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A mostrar mensagens de março, 2016

Crónica para o grupo de escrita criativa (saiu, porra!)

Terminadas as mini férias da páscoa, eis que foi dia de regressar ao ativo. Dia de trabalho que acabou com aula de ginástica. Sendo que eu estou para o exercício físico como os vegetarianos estão para a carne, é fácil perceber que vou para a aula em modo mandrião, como se uns carrascos invisíveis me arrastassem para uma sessão de tortura medieval.  Lamento, mas não tenho o fit no meu código genético. Nunca serei como aquelas musas das redes sociais, que publicam fotos à velocidade da luz em trajes (menores) desportivos coloridos e apelativos à vista, que divulgam os seus vídeos a fazer levantamentos e agachamentos com a mesma facilidade com que eu barro manteiga no pão pela manhã. Manteiga de amendoim. 100% amendoim, sem aditivos, conservantes e outras cenas.  Lá me arrastei para a aula. Cheguei cedo. Juntei-me a colegas e uma andava a distribuir pequenos ovos de chocolate, os resquícios da páscoa. Chega a professora e topa-nos a lambuzar os dedos de chocolate. Tremi. Estava com cara d...

Perspetivas

Há uns 20 anos atrás, no alto dos meus 15 anos, eu olhava para as pessoas com mais de 30 e pensava: ih, bué da cota, tá velho! Agora, em contagem decrescente para os 35, penso: ih, tou bué da jovem!  

Enquanto o vento uiva lá fora

Eu conclui o raio da crónica para apresentar amanhã no encontro do grupo de escrita criativa. A dificuldade é escolher um tema. Escolhido, é soltar os dedos e deixar fluir. Mais ou menos, vá. Sou demasiado perfecionista e leio e releio e não acho nada de especial. Mas pronto, está escrito, dei voltas à cabeça, deixei fluir, ainda me ri, fiz algumas correções no final, uns retoques aqui e ali, e não mexo mais. A dita já está ali nos rascunhos, à espera de ser revelada também aqui. Ainda mais depois de me aturarem com a neurose da falta de criatividade ou imaginação.   

Pandora de Pavlov

Acabei de passar os olhos num post que mostrava fotos de iguarias alentejanas, com a minha adorada sericaia com ameixa incluída no lote. Estou para aqui a salivar e a pensar que na minha lancheira tenho uma pêra e um iogurte natural.   

Nem assim, Sapinho, nem assim!

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O Sapo achou piada à minha falta de criatividade e vai de destacar o meu post . Além de agradecer não só o destaque, como a hipotética ajuda, confesso que a criatividade continua uma causa perdida.   

O Jogo do Anjo: o meu primeiro desafio de leitura

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Depois de ler A Sombra do Vento  e ter ficado rendida à escrita de Zafón, eis que recebo um convite para participar num desafio de leitura. Ler em simultâneo com um grupo de ávidas leitoras e admiradoras de Zafón O Jogo do Anjo . Agradeço à Magda  pelo convite, agradeço a todas as participantes a oportunidade de pertencer a tão excelente grupo de leitura. Comecei bem o desafio, que no fim-de-semana em que arrancou a leitura, eu devorei mais de 300 páginas. Depois o tempo disponível abrandou-me o ritmo, e o próprio livro começava a irritar-me: tanto mistério, andar ali às voltas, respostas nem uma, e já achava que aquilo era uma grande loucura, e não me admirava que chegasse ao fim e o protagonista acordasse de um pesadelo qualquer, de um devaneio, e eu ficava ali, com vontade de espancar o narrador. Não foi assim que aconteceu, mas confesso, fui a última a cumprir o desafio. Vale que é daqueles desafios em que não há vencedor nem vencidos, tão pouco pódio com medalhas para distribuir. ...

Um pontapé na criatividade

Quando fiz o curso de escrita criativa, tive a sorte de pertencer a um grupo de alunos muito boa onda. Chegaram a organizar alguns almoços para convívio dos Canecos, assim fomos batizados, almoços esses que por vicissitudes da vida não pude ir (foram sempre na zona de Lisboa e aconteceram na minha altura de desemprego, ir de Aveiro para Lisboa para almoçar não sai propriamente barato). Criámos um grupo secreto no facebook e durante uns tempos aquilo era bem animado, gente a publicar, outros a comentar, partilhas animadas... Com o tempo foi esmorecendo.  Semana passada um dos ilustres Canecos lançou o repto de reativar o grupo. Temos marcado um encontro online por semana, escrever uma pequena crónica semanalmente para partilhar e comentar, trocar ideias.  Eu gosto disto. Mesmo. Mas o tema da primeira crónica é tema livre, o dia do encontro está a chegar e eu sem nada escrito para publicar.  O meu drama da folha em branco, com um vazio imenso e um eco enorme. Vou escrever sobre o quê? Ai...

Num dia de férias chuvoso

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Assim que me sentei no sofá a meio da tarde, na companhia dos gatos, indecisa entre ver um filme ou ler o livro  que tinha em PDF e que estava tão ansiosa por ler, a escolha não foi difícil. Descarreguei o PDF no tablet e foi começar na primeira e só parar na última página. Já não me lembro da última vez que li assim, de uma assentada, um livro.  

Pensamento do dia

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Sobrevivi

A semana passada foi esgotante. A nível emocional. O convite da sogra, a minha recusa, ele querer ir fez com que a relação terminasse. E ressuscitasse. Falámos como nunca falámos sobre o assunto. Chorámos ambos como nunca chorámos. Juntos. A compreensão da parte dele pelo que tenho vindo a acumular ao longo dos anos, como me sinto, a confissão que ele próprio já se pegou com a mãe porque ela tem de respeitar e aceitar a pessoa de quem ele gosta e escolheu apanhou-me, em parte, de surpresa, em parte não. No fundo eu sabia que ela fazia esse jogo com ele: falar mal de mim, convencê-lo que não era mulher para ele. Se na minha cara já disse e fez certas coisas, nas minhas costas então, seria mais que previsível. Depois argumentou, como menino ferido, que já perdeu o pai e terá sempre a angústia com ele de não ter aproveitado o tempo que teve para estar com ele. Não quer que aconteça o mesmo com a mãe, independentemente do feitio dela. Nem com a avó, que tem quase 90 anos e não se sabe quan...

Percebes que não estás tão bem como queres aparentar

Quando na consulta com a nutricionista, à pergunta: - Então, como vai ser essa Páscoa? Te desmanchas a chorar. E a consulta de nutrição transforma-se numa sessão de divã de Freud. Mas nem tudo foi mau. À quantidade de amêndoas de chocolate que ando a devorar nos últimos dias, não só perdi peso como volume. A ruindade emagrece!!   

Mini férias à vista

Sexta é feriado. Segunda meti o dia de férias. Hoje de manhã recebemos um comunicado em como amanhã à tarde a empresa dá tolerância de ponto. Planos? Acabar de ler o livro. Ir a uma festa latina para os lados de Coimbra. Descansar. Comer amêndoas de chocolate. Assar cabrito e fazer aletria. Descansar. Comer amêndoas de chocolate. Na segunda talvez vá visitar uma amiga de quem já tenho muitas saudades, especialmente daquele abraço, e neste momento é o que mais preciso: aquele abraço. E amêndoas de chocolate. Branco, de preferência. Domingo posso estar sozinha. Talvez me enfie no cinema. Ver o Panda do Kung Fu e comer pipocas pode ser um bom antidepressivo, não?!  

Pensamento do dia

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À quantidade de amêndoas de chocolate que já comi...

... creio que nas veias me corre chocolate. Do branco!   

Quando o orgulho é amor próprio

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O orgulho não leva a lado nenhum. Aquele orgulho desmedido, egoísta, que cega e fecha uma pessoa na sua própria verdade, ignorando tudo à sua volta. O orgulho que impede que se reconheçam erros, que se admita falhas, que se peça desculpa. Mas há o orgulho que é amor próprio. O orgulho de quem não se quer deixar mais levar por faltas de respeito e consideração. O orgulho de quem se fartou de engolir insultos para não alimentar conflitos. O orgulho de quem já enfiou a cabeça na caixa da areia em prol de um (suposto) bem maior. E porque os outros vão até onde deixamos, há o orgulho que é amor próprio, que nos faz reagir para nos protegermos, o orgulho que dá um murro na mesa e diz basta. É a esse orgulho que agora me agarro, com unhas e dentes: o de me preservar, enquanto pessoa digna a respeito e consideração. O orgulho de fera ferida, que rosna porque se cansou de ser perseguida e mutilada. E foi esse mesmo orgulho que me levou ontem a comunicar ao Gandhe que eu não vou ao almoço. Ele p...

Alimentar a fé com amêndoas de chocolate

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Enquanto vou trincando vorazmente amêndoas que trouxeram, e vou pensando que raio vou dizer ao homem mais logo, quando chegar a casa, sobre o filho de uma grandessíssima meretriz do almoço em casa da sogra, vou tentando trabalhar e vou pondo o olho em cenas giras para ver se me distraio. E distraio. Agora embeicei por uns calções da Stradivarius, essa loja do demo cheia de coisas giras que me tentam a carteira e os olhos. Eu que até gosto de calções, mas não encontro nada que me tape devidamente o traseiro, sem me apertar as carnes e eu parecer a Popota vestida num 32, estou perdida de amores e totalmente crente, cheia de fé, que estes são os que me vão ficar bem, assim um arraso. E alimento a fé nos calções com amêndoas de chocolate.   

Pensamento do dia

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 Nem de propósito, que eu hoje estou de uma honestidade crua. 

O karma, a sogra e a minha bílis!

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Por altura do natal houve um episódio (mais um) da sogra que me deixou a ferver. Depois de tantas, foi como a gota de água que fez transbordar o copo. Depois daquilo, ela de mim não teria mais consideração, nem engolir sapos, nem nada. Posso ter muitos defeitos, mas não sou nem hipócrita nem cínica, portanto cansei de me esforçar para manter algum tipo de relação, com o mínimo contacto possível, de andar a engolir sapos e fazer alguns fretes, tudo pelo Gandhe, que é filho (e parvo, que continua a ser tapete debaixo dos pés da mãe). Ora que fez ela no natal. Quis ficar sozinha, porque a mãe dela ia para casa de outro filho passar o natal, o namorado ia para casa de uma filha, e ela alegou umas dores de dentes e que não estava para se chatear. Portanto, a única pessoa que ela tinha no natal, curiosamente é a mesma e a única pessoa que ela tem nos restantes 365 dias, não estava para se chatear no natal, não se esforçou minimamente. Se a filha viesse cá, não lhe doíam os dentes, se a mãe n...

Insólito

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Deitar-me num domingo às 22h e adormecer na hora, acordar às 07h30 de segunda, sem qualquer interrupção. E não me sinto fresca e fofa, como uma alface.   

Pensamento do dia

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Eu e o exercício físico em casa

   

Pandora em modo escrava do lar!

Há dias assim, que uma pessoa (ou mulher vá) se sente a Isaura* do pequeno burgo. Hoje foi o dia. Saio do trabalho, passo no supermercado, chego a casa, preparo o jantar, e uns muffins que vi receita no facebook, e janto, e lavo a loiça, e arrumo a cozinha, e lavo o chão da cozinha, que isto de ter quatro gatos é muito cutxi, mas dá trabalho, que dá, e compensa, mas há dias que só apetece atirar com a esfregona à cara de um certo espécie masculino, que se acha muito cansado para mexer um palito que seja.  Agora a Isaura Pandora vai ao banho, que também merece.  Até amanhã.   *Isaura, a escrava branca que a telenovela imortalizou.  

Pensamento do dia

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Sapatinho de Pandora

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Hoje estou nitidamente para procrastinar. O volume de trabalho é inversamente proporcional à minha vontade de fazer alguma coisa produtiva.  Posto isto, venho só aqui mostrar uma futilidade, para matar tempo. Gosto de sapatos. Rara deve ser a mulher que não gosta. Desde que me meti nisto das danças, babo-me por sapatos de dança. É cada um mais lindo, digno de princesa. Para já a minha coleção conta com três pares, mais dois pares que entretanto se finaram pelo uso intensivo em aulas e no social, nem sempre nos melhores pisos para sapatos de dança. Poderia ser loucura se fossem todos de marcas xpto, que custam de 80€ para cima, sendo a maioria de 100€ para cima. Mas não. Até aqui a minha veia pelintra prevalece. Descobri o Ebay e a enorme diversidade que tem em sapatos de dança. Até 20€ ou 25€ há um mundo à escolha, e o difícil é mesmo escolher os special one. Comecemos pelos únicos de marca xpto que tenho, comprados com desconto, por ser modelo descontinuado e já só haver aquele par, e...

Dramas de Pandora, take 2

Hoje precisava lavar o cabelo. Amanhã tenho agenda livre para o pintar à noite em casa. Lavo hoje para pintar amanhã, ou aguento o cabelo por lavar mais um dia? Pensando que não, a coloração adere melhor em cabelo por lavar (aka, sujo). Hoje tirei o dia para dramas de caca, está visto.   

Dramas de Pandora

Hoje é dia de aula de ginástica. Hoje combinei com colegas da dança de sair para um sítio novo onde vai haver noite latina. Estou aqui na dúvida se troco agachamentos e abdominais por duas ou três salsas e um cha cha cha. Ou se dou uma de maluca e vou a tudo, sem dó nem piedade pelo esqueleto.   

Serei só eu?

Acho de um pedantismo sem precedentes gente que coloca nos contratos de serviços Dr. Fulano de Tal.  Será que o Dr. também consta no BI / CC?!  

Pensamento do dia

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A vida acontece e resolve-se

A nuvem passou. Nada como uma noite de sono tranquila, como o despertador de manhã a dar início a um novo dia, com as rotinas entranhadas na pele e nas horas, mas ainda assim um novo dia em branco, por preencher. E nada como um dia que termina com uma excelente notícia, que não era esperada, pelo menos num futuro tão próximo e imediato. A vida acontece e há dias que parece resolver-se por si mesma. Hoje termino o dia com uma profunda gratidão. E alegria. O futuro sorri. E isso deixa-me feliz e com esperanças renovadas. Bom fim de semana! 

Pensamento do dia

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Crise existencial ou parvoeira?

Hoje tive um dia cheio, mas nem por isso produtivo. Sabem aqueles dias que uma pessoa parece uma barata tonta, mas chega ao fim do dia e vê que em trabalho mesmo, pouco fez?  Fui convocada para um workshop durante a tarde, depois ao fim da tarde, e como membro da equipa que organizou uma campanha de solidariedade que decorreu no 2º semestre de 2015, tive de ir à entrega do donativo angariado (batemos recorde, orgulho).  O dia trouxe novidades. Dos outros. Que me deixam feliz, a sério que sim. Mas deixam-me com um sentimento de vazio dentro de mim. Como se eu visse a vida a passar, impávida e serena, enquanto os outros avançam e arriscam e conquistam coisas. As boas novas dos outros deixam-me aquele sabor a fel de me sentir estagnada. Aquela sensação de frustração de remar, remar, remar, remar e não sair do sítio. Aquele sentimento de fracasso pelos sacrifícios que faço e não me levam a lado nenhum, enquanto os outros parecem gozar mais e receber mais da vida. Não lhes tenho inveja. E e...

Pensamento do dia

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Com humor, dizem-se as verdades

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Via facebook.  

Oh sorte!!

Uns dias sem chuva. Decidi pôr a máquina a lavar roupa sem consultar a metereologia. Estendi a roupa ontem à noite.  Hoje chove. E não é pouco.  

Pandora, a sem estilo

Quando alguém me diz que determinada peça de roupa ou acessório é a minha cara, eu fico deveras surpresa. É que às vezes dou por mim a vestir coisas completamente diferentes, estilos totalmente contrários, e nem por isso me sinto diferente. Sou assim. Casual, informal e adepta do conforto, acima de tudo. E gosto de variar, de misturar, de me vestir consoante o que me apetece naquele dia, desde que me sinta bem. Tenho uma queda especial pelo chamado boho chic, acredito que devo ter sido hippie noutra vida, mas isso não significa que me vista assim dia a dia, todos os dias. Tanto ando de saltos como de sapatilhas, de sabrinas fofinhas como de botas. Tanto ponho um vestido como uns jeans, umas calças coloridas como umas pretas. Tanto uso rendinhas, como tudo liso, riscas ou flores.  E só a título de exemplo. Ontem vesti skinny jeans pretas, botas de cano alto, enrugadas, salto médio, camisa ao xadrez, malha preta e casaco preto de estilo militar, assim, com ar de bad girl. Hoje fui de ves...

Pensamento do dia

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Dia internacional da Mulher

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Há quem concorde, há quem discorde deste dia. Há quem ache uma estupidez, há quem ache uma devida homenagem. Eu, na minha insignificância, não vejo este dia como a oportunidade de ir jantar com amigas, ver um striptease manhoso, andar aos gritinhos, como se a minha única saída ou fuga da rotina familiar e profissional fosse essa noite de 8 de Março. Isso é subverter a simbologia deste dia. E este dia serve para que nos lembremos de como as nossas antepassadas lutaram por direitos que hoje temos como adquiridos, lembremo-nos que, por esse mundo fora, a condição de se ser Mulher ainda é um fator de discriminação, de desigualdade, de condição inferior, quase equiparada a escrava.  Este dia simboliza a constante luta pelos direitos das mulheres, que mais não são que os direitos do ser humano: a dignidade, o respeito, a segurança, a igualdade de escolhas e oportunidades, a liberdade. E, infelizmente, apesar de já se ter avançado social e culturalmente em várias partes do mundo, a verdade é ...

Ulisses demorou dez anos a regressar a casa

Eu só à quarta tentativa é que consegui entregar umas análises no centro de saúde. A história. Em dezembro, na consulta anual de planeamento, a médica de família mandou-me fazer análises, que já não fazia há dois anos e blá blá blá. Passou a credencial, deu-me um papelinho com o nº de processo e o nome dela e as instruções eram bem claras: assim que tiver o resultado das análises, deixe lá fora (secretaria) juntamente com este papelinho, caso haja alguma coisa fora do normal, entro em contacto consigo, se estiver tudo normal, as meninas lá fora ligam para vir levantar as análises. Ora bem, fiz as análises em início de fevereiro, depois de as levantar têm andado na mala a ver se tenho um bocadinho para lá passar e deixar. De manhã é impensável lá passar, que está sempre cheio de gente, principalmente dos fofos dos reformados, que adoram ir fazer sala e conversa para tudo quanto é sítio de atendimento público: posto de saúde, posto de correios, junta de freguesia, and so on. Como o centr...

Como arrefecer o desejo de consumo?

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Mostro ao Gandhe este vestido , já na ideia desta semana o ir ver, experimentar e trazer para casa.  Eu, com ar fofo: Olha, que achas deste vestido? Ele:      

Pareço a loira do pisca*

Olho pela janela. Está sol. Está nublado. Vai chover. Não, está sol outra vez. Eh pá, mais umas nuvens escuras. Eh lá, não tarda cai uma chuvada. Oh, veio o sol outra vez. (...) E não devemos sair disto. ______________________________ * referência à loira da anedota:  O homem pede à namorada loira, para sair do carro e ver se o pisca está a funcionar. A mulher sai, olha para a luz e diz: - Está..., não está..., está..., não está..., está..., não está...

Imaginem de quem me lembrei?!

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Pandora tem olho gordo

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Adoro relógios. Para alimentar este meu gosto, a maioria dos relógios que tenho são da Parfois. Giros, preço acessível, variedade de escolha, em saldos com preços ainda mais amigos da minha carteira. E a verdade é que os relógios que tenho da Parfois, e repito, são vários, nunca me deram chatices. Até à data o mais antigo que tenho levou algumas vezes pilha e troca de bracelete. Os outros, ainda nem pilha levaram, as braceletes são metálicas, pelo que não espero ter de trocar tão cedo. Ironicamente um relógio que tive da One deu-me bastantes chatices, ainda para mais fizeram asneiras na assistência, dentro da garantia, tive de batar o pé, pôr a Deco ao barulho e quando me quiseram dar outro à troca, eu preferi o reembolso, dada a porcaria de assistência que tive. Gandhe tem relógios da One e também já lhe deram bastantes chatices, já foram vezes sem conta para a assistência e pouco tempo depois de voltarem, o mesmo problema aparece, e lá vai novamente para assististência, e andamos nis...

Chegou!!!

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Terça recebi um desafio. Impossível resistir ao desafio. Impossível dizer que não. Mas para entrar no desafio eu precisava de um livro, que sim, queria muito ler, mas ainda não estava nos meus planos comprar. Só que teve de ser. Lá fui eu ao site da WOOK,  encontrei o livro em edição de bolso, preço simpático. Portes grátis, pontos acumulados no cartão a descontar no valor final, e compra feita. À noite fiz o pagamento e hoje tinha a encomenda em casa.  Parece que afinal vou continuar com Zafón na mesinha de cabeceira. Yupiiiiii!!  E para acabar esta semana em que estive doente, nada melhor do que ir cortar o cabelo. Então bom fim de semana a todos!  

Três dias sem café

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Suspirando pela primavera

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  E a Stradivarius a ajudar-me nesses suspiros, em que penso em vestidos fofos, sandálias leves, óculos de sol, sumos naturais e saladas frescas. Este vestido é assim a minha cara. Segurem-me, que está difícil cumprir a promessa de jejum de compras.   

Deve ser a primavera a espreitar

Ou não. Mas hoje, finalmente, já me sinto melhor, sem tantas dores, com mais corzinha na cara e energia no corpo. A alimentação continua na dieta branca até me sentir a 100%, espero que no sábado possa jantar uma bela pizza em dia de derby futebolístico.  Ontem consegui passar num sapateiro que me recomendaram e as minhas botas têm cura. Maravilha, que além de gostar muito delas, não me apetecia nada gastar dinheiro noutras.  Estou em modo zombie, efeitos do jejum em cafeína. No dia que puder beber um café, acho que bebo logo meia dúzia de enfiada, para repor os níveis de cafeína no sangue. E assim vai a vida na caixa de Pandora.   

Repouso? Ah ah ah

Achavam que eu estava de repouso, a ver se curava as maleitas com caldinhos e descanso. Era, não era? Pois que não. Formação o dia todo fechada numa sala, em modo esponja absorvente. Estou KO.  

Mais uma -ite no curriculum

Da enxaqueca que ontem começou a atacar a meio da manhã, ao fim do dia juntaram-se tonturas e cólicas de me fazer dobrar de dores. Perda de apetite (oi, eu ficar sem apetite, é grave) e sensação de agonia depois de comer.  Hoje apenas a enxaqueca diminuiu, os restantes sintomas mantiveram-se. Vai daí, visita à clínica mais próxima assim que saí do trabalho. Pois que tenho uma colite. Ora toma lá um medicamento para as cólicas, dieta branca durante uns dias, para as dores de cabeça, benuron.  Ah e que é isso da dieta branca? Cozidos e grelhados só com sal, pouco, de carnes brancas e peixes brancos, acompanhados de arroz, massa ou batata cozidos só com sal. Legumes só nabo, chuchu, eventualmente cenoura e alho francês. Nada de temperos, condimentos, molhos, gorduras, picantes, legumes coloridos, frutas só pêra e maçã. Nada de leite, muito menos café (vou colapsar sem a minha dose de cafeína).  E pronto, é isto. Cada um tem o que merece, e a mim parece-me que o karma me está a preparar, à...

Sobre os óscares

Dada a quantidade absurda que vejo de comentários aos vestidos, maquilhagens e penteados na red carpet, tenho uma sugestão que pode dar um belo formato de programa de entretenimento. Ora vejamos, já temos o Next Top Model, o Masterchef, o Biggest Loser, o So You Think You Can Dance, o Dance With the Stars, o The Voice, o Got Talent, e tantos outros em busca de novos talentos, porque não um dedicado a estas alminhas com vocação para stylist e fashion adviser? Poderia ser o Biggest Stylist, ou So You Think You Can Be Fashion Adviser, ou então o Dress the Stars. À quantidade de potenciais candidatas, tinhamos programa para mais edições que a Quinta dos Degredos.