O regresso
Chega aquela segunda-feira que assinala o regresso ao trabalho (irei ponderar em marcações futuras de férias regressar a uma sexta). Pessoa sai de casa leve, com aquela aura de quem descansou e carregou baterias. A bater palminhas por dentro a pensar que é um mês e repete a dose de férias. E eis que chega ao seu posto de trabalho e... a cadeira? Sim, imaginem-se a chegar e a depararem-se com a secretária onde se sentam para trabalhar e não há cadeira. E ninguém sabe da cadeira. E ninguém se apercebeu. Ah se calhar foi necessária para uma reunião na sala ao lado. Tudo bem, levam emprestada, devolvem à procedência. Nada. Não havia sinais da cadeira na sala de reuniões, e sem evidências, também não se pode acusar que algum colega se tivesse apropriado da dita. Situação constrangedora. Desconfortável. Uma situação de merda. Fui buscar uma ao espaço de refeições, uma cadeira nada adequada a uma secretária, tão pouco a estar um dia inteiro sentada. Mas era isso ou era ajoelhar-me em frent...