) e comecei a usá-lo, constatei que o teclado tinha problemas: algumas teclas não co...

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Deve achar que como limões à dentada ao pequeno almoço

Na semana passada lá foi o menino ter com sua mãezinha, pois já se sabe que para trabalhar/fazer favores/tratar das merdas da senhora, é ele que serve. Este fim de semana dei com um saco cheio de limões no frigorífico. Os outros  estão numa fruteira. Intrigada com o aparecimento de limões no frigorífico, e tendo em conta que o meu frigorífico não tem um limoeiro dentro, nem pare cenas, pergunto-lhe: que limões são estes? - Foi a minha mãe que mandou quando lá fui há dias. - Ahhhhhh (como se eu já não soubesse), mas ela acha que eu como limões à dentada ao pequeno almoço? Olha, vê lá se, quando lá voltares, trazes açúcar, para fazer umas caipirinhas. Ou isso ou começo-te a fazer sopinha de limão. Pandora em modo bitch!  E agora, o que fazer quando a sogra dá limões, não uma, mas DUAS vezes?!   

Pandora, então esse fim de semana?

Começou na sexta à noite com uma saída com os amigos da dança. Eram quase 5h da manhã e eu a deitar-me. Problema é que sábado de manhã era suposto acordar cedo e ir tratar de uma série de coisas. Não acordei na hora matinal prevista, mas também não foi muito depois disso. Portanto, dormir um par de horas fez de mim um panda zombie por todo o dia de sábado. De manhã tratei do que tinha a tratar, à tarde estava para tirar uma sesta e eis que estava na hora de ir lanchar com uma aniversariante, a quem eu tinha uns miminhos bem cheirosos para oferecer. Regressar a casa ao fim do dia, ainda era cedo para tratar do jantar, mas se eu parava, era certo que adormecia em pé em menos de 2 segundos e meio. Então, fui passar a ferro. E não, não me queimei, nem queimei roupa, mas não me perguntem como consegui. Acabou por ser o Gandhe a tratar do jantar, e de ficar a arrumar a cozinha depois de jantar, e eu pensei que mal tomasse banho aterrava, qual quê? Despertei e ainda fui ver séries, enquanto e...

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O poder da (verdadeira) amizade!

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Corria o ano de 1999. Terminava o 12º, concorria à universidade, confiante que entrava na primeira opção. Concorri ao mesmo curso a quatro universidades diferentes. Acreditava que entrava na primeira opção. Não entrei. E se foi um momento de verdadeiro pânico toda a mudança que se avistava de um momento para o outro, sem sequer ter sido prevista ou equacionada, ter de deixar para trás a zona de conforto, as supostas amizades eternas do liceu, a verdade é que foi O ponto de viragem da minha vida, de redescoberta de mim, de muita aprendizagem, de ser e me tornar mais eu. Nesse ano que estive em Lisboa, na Faculdade de Letras, conheci várias pessoas, mas amigas, fiz três: a S., a T. e a H. Duas alentejanas, de zonas diferentes, uma açoriana. Passámos belos momentos, partilhámos histórias, experiências, explorávamos a cidade que era nova para todas nós. Uma amizade nasceu.  Ao fim do primeiro ano pedi transferência para a Universidade de Aveiro. Consegui. E, uma vez mais, triste, deixei as...

Quem tem gatos, entende!

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Porquê? Uma pessoa deita-se no sofá, leva com eles em cima. Têm todo o restante sofá livre. Mas onde se deitam? Em cima de uma pessoa.  Uma pessoa deita-se na cama e tenciona ler. Onde se deitam os gatos, tendo mais espaço na cama disponível? Pois, em cima de uma pessoa.  Ontem, a tentar despistá-los, deitei-me de barriga para baixo, livro na almofada, e pensei: vou conseguir ter sossego. Pensei cedo demais. Patinhas em cima do livro, Gordo nas minhas costas enroscado. Depressa fiquei desconfortável e dormente dos braços. Livro arrumado, posição mudada, luz apagada. E eles? Em cima das pernas.   

Enquanto os dedos ainda mexem...

Hoje retomei as aulas de ginástica, depois de duas faltas seguidas por imprevistos que me impediram de ir (e eu muito ralada, shiu). Parte cardio aguentei na boa, hoje nem houve muitos agachamentos do demo para me fazer tremer as pernas. Parte de localizada: profe explica séries de abdominais, cada um melhor que o outro. Eu já a ver a minha o estado decrépito em que ia terminar a aula. E quando penso que não podia ser pior, eis que depois dos abdominais, duas séries de flexões de braços.  Eu atirei pedra na cruz e cuspi no santo.  

Pensamento do dia

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Modo de hoje

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Queria ser ursa para poder hibernar, e só acordar no verão, quando estivesse calor, sol, e coiso. Ah, a sério, falta muito para o inverno acabar?!   

Pensamento do dia

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A demanda do santo forno: desfecho.

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Depois da procura, com direito a episódios insólitos , eis que lá fui ao comércio tradicional, à loja do Sr. M., que já conheço há anos, desde miúda, que foi a ele que os meus pais compraram mobílias e eletrodomésticos, e também foi a ele que comprei umas quantas coisas para início de vida de "casada" no nosso T2. Em menos de meia hora tinha forno e placa escolhida, o que eu pretendia, com as características que procurava, de uma marca de confiança, e com bom preço, ainda com direito a uma "atençãozinha". Pois que ontem foi dia de entrega e montagem. O Sr. M. atrasou-se, e já chegou depois de mim. Desmonta forno velho, desmonta placa velha, limpa zona, prepara os novos, instala os novos, verifica funcionamento, e bolas, a placa não veio com o kit para gás natural, aí vai o Sr. M. à sua loja buscar um kit, e regressa para o instalar e afinar os bicos da placa. Nesta brincadeira toda tinha a cozinha do avesso, os gatos em stress, com o Suki escondido na sala, sem meio...

Pandora Fit (ou a tentar)

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Para quem aqui vem já sabe que aqui a menina é pouco dada a corridas, a crossfits, ginásios só à distância, e afins. Ainda assim, e para ganhar alguma qualidade de vida, flexibilidade, enfim, mexer o corpinho e arejar a cabeça, há três anos que pratico danças latinas, e no ano passado inscrevi-me em aulas de cardio fitness, que uma professora vai dar ao salão da Casa do Povo da terrinha, que fica a poucos metros de casa. Duas vezes por semana, 12€ por mês, as aulas são diversificadas, a professora espetacular, e mesmo ao lado de casa, portanto sem desculpas para faltar. Depois há a parte da alimentação, que, mais por motivos de saúde e bem estar, tenho muitos cuidados alimentares, privilegiando uma alimentação rica em peixes, carnes brancas, vegetais, fruta. Ainda assim, e com toda a avalanche que agora levamos de alimentação saudável, super alimentos, blá blá blá, lá me vou aventurando a experimentar, sem fundamentalismos, alguns alimentos novos e diferentes. Búlgur e couscous já entr...

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A culpa é do almoço

De manhã senti-me bastante produtiva, despachei serviço, umas quantas coisas. E depois do almoço fico em modo zombie, cuja única imagem a passar-me à frente dos olhos é o meu sofá e em como eu estava lá tão bem a fazer uma sesta.   

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Desafio da poupança

O desafio das 52 semanas  é interessante quando se vê o saldo final que se pode conseguir com a poupança, mas creio ser irrealista para uma boa parte das pessoas. E começa a sê-lo a partir de maio/junho. Sim, falo por mim. Poupar numa semana aquilo que tenho como orçamento semanal para ir aos frescos (fruta, legumes, iogurtes, pão, e outros bens essenciais que estejam a faltar nessa semana) é simplesmente deixar de comer fruta ou legumes para pôr o dinheiro num frasco. E para fazer o quê ao fim do ano mesmo? Meter numa conta poupança? Fazer uma viagem? Comprar as prendas de natal?  Devemos poupar sim, eu tento sempre ter um pé de meia para um qualquer acaso que venha a ser preciso, já que não gosto de ser apanhada desprevenida na curva. Mas a verdade é que amealhar assim dinheiro só porque sim, pelo prazer de ver o frasco a ficar cheio, tem de ter a sua lógica e sensatez.  Ora bem, em 2015 eu fiz um mealheiro. Comprei uma daquelas latas que não se podem abrir e ia pondo no final de cad...

Então, Pandora, que tal o fim de semana?

Demanda do forno  está resolvida. Comércio tradicional, where's else?! Sexta lá fui eu, atendimento de primeira, em menos de meia hora tinha o forno e a placa que queria, dentro dos valores que procurava, ainda fez uma atençãozinha . Hoje já deve ir instalar tudo.  Sábado foi dia de festa popular com amigos. Jantar um caldo verde e umas bifanas no conhecido Augusto, as melhores bifanas de Aveiro, ir aos fados com Ana Moura, ao vivo, a cores e com uma belíssima voz, nas festas de São Gonçalinho , ir esperar por uns amigos que foram atirar cavacas na capela, e levar com uma em cheio. Valeram-me os meus reflexos rápidos e consegui pôr a mão à frente da testa, senão ainda andava aqui com um galo de São Gonçalinho. E eu nem aprecio cavacas, não estava lá para as apanhar. Estava afastada da capela, longe da confusão de gente com os guarda-chuvas virados para as apanhar. Pumba, em cheio.  Domingo foi dia de temporal, logo foi dia de estar em casa, aninhada debaixo da manta no sofá, com os...

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A demanda do santo forno

Depois de alguma pesquisa online sobre fornos, modelos, características, preços, ontem foi dia de começarmos a ver ao vivo e a cores. Pois que nos dirigimos a uma grande superfície comercial, aquela que faz o trocadilho com a expressão "voltem sempre". Lá andávamos a ver os fornos, abrir, fechar, ver as características, o tipo de segurança, se tinham guias telescópias que permitam trazer o tabuleiro para o exterior do forno, o mais possível, para evitar ter de lá meter as mãos dentro, o tipo de limpeza do forno, e obviamente preços. Lá andávamos, qual Indianas Jones em busca do forno pretendido, e eu ia pondo o nariz no ar a ver se aparecia um assistente que pudesse vir ajudar e esclarecer dúvidas. E veio. Uma rapariga, simpática, mas que percebia tanto de fornos como eu percebo de física quântica. Expus-lhe algumas das minhas dúvidas, e ela arregalava os olhos e embrulhava a língua. Depois ia ler o filho da mãe do cartão que acompanha o artigo com as suas especificidades. Or...

Pensamento do dia

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Pergunta

Aproveitando os temas da ordem do arranque de novo ano, deixo a pergunta: o que fazem com as agendas dos anos que já passaram? Eu, durante anos, guardava-as numa caixa. Até que a caixa encheu. Até que percebi que, em boa verdade, nunca as tinha aberto para recordar o que quer que fosse. Saltou tudo para o ecoponto, menos uma. Relativamente recente, feita de propósito para mim, com um tecido magnífico que escolhi, com gatos (evidentemente), e que por esse seu lado único não consegui atirá-la para o ecoponto. Mas se a abro para recordar o que quer que seja? Não. É, no fundo, mais uma tralhinha que lá está, enfiada na caixa, que entretanto albergou outras tralhinhas que andavam nas gavetas e não fui capaz de as enviar para o ecoponto.  Agora que proliferam as fotos das agendas fofas, com entusiasmo pueril de quem tem um ano em branco para muito viver, planear e sonhar, resgistando nas agendas, o que fazem depois que elas viram anos velhos, vividos e já escritos?  

Rebolation

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Terminou ontem, oficialmente, a época das festividades. E dos jantares de natal, de ano novo, de reis, de tudo o que se lembrem (mas quando penso nos aniversários que aí vêm, dá vontade de me benzer e fazer promessas aos ponteiros da balança). Ontem foi o jantar de natal tardio da equipa de trabalho. Um restaurante simpático, informal, com um menu com comida da boa a preços simpáticos. Fui para a francesinha. Estava mesmo boa. Mas hoje ando aqui em modo bola.  Quero ver logo como faço os abdominais na aula. Acho que vou rebolar pelo chão, inventando uma nova modalidade de abdominais: os rebolominais. 

Pensamento do dia

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Pandora, respira!

Comprei (comprámos) carro novo, é um facto. Tivémos o mesmo carro durante 11 anos, foi comprado com 3 anos. Teve os seus problemas, alguns arranjos dispendiosos, mas no geral foram 11 anos bem usados e gozados com a viatura. A decisão do carro novo foi tomada para aproveitar não só o desconto de funcionário do Gandhe, como uma campanha promocional nos últimos meses de 2015, já que o modelo em questão vai ser atualizado. Nos próximos 5 ou 6 anos não teríamos oportunidade igual, de comprar o carro que comprámos, pelo valor que o conseguimos. Portanto, arriscámos e investimos. Não somos pessoas de trocar de carro constantemente, por isso que este dure tanto ou mais como o que tínhamos, e que vendemos, em bom estado, para dar entrada no novo. Não comprámos nenhuma bomba, um carrão xpto de encher os olhos como se tivéssemos ganho a lotaria do natal. Comprámos o que gostamos, dentro do que havia disponibilidade de escolha e financeira.  Mas vir trabalhar de carro novo dá logo azo a comentári...

Hoje...

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 ... o que sabia bem era o quentinho de um ninho de mantas... ... um doce e escaldante chocolate quente... ... o crepitar de uma lareira com o som da chuva a bater nos vidros.  

Lá vai ter de ser

Há coisa de dois meses que comentei com o Gandhe que podíamos trocar o nosso forno da cozinha. Quando comprámos o apartamento, ele já lá estava, a marca é muito boa, mas o desgraçado estava com evidentes sinais de mau trato dos anteriores proprietários. Ainda assim, já o uso há sete anos, quase oito, e vai dando para o gasto. Gandhe não só concordou como ainda disse que se podia aproveitar e trocava-se também a placa de gás, já que também está gasta, com as grelhas dos bicos enferrujadas, e alguns sinais do pouco cuidado dos antigos proprietários, que eu tentei diminuir com limpeza e cuidados, mas não faço milagres. Ora então que o ano começa e tenho uma pequena lista de coisas a fazer/comprar para a casa este ano, e o forno e a placa são logo os primeiros itens (para o verão vem a saga de pintar paredes e tectos de todas as divisões, mas cada coisa a seu tempo).  Ontem, como ia ter aula de ginástica, cheguei a casa, temperei um roti de peru, e deixei o homem de olho no forno enquanto ...

Completem o seguinte ditado popular

Quando a sogra te dá limões...

Arranque do ano, parte II

O Sapo destacou o meu post sobre os saldos . Obrigada, Sapo, por dares visão a quem simplesmente não vai aos saldos.  Hoje mantive o foco (oh pra eu a usar linguagem fitness) e não me baldei às aulas de ginástica. Depois de um mês de baldas, em que só lá pus os pés no dia do convívio natalício, ou seja, para comer, eis que hoje, contra a preguiça, a chuva, a vontade de aninhar no sofá, lá fui eu, equipada, à aula. Palminhas para mim. Mas não me obrigem a fazer a vénia, que os abdominais não mo permitem.  Toda a gente elogia o cabelo curtinho. Gabam-me a coragem da mudança radical de visual. Dizem que fico mais nova, com cara de miúda. É bom saber que me dão 15 anos. Qualquer dia pedem-me o cartão de cidadão para me deixarem beber uma caipirinha. Agora vou ali dedicar-me aos alongamentos na horizontal, munida do meu pijama quentinho. Se me sentir com forças para isso, ainda faço levantamento de livro e sprint de páginas.    

Pensamento do dia

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Pandora, como estamos de saldos?

Não estamos. Em dezembro o dinheiro que gastei em compras foi unicamente para as prendas que ainda faltavam. Não recorri a cartão de crédito, pelo que em janeiro não há cá pagamentos de cartão de crédito. Não vou a centros comerciais há semanas, provavelmente a última vez que lá meti os pés foi naquela manhã de sábado, quando acordei cedo para ir terminar as compras de natal. Ah e online, não viste nada? Pouco. Confesso que andei no site da minha loja preferida, mas apesar de ter achado graça a umas quantas coisas, nenhuma me faz falta, portanto, tenciono gastar zero cêntimos em saldos.  Exceção feita a um gorro fofinho de lã, que não tenho nenhum e até dava jeito. Mas pequena e esquisita como sou em acessórios para tapar as orelhas, não há nada que me encha as medidas e os olhinhos. Tivesse eu jeito para tricot e já tinha uma coleção de gorros. Assim, ainda mais agora com o cabelo curto, resta-me rapar frio nas orelhas e suspirar por um gorro fofinho que só existe no meu imaginário.  

Pandora & Gandhe

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  Fomos bem apanhados. De costas! 

O arranque de 2016

Ainda 2015 não tinha acabado e já andava eu nas mudanças para o novo ano. Verdade seja dita, não são mudanças por mudar o ano, mas coincidiram. Assim, cortei novamente o cabelo, tive uma passagem de ano diferente de todas as que já tive, vendemos o nosso carro mais adorado, foram 11 anos juntos, estava na hora de lhe dizer adeus. Hoje tirei o dia de férias e escrevo este post no comboio a caminho do Porto. Vamos buscar o carro novo. A prenda de natal que o Gandhe me ofereceu tinha defeito, decidi trocar por outro modelo, que para minha sorte estava esgotado em loja, pelo que agora é esperar que reponham stock. Nos primeiros três dias do ano fiquei no ninho à conta da ameaça de uma gripe, vi filmes, séries, estive na ronha com os gatos no sofá, reorganizei receitas, limpei a casa com direito a algum destralhamento e a uma lista de coisas a fazer/comprar para a casa este ano. Agora vou olhar pela janela do comboio, enquanto a chuva cai lá fora, e sussurrar a mim mesma que seja o que for ...

Pensamento do dia

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Pensamento do dia

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