Assim, de repente, sem convite nem licença, chegou e instalou-se


 

Comentários


  1. Para que diacho lhe abriste a porta, hein?! 
    Rápidas melhoras, miúda gira!

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  2. Oh minha amiga, eu não lhe abri a porta. Isto foi uma tal invasão que eu mal tive tempo de piscar os olhos. 
    Hoje estou em modo torneira aberta do nariz. Ainda a manhã não terminou e já estou que não posso tocar no nariz.

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  3. Oh Maria, já tive a minha dose, que andei um mês doente à conta de uma laringite. 
    Eu enquadro-me na categoria dos que odeiam o frio e queriam ser aves migratórias. 
    O frio faz-me ficar doente. Florzinha de estufa, pá! 

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  4. Obrigada.
    Como sou parva, vim trabalhar, e o AC mata-me. 

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  5. Obrigada!
    Também não andas muito bem. Se quiseres escrever-me, terei todo o gosto em ler-te. Beijinhos

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  6. Eu entendo. Por vezes é preciso um certo isolamento, uma solidão. Quando nos sentimos tão sem saber o que pensar ou sentir, torna-se difícil falar com alguém. Como se antes de nos mostrarmos ao mundo precisássemos de arrumar gavetas. E para isso passamos pelo caos. Ah, os medos e essas balanças analíticas que medem com uma precisão assustadora... conheço e sei a confusão que geram. Não és tolinha. És alguém com muitas emoções à flor da pele, com uma sensibilidade enorme mas que tem necessidade de analisar, racionalizar e explicar sempre tudo. Leva o teu tempo. Mas no dia em que achares que queres partilhar, podes contar comigo.
    Beijinhos

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