Depois de tantas confusões, trocas, imprevistos, nervos à flor da pele, emoções ao rubro, já foi o espetáculo. Na sexta o ensaio geral foi uma verdadeira cagada, nada melhor descreve o que aquilo foi. No sábado íamos ensaiando nos bastidores, a atuação da tarde não correu muito bem, a da noite correu bem melhor, da minha parte, pequenos enganos que corrigi logo, e ainda orientava o meu par "à força". O ambiente de bastidores, as brincadeiras, o convívio, a solidariedade e entreajuda que surge entre todos é o melhor que esta coisa de espetáculo de fim de ano nos pode proporcionar, mas, foi muito stress, muitos nervos, muitos imprevistos, e tudo isto a termos de treinar e executar uma coreografia exigente, complexa, que estava acima do nosso nível. Subir a um palco, pelo menos para mim, por muito amador que seja, implica responsabilidade e respeito para com um público que paga um bilhete para assistir. Implica trabalho, disponibilidade, entrega, implica lidar com nervos, com e...