Oh minha amiga, eu não lhe abri a porta. Isto foi uma tal invasão que eu mal tive tempo de piscar os olhos. Hoje estou em modo torneira aberta do nariz. Ainda a manhã não terminou e já estou que não posso tocar no nariz.
Oh Maria, já tive a minha dose, que andei um mês doente à conta de uma laringite. Eu enquadro-me na categoria dos que odeiam o frio e queriam ser aves migratórias. O frio faz-me ficar doente. Florzinha de estufa, pá!
Eu entendo. Por vezes é preciso um certo isolamento, uma solidão. Quando nos sentimos tão sem saber o que pensar ou sentir, torna-se difícil falar com alguém. Como se antes de nos mostrarmos ao mundo precisássemos de arrumar gavetas. E para isso passamos pelo caos. Ah, os medos e essas balanças analíticas que medem com uma precisão assustadora... conheço e sei a confusão que geram. Não és tolinha. És alguém com muitas emoções à flor da pele, com uma sensibilidade enorme mas que tem necessidade de analisar, racionalizar e explicar sempre tudo. Leva o teu tempo. Mas no dia em que achares que queres partilhar, podes contar comigo. Beijinhos
ResponderEliminarPara que diacho lhe abriste a porta, hein?!
Rápidas melhoras, miúda gira!
Oh minha amiga, eu não lhe abri a porta. Isto foi uma tal invasão que eu mal tive tempo de piscar os olhos.
ResponderEliminarHoje estou em modo torneira aberta do nariz. Ainda a manhã não terminou e já estou que não posso tocar no nariz.
As melhoras!
ResponderEliminarTem de calhar a todos :D
ResponderEliminarOh Maria, já tive a minha dose, que andei um mês doente à conta de uma laringite.
ResponderEliminarEu enquadro-me na categoria dos que odeiam o frio e queriam ser aves migratórias.
O frio faz-me ficar doente. Florzinha de estufa, pá!
Obrigada.
ResponderEliminarComo sou parva, vim trabalhar, e o AC mata-me.
As melhoras!
ResponderEliminarObrigada!
ResponderEliminarTambém não andas muito bem. Se quiseres escrever-me, terei todo o gosto em ler-te. Beijinhos
Obrigada pelas tuas palavras.
ResponderEliminarEu entendo. Por vezes é preciso um certo isolamento, uma solidão. Quando nos sentimos tão sem saber o que pensar ou sentir, torna-se difícil falar com alguém. Como se antes de nos mostrarmos ao mundo precisássemos de arrumar gavetas. E para isso passamos pelo caos. Ah, os medos e essas balanças analíticas que medem com uma precisão assustadora... conheço e sei a confusão que geram. Não és tolinha. És alguém com muitas emoções à flor da pele, com uma sensibilidade enorme mas que tem necessidade de analisar, racionalizar e explicar sempre tudo. Leva o teu tempo. Mas no dia em que achares que queres partilhar, podes contar comigo.
ResponderEliminarBeijinhos