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A mostrar mensagens de agosto, 2019

Repete até te cansares...

As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  As coisas têm a importância que lhes dás.  

Leituras de verão

Na segunda quinzena de julho, depois de ler O Boneco de Neve , escolhi outro thriller de uma autora de quem já tinha lido um livro.  A Mulher Desaparecida , de Sara Blaedel (considerada a rainha dinamarquesa do thriller?) é um thriller razoável. Faz lembrar um episódio de uma série policial, onde investigação de um crime se mistura com a vida pessoal dos protagonistas. Não foi mau, mas também não foi nada que me causasse aquela sensação de wow, por esta é que eu não esperava. O enredo está bem construído, a determinada altura há ali um pequeno twist, bem conseguido por sinal, que conduz à revelação do assassino. O contexto da trama é um tema polémico que volta e meia está na ordem do dia da discussão pública: o direito à eutanásia. Tema que poderia ter sido melhor explorado, na minha opinião. O assassino não é um cruel e impiedoso serial killer ou psicopata, é antes um assassino passional, pois move-o um sentimento (irracional) de vingança provocado pela dolorosa perda de uma pessoa qu...

Aquele momento...

... em que na pausa para comer uma banana ligo os dados móveis e espreito o Instagram. Primeira foto do feed: uma piscina maravilhosa, tentadora.  Até se me embrulhou a banana na boca e no estômago, tal foi o meu masoquismo.  Nota mental: não abrir Instagram na pausa do café,  não abrir Instagram na pausa da banana, não abrir Instagram em circunstância alguma enquanto estou em horário laboral (mesmo que seja momento de pausa). 

Então e que tal a estreia em fato de banho?

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Ora, se bem se estão lembrados, aqui a menina, no seu dia de aniversário, presenteou-se com dois fatos de banho todos catitas .  Para começar, sim, usei-os, uma vez cada um nas férias a sul. Sim, senti-me super bem com eles. Mas também estava confortável com os biquínis, pelo que acabaram por ser a escolha na maior parte dos dias. Não senti mais calor com eles vestidos, e até davam imenso jeito para entrar na água, porque minimizavam o impacto naquela zona crítica, ali da barriga, depois de estar a tostar ao sol levar com água fresca  Ora de regresso às praias locais, aí vou eu de fato de banho e uma triste e desagradável surpresa: o fecho de encaixe atrás partiu.  Eh pá fiquei danada e podre da vida. Era a segunda vez que vestia o fato de banho (o azul e rosa com o nó no peito), ainda por cima o meu preferido, e não é de todo aceitável que um fato de banho de 40€ (bem sei que há mais caros), de uma marca com nome no mercado, ficasse assim inutilizado por partir a peça do encaixe do fe...

Acabou-se o que era doce!

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Duas semanas e meia pareciam uma eternidade de férias, assim quase quase como os três meses de férias dos idos tempos de escola, que eram sempre uma seca descomunal (ohhhhhh que burros que somos quando jovens inocentes). Duas semanas e meia voaram. E no entanto deu para tanto e para tão pouco (ou é aquele gostinho do quero mais). Kms percorridos, reencontros e abraços, banhos de mar, modo frango de churrasco na toalha, vira para um lado, vira para o outro. Ler, dormir, namorar, passear, petiscar, caminhar, sentir a brisa, o cheiro a maresia entranhado na pele. Sem relógio, sem maquilhagem, sem roupas muito aprumadas, sem mil tralhas na carteira (afinal nem são assim tão essenciais para andarem comigo todos os restantes dias do ano), cabelo em desalinho (mais que o normal). A vida de chinelo no pé ou pé descalço na areia assenta-me tão bem. Contemplei o mar sem me cansar. Como se ele fosse um espelho da minha alma: um longo e cristalino horizonte de água e luz. Sereno. Encontrei o meu e...

Novidades na Caixa de Pandora

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Habeo conta de Instagram O respetivo link já se encontra disponível ali acima. Agora é ver como vou ter tempo e material para alimentar blog e Instagram do blog. Pandora a expandir os horizontes da sua Caixa   

Enquanto mundo e meio fala da greve dos combustíveis, eu também quero abordar um assunto de extrema importância (ou não)!

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Caríssimas marcas de underwear (dito assim a coisa parece séria), Venho encarecidamente deixar-vos um apelo, porque vocês baralham o povo. Alaber, há dois anos ofereceram-me umas calças estampadas pelo aniversário. Giras, assim num padrão com tons rosas e lilases, daquela marca cujo segundo nome é Secret, mas não é a Vitoria, é a outra, da plebe. As calças eram de tecido leve, fresco, estavam na moda, e tinham elásticos nos tornozelos e tal. Quando mas ofereceram, disseram cordialmente que eu estava à vontade para ir trocar, eram umas calças de praia/verão, mas se eu preferisse outra coisa. Eu até achei piada às calças. Confortáveis e tal. Levei-as à Feira Medieval de Santa Maria da Feira e uma amiga, com olho para estas coisas, perguntou-me, muito intrigada, que fazia eu com calças de pijama? Contei-lhe a história e ela garantiu-me que eram calças de pijama, até havia o top a combinar.  Ora fod@-se . Escusado será dizer que fiquei com vontade de me enfiar num buraco, ou ir aos árabes ...

Ora, então voltei ao Algarve para brincar aos pobrezinhos - II Volume

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Corria o ano de 2016 quando regressei, depois de muitos anos, ao Algarve e com ele fiz as pazes. Para quem quiser recordar, aqui está o primeiro volume Este ano a decisão foi assim quase de última hora. Estávamos em maio (pelo que me lembro) e não havia ideias para férias, exceptuando a visita do ano aos nossos amigos no nosso Alentejo do  , Redondo city. Ainda mais este ano era o ano das famosas Ruas Floridas, portanto um motivo acrescido para não faltar.  Só que, havia cá dentro qualquer coisa que me fazia querer outro sítio. Um sítio onde pudesse estar eu, estarmos nós, depois dos meses intragáveis que temos tido e merecíamos um descanso, um tempo para nós. Lembrei-me de regressar a Cabanas de Tavira, já que temos a possibilidade de alojamento "amigo" da carteira,  e foi um sítio que adorámos. Aquela história do "não se deve voltar aos lugares onde já fomos felizes"? Caguem nisso e voltem. As vezes que quiserem. Sorte das sortes a semana que pretendíamos ainda e...

O (penoso) regresso

Hoje (dada a hora adiantada, o mais correto será dizer ontem) foi dia de regresso a casa.  Dizem que é tão bom viajar/ir para fora, como regressar a casa. Já senti isso. Não desta vez.  Não fossem os meus gatos e as saudades (bem como a falta que senti deles), mesmo sabendo que estavam muito bem entregues e a serem tratados com muito carinho e dedicação,  e este regresso seria verdadeiramente amargo.  Ainda tenho mais uns dias de férias. Para descansar. E ir às praias locais (se o tempo permitir, que isto a norte é sempre aquela dupla vento e frio).  Mas já estou de regresso à vidinha de merda que tenho levado. Ainda falta praticamente uma semana e já estou a angustiar-me com o regresso ao trabalho,  às pessoas que tenho de aturar. Acabei de encontrar paz de espírito, equilíbrio interior, carregar energia de luz e sentir-me renovada e leve... e só o regresso a casa deixa-me novamente com esta sensação de peso nos ombros,  coração apertado, um sufoco no peito. Sobre as férias e o meu re...

Coisas que me fazem cócegas ao cérebro (durante uns segundos) enquanto estou feita foca estendida na areia: take 2

Eu bem sei que os lisboetas vivem como sardinhas em lata.  Mas foda-se, num areal imenso, onde não falta espaço pra montar barraca, é preciso porem-se tão próximo dos outros,  mas tão próximo que lhes ouvimos as conversas,  os comentários parvos, e as gargalhadas estupidamente irritantes?!  Quem passa deve achar que até somos do mesmo grupo.  SÓ QUE NÃO!!!! Que pariu! 

Coisas que me fazem cócegas ao cérebro (durante uns segundos) enquanto estou feita foca estendida na areia

As redes sociais estão assim pejadas, aquilo é às resmas, paletes,  potes da Prozis de gajas fit coiso. Venho à praia com vontade de me enfiar numa burka, à espera de as encontrar no areal... e nada. Nem uma. Pergunto-me, intrigada, onde estarão os belos e esculpidos corpos? E eis que se faz luz. No ginásio, onde mais?!