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A mostrar mensagens de dezembro, 2017

E para fechar o ano, uma foto de Pandora*

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Apanhada em pose durante uma salsa, no convívio de natal da escola de dança. Até parece que percebo muito disto!  Dizem que quem dança é mais feliz. Eu adoro. É o meu momento de liberdade, sou só eu, a música e sentir o ritmo deixando fluir os passos.  Na rotina louca das semanas, na correria dos dias preenchidos, ir à aula semanal é o meu bálsamo, a minha lufada de ar fresco. Desligar de tudo, deixar tudo fora da porta da sala, e durante 2h ser apenas dança e convívio bom com colegas.  Para 2018 que venha muita dança! Faz-me bem. Faz-me feliz.   * ou do perfil da Pandora  

Leituras 2017

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Em 2016 li 12 livros.  Mantive a meta de um livro por mês para o ano 2017 e superei-a. 15 livros lidos. Quer dizer, o 15º está quase lido.  Comecei o ano com Zafón, a concluir a saga Cemitério dos Livros Esquecidos (saudades). Iniciei o ano de leituras com chave de ouro. Atingi o número que atingi por ter mantido a minha preferência pelos thrillers. Uns mais empolgantes que outros, uns que devorei em dois dias, outros que levaram um pouco mais. Mas sem dúvida é o tipo de leitura que me tem cativado mais. Acredito que a tendência se vai manter para o próximo ano. No geral gostei de todos, recomendo cada livro que li este ano, ainda que não tenha feito resenha de todos eles (bem sei que prometi, mas não cumpri, as minhas desculpas).  Mantendo uma postura realista, continuo com o objetivo pessoal de um livro por mês. Este ano consegui superar um pouco. Vamos ver como será em 2018...    

Ai a put@ da ironia

Pagar IUC da carrinha sem ela estar em circulação. E sem saber ainda se vai voltar. Peritagem amanhã. Só depois é que liberam carro de substituição. Uma merdinha. Vale que estamos de férias e não precisamos dos dois veículos, mas se amanhã não temos carro de substituição, quero ver como fazemos terça para regressar aos trabalhos. Enfim, umas festividades com um espírito merdoso, com uma vontade de mandar tudo para o caralhinho, porque se andava com a paciência no mínimo dos mínimos, agora é que estourou.  Ah e tal e o pai natal ao menos foi generoso? Oh sim. Uma pessoa escolhe presentes a pensar em cada pessoa, o que ela gosta, usa, etc, e depois recebe meias. Meias!!! MEIAS! Ainda por cima daquelas que ficaram ali num cruzamento manhoso entre peúgas e pantufas e não são nem uma merda nem outra. Meias com orelhinhas e pelo, muito pelo, aquela merda não dá para calçar com nada. Ótimas para quem passa o tempo de cu alapado no sofá, mas gente, eu em casa não estou só no sofá: cozinho, asp...

Ah pode piorar, pois pode!!!

Pessoa vai a Coimbra almoçar com amigos. Pessoa está descontraída, em amena cavaqueira, come bem, ri, conversa, diverte-se, troca prendas e vive ali um pedacinho de natal. Pessoa sai do restaurante a meio da tarde e vem para o carro que está estacionado a alguns metros. Pessoa vê aparato policial. Pessoa apressa o passo. Pessoa vê a sua carrinha, que ainda nem dois anos tem, ali, sossegadinha, estacionada nos conformes... e completamente fodida! Tão fodida que a polícia apreendeu os documentos porque, se a seguradora avançar para reparação, tem de ir a inspeção antes de voltar a circular. Pára-choques traseiro partido, mala empenada, eixo traseiro partido, jante traseira partida, carrinha foi arrastada mais de um metro, subiu passeio com roda da frente, jante fodida, bateu no carro estacionado à frente, pára-choques dianteiro fodido... e isto é o que se vê. Tá tudo fodido. E se não me deu ali um ataque cardíaco, dificilmente dá. A minha não foi a única. Foram três carros estacionados q...

Feliz Natal!

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Abrir a Caixa de Pandora

Ando ausente, desaparecida, recolhida nas minhas angústias existenciais. Ando reprimida, ferida, perdida nas minhas dúvidas sobre o que fazer à minha vidinha. Começo a ver o pessoal a fazer o balanço do ano e eu só penso que o meu 2017 foi um ano filho da puta. Já tive anos piores, verdade. Assim, de repente, lembro-me que o ano de 2013 foi negro, muito mau, repleto de acontecimentos tristes, marcado por desemprego prolongado, doenças e perdas de pessoas, quer por falecimento, quer porque se cortou relações que não traziam nada de bom. Foi um ano cabrão, como me lembro de o ter rotulado. 2017 foi marcado por uma mudança de funções e de equipa de trabalho. Desencadeou ataques de pânico e ansiedade, passei a viver sob stress constante, deixei de ter hora de sair e tenho vindo a prejudicar muito da minha vida pessoal e do meu equilíbrio mental e emocional. Remuneração? Ah ah ah... a mesma, mais congelada que o Pólo Norte na era do gelo. Aliás, o salário mínimo acabou de subir e estou expe...

Pensamento do dia

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Era tudo o que (não) precisava!

Sentia-me já com algum animo para juntar os meus cacos, sacudir o pó e fazer-me à estrada da vida, quando a vida, que não está para meiguices, achou que era hora de eu levar uma valente bofetada. Recebi ontem uma SMS, vinda da mãe  de quem não havia qualquer relação desde há quatro anos, a informar que a minha avó faleceu. E se eu era um monte de cacos, em poeira de caquinhos fiquei.   

Pensamento do mês

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