Sobrevivi à avalanche vermelha de ontem

Ca medo! Nunca vi o Estádio Municipal de Aveiro assim. Era uma enorme mancha vermelha. 


Fiquei muito perto da claque dos No Name. Mas aquela malta consegue estar 2 horas sempre a cantar, sem falhar a voz?


Participei nas sucessivas ondas que se fizeram, não fosse ficar afogada, mas de resto, sentadinha, sogadita e caladinha.


O Gandhe vibrava. Cantava "nós só queremos Benfica campeão, Benfica campeão" e ainda se vira para mim, na euforia: Não cantas?


- Sou Sportinguista! Queres que cante Benfica campeão?? {#emotions_dlg.annoyed}


Ai a minha vidinha!!!


É bonito de se ver, não nego. Há ali um espírito de grupo, as emoções à flor da pele. O futebol acende paixões e as pessoas transformam-se em contextos como aquele a que assisti ontem. E ontem assisti a um bom exemplo. Não podia ser de outra forma. Não vi um único adepto do Arouca. 


 


Sobrevivi. Não fui engolida pela avalanche, não me afoguei na onda gigante. O Gandhe ficou eufórico. E eu, bem, diz que é por amor que se acompanha a cara metade nestas coisas.


 


Agora venha um jogo do Sporting e eu e o Gandhe temos uma conversa. Já me deve dois, e é para ficarmos em pé de igualdade.


 


Nota: quase que cantei ontem o "só eu sei porque não fico em casa", mas numa versão assim mais ajustada ao contexto: só não sei porque vim ver o Benfica.


 


Outra nota: Gandhe para mim todo tristonho - oh, já não vai ser o jogo do título; o Sporting ganhou. 


{#emotions_dlg.angry}


 

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