O (penoso) regresso

Hoje (dada a hora adiantada, o mais correto será dizer ontem) foi dia de regresso a casa. 


Dizem que é tão bom viajar/ir para fora, como regressar a casa.


Já senti isso. Não desta vez. 


Não fossem os meus gatos e as saudades (bem como a falta que senti deles), mesmo sabendo que estavam muito bem entregues e a serem tratados com muito carinho e dedicação,  e este regresso seria verdadeiramente amargo. 


Ainda tenho mais uns dias de férias. Para descansar. E ir às praias locais (se o tempo permitir, que isto a norte é sempre aquela dupla vento e frio). 


Mas já estou de regresso à vidinha de merda que tenho levado. Ainda falta praticamente uma semana e já estou a angustiar-me com o regresso ao trabalho,  às pessoas que tenho de aturar. Acabei de encontrar paz de espírito, equilíbrio interior, carregar energia de luz e sentir-me renovada e leve... e só o regresso a casa deixa-me novamente com esta sensação de peso nos ombros,  coração apertado, um sufoco no peito.


Sobre as férias e o meu regresso onde já fui feliz, e voltei a sê-lo, e quero voltar sempre que puder, dedicarei um post exclusivo (com fotos). Só com boas energias e sentires. Com liberdade e felicidade. Nas coisas mais simples, que são as que, cada vez mais,  aprecio e me fazem verdadeiramente feliz.


 

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