A culpa é de Zafón
Eu bem que tento dormir mais cedo. Não consigo. Embrenho-me no Labirinto de Espíritos, vagueio por aquelas ruas sombrias de Barcelona, sinto a angústia das personagens, ontem senti-lhes a dor e as lágrimas, o espasmo das revelações, a revolta e indignação, que se têm de engolir por sobrevivência. Senti-lhes o medo e o desespero.
Eu bem que tento dormir mais cedo, mas Zafón não deixa, tal é o poder da sua escrita.
Pois, e também disto
ResponderEliminarJá somos duas! Ontem a descrição de Barcelona durante a guerra deixou-me com os cabelos em pé!
ResponderEliminarIsso é no início? É que já vou a meio e arrepio-me com as atrocidades que alguns fizeram nos bastidores de uma guerra civil para chegarem ao poder e à classe dos intocáveis. Revoltante.
ResponderEliminarVou ainda no inicio... quando o Fermin desembarca!
ResponderEliminarÉ tão bom, quando um livro nos absorve assim...
ResponderEliminarMuito bom mesmo. Zafón foi uma revelação para mim. Tem uma escrita cativante, envolvente. Transporta-nos para dentro da história, faz-nos sentir os cheiros e as sombras, as emoções das personagens, agita paixões e raiva dentro de nós. Estou maravilhada.
ResponderEliminarVerdade! Eu já o consegui acabar. Nunca tinha lido tão depressa um livro tão grande! É fantástico! :)
ResponderEliminarEu vou a pouco mais de meio, e ontem cedi ao cansaço, porque sabia que, no ponto onde estou no enredo, eu não me ia ficar apenas por um capítulo, o que significava que ia dormir tarde e más horas. Compenso no fim de semana.
ResponderEliminarA culpa é dele?
ResponderEliminarPede-lhe uma indemnização