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A mostrar mensagens de fevereiro, 2016

A Sombra do Vento

"... a arte de ler está a morrer muito lentamente, que é um ritual íntimo, que um livro é um espelho e que só podemos encontrar nele o que já temos dentro, que ao ler aplicamos a mente e a alma..."   Lembro-me de há uns dois anos, mais coisa, menos coisa, ler em vários blogues sobre este livro. Cheirou-me a sururu, a febre de autor, e eu, não sei explicar porque sou assim, quando anda meio mundo com um livro na mão e o seu autor na boca, eu desconfio e não lhe chego perto. Fica-me ali a curiosidade, deixo o sururu acalmar, e só depois da febre massiva passar, é que então pego no dito livro ou autor e julgo de minha justiça. Foi assim com Dan Brown, foi assim com Zafón.  No verão passado, ao escolher um livro para oferecer, deparei-me com uma edição de bolso de A Sombra do Vento. A bom preço. Pensei que com os pontos acumulados no cartão ainda conseguia melhor preço e achei que era a minha oportunidade de dar uma oportunidade a Zafón. No entanto, o livro foi para a minha prate...

Segunda feira

Dói-me a cabeça. E não, não estive a ver óscares, nem filmes, nem nada. Até me deitei cedo, mais do que é habitual ao domingo, e dormi muitas horas. Se calhar o mal é esse: demasiado descanso. Do fim de semana pouco há a dizer. Homem foi trabalhar no sábado, pelo que aproveitei e fiz uma daquelas limpezas gerais, com direito a afastar móveis e aspirar o cotão que se acumula por trás deles. Aproveitei a tarefa de limpeza, e reorganizei umas gavetas, dele principalmente, que aquilo parecia que tinha lá passado o gémeo mau do furacão Katrina. Ao fim da tarde fomos lanchar com um casal amigo nosso, e eu afiei o dentinho num bolo de chocolate com recheio de mascarpone, amoras e morangos, com cobertura de mascarpone e framboesas. Ainda me babo só de pensar no bolo. O domingo foi caseiro, com direito a arrufo de casal e amuo pela tarde fora. Aninhei no meu cadeirão do quarto e acabei o livro (A Sombra do Vento) que tinha em mãos. Que leitura! Ainda estou meia atarantada. Já escolhi o próximo,...

Pensamento do dia

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Sem tirar nem pôr

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Masoquismo, parte 2

Sabem aquele guilty pleasure que dá numa pessoa, mesmo sabendo que a coisa pode correr mal? Pois. É raro, coisa para uma ou duas vezes no ano, dar-me aquela vontade de ir comer ao McDonald's, com aquele intuito de "sim, apetece mesmo dar uma facada bem dada na alimentação cuidada, comer porcarias e com prazer". O problema é que eu até sei que vou passar o resto do dia indisposta, com aquela sensação de enfartamento, e horas depois é uma corrida, constante, à casa de banho. Eu, que sofro de obstipação crónica, comer no McDonald's é como quem põe aquele líquido para desentupir canos: uma limpeza! Agora vou-me, que a conversa está pouco agradável, e a natureza empurra-me para a casa de banho. Again!   

Tea Lover

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Se há uns anos me tivessem dito que ia deixar de beber leite (ou ia reduzir drasticamente o seu consumo a uma vez por semana, e quando o é) e iria passar a beber chá, de manhã, à noite, até durante refeições já experimentei, eu teria dito que estavam enganados. Mas a verdade é que não. Reduzi drasticamente o consumo de leite e aderi aos chás. Continuo a preferir os frutados aos de ervas, e apesar de se pagar um pouco mais, prefiro os biológicos ou orgânicos pelo sabor maravilhoso que têm. Esta foi a minha última reposição de stock. Uns vão ser novidade, outros já são meus conhecidos, e adorados. Pandora's tea time! 

Let's go party!

Ontem a fita métrica da nutricionista confirmou o que a professora de ginástica tinha comentado .  Hoje, em jeito de festejos, fui almoçar com uma colega de trabalho ao McDonald's. O L.A. Bacon Chicken é muito bom.  Há que festejar os bons resultados obtidos. Era evitado estragá-los, mas who cares, logo há outra vez aula para me pôr a arfar, de língua de fora, toda torcida, capaz de apenas mexer os olhos, e vamos com sorte.    

Uma da manhã, hey!

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Ontem, apesar do cansaço, principalmente físico, pelo esforço da aula de ginástica, depois do banho, do pijama vestido, de uma caneca de leite quente, enfiei-me na cama e peguei no livro. Perdi noção do tempo, tão embrenhada estava. E só quando senti vontade de ir à casa de banho me  apercebi dos braços dormentes, por estar há tanto tempo na mesma posição. Era quase 1h da manhã e eu a não querer parar. Sôfrega, voraz, só queria devorar as palavras que me levavam ao fim do livro.  Puxei do meu bom senso e estabeleci o limite para o capítulo que estava prestes a terminar. Ainda comecei o seguinte, mas forcei-me a fechar o livro, apagar a luz e dormir. Não adormeci logo, ali, às voltas com as últimas revelações. Que grande revelação. Não posso dizer reviravolta, porque não alterou o rumo da história, mas são os detalhes que faltavam, as revelações, os segredos guardados que são totalmente inesperados. UAU!!! É só o que consigo dizer. Agora só anseio por logo, tomar o meu banho quente, ves...

Pensamento do dia

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Afinal o masoquismo vale a pena

Por masoquismo entenda-se a minha forte paixão por exercício físico (not) e como anseio, qual criança em noite de natal, pela hora da aula. Hoje não arranjei desculpas. Equipei-me e arrastei a bunda até à aula. Depois do cardio, com corrida para aquecer, agachamentos e kicks, eis que estou fresca e fofa, de lingua de fora, a arfar como um cavalo de corrida, desgrenhada e transpirada, a mentalizar-me para ir ao tapete encher uns abdominais, e eis que a professora me diz que se notam os resultados: mais magra, mais tonificada, com braços mais definidos e cintura marcada. Ora pois que fui até ao tapete com o ego mais inchado que peru de natal. Se calhar por isso é que os abdominais dos infernos me custaram a fazer. Era do inchaço.

Nas palavras dos outros vejo-me ao espelho

Hoje bati com os olhos numa crónica. Na hora de almoço, enquanto aguardava pelo plim do microondas, passeava os olhos pelo mural do facebook e algo me chamou a atenção. Abro o link. Leio de um trago o texto e sinto aquele arrepio de quem recorda um pesadelo. Vais ser sempre uma infeliz . Ouvi tanto isto. Ouvi tantas das coisas descritas neste texto. Vivi outras tantas. É duro. Foda-se, é mesmo duro. E não tem cura. É um vazio e uma mágoa que nos acompanha até ao fim dos dias. Conforta-me a coragem de ter virado costas, de largar, de procurar viver em vez de sobreviver. Conforta-me saber que há outras pessoas com histórias de vida familiar semelhantes. Que ouviram as mesmas coisas, que sentiram as mesmas coisas, que sofreram de igual forma. Conforta-me saber que a culpa não é minha, que o monstro não sou eu, que contra quem mais me devia apoiar e gostar de mim, eu procuro ser feliz como sou.   

Quando a vida acontece

O dia amanheceu cinzento. Frio. Com ameaça de chuva. Os gatos não saem do ninho. Amontoaram-se os quatro numa só alcofa, assim, tudo ao molho e fé em Deus, que a união aquece.  Eu passei o dia com alguma letargia. Apesar de ter acordado com vontade de ouvir, em modo repeat, Sway de Michael Bublé e ir treinando o cha cha cha, a verdade é que me sinto apática. Talvez seja do tempo, que me deixa sonolenta, com vontade de me aninhar no meio dos gatos. Talvez seja das poucas horas de sono, e não muito bem dormidas. Talvez seja da ausência do chefe, que convida um pouco à preguicite aguda. Talvez seja porque hoje é dia de aula de ginástica e eu já estou a magicar o que hei-de arranjar que me impossibilite de ir.  Penso no livro que está pousado há mais de uma semana. Não tenho tido tempo ou cabeça para o ler. E fico genuinamente triste e de consciência pesada porque tive uma fase em que andava mais ativa na leitura e voltei ao marasmo. Trabalhar o dia todo, chegar a casa, tarefas domésticas,...

Uma pessoa jura jejum e depois é isto!

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    Pois, quanto mais prometo jejum de compras, parece que mais fome tenho. Bati os olhos nestas blusas da Modalfa, e fiquei com o coração a palpitar.  Missão: passar revista às blusas de meia estação. A regra é de ouro: só entra novo, se sair velho. Portanto, acho que vou encontrar algumas blusas em idade de reforma. Muaaahhhhhh   Nota-se que tenho tendências para os vermelhos? Até deve custar a acreditar que sou Sportinguista.

Efeito secundário da aula de dança

Acordar com vontade de ouvir esta música e andar pelo quarto a treinar os passos de cha cha cha. Ontem a aula foi cha cha cha. Como mudei de escola e estou numa turma "abaixo" do nível em que me encontro, para os colegas ontem foi a primeira aula que tiveram de cha cha cha, e para mim foi curtir cha cha cha, que eu adoro. Sou ave rara. A maioria não gosta, protesta, resiste, no social são poucos os que se atrevem a dançar e é muito raro passar um cha cha cha no social. Mas eu gosto. Gosto das músicas, gosto do ritmo, gosto do ar meio sassy (atrevido), meio sensual. Ontem a aula pouco me trouxe de novo, foi bom para rever bases, mas acima de tudo para descontrair na aula e encarnar o espírito sassy do cha cha cha.   When marimba rhythms start to play Dance with me, make me sway Like a lazy ocean hugs the shore Hold me close, sway me more  

Tá explicado!

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Pandora, a antitendências

Diz que está na moda as mom jeans . Detesto. Diz que está na moda os bomber jackets . Detesto. As duas coisas juntas então, é bem provável que me dê uma coisinha de urticária nos olhos.  

L'Oreal Revitalift Laser X3, creme de dia

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Há cerca de um mês recebi um kit da Youzz para testar este novo creme da L'Oreal . Um mês passou e já posso dar um feedback do uso do mesmo. Ora bem, sem entrar em detalhes técnicos, que não tenho knowhow para isso, a minha opinião é meramente como utilizadora e posso dizer que estou rendida ao creme. Tem uma textura e um perfume absolutamente divinais. Basta uma ervilhinha de creme, todas as manhãs, e a pele transforma-se. Sinto-a extremamente suave, com aspeto de luminusidade, mesmo nas manhãs em que acordar custou e o ar antes de lavar a cara e pôr o creme é digno de um zombie. Chego mesmo a achar desnecessário aplicar o BB Cream, já que o aspeto da pele fica mesmo espetacular, ultra suave e luminosa. E não é suavidade que se sinta só ao passar a mão. É mesmo uma sensação de suavidade que sentimos na pele após aplicar o creme. Absorve de imediato, o que é ótimo para quem faz estes rituais matinais na corrida contra o relógio, e o seu efeito mantém-se mesmo depois de aplicar o pr...

As Cinquenta Sombras de Black

Na sexta à noite fui ver o filme com o Gandhe, que não viu As Cinquentas Sombras de Grey, e os amigos com quem fui ver o original. Paródia do princípio ao fim. Uma paródia essencialmente ao filme As Cinquenta Sombras de Grey, mas não só. É também uma sátira, no melhor humor negro (ah ah ah) ao próprio racismo, às ideias pré concebidas dos hábitos de gente branca e gente negra.  Se quiserem uma daquelas idas ao cinema para rir de disparates, de coisas completamente non sense , sim, este é o filme. Não esperem um humor inteligente, não é. É uma paródia, mais que sátira, que usa um pouco dos lugares comuns (não estivessem eles no filme original) que caem um pouco no brejeiro e ordinário. Mas vale a pena, pelas gargalhadas que nos faz dar.     

Custou tanto acordar...

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Planos para a noite de sexta

 E pipocas. Doces.   

O cão não me comeu os trabalhos de casa, mas quase!

Confesso, não fui à aula de ginástica, sabendo que ia ser a tortura dos elásticos.  E sim, não seria necessária uma grande desculpa para me baldar, mas a verdade, por mais parva que possa parecer, como a velha desculpa do cão ter comido os trabalhos de casa, é que faltei por factos superiores à minha (pouca) vontade. A saber: Chefe perto das 17h passa-me um trabalho que tinha de estar pronto hoje de manhã. Portanto tinha de dar aos dedos. Já ia bem adiantada quando há uma falha de energia, adivinhem quem não gravou o ficheiro? Pois. Praticamente 75% do que já estava feito foi à vida e não se recuperou. Refazer. Colega até me esteve a ajudar, senão saía ainda mais tarde do que saí. Chego a casa tarde, mas ainda com tempinho para trocar de roupa e ir à aula, mas eis que o homem tinha chegado da consulta de oftalmologia e queria ir escolher os óculos à ótica do centro comercial mais próximo. Fui. Regresso a casa mais morta que viva, já a aula de ginástica devia ir a meio. Vou tratar do ja...

O dilema de Pandora

No post anterior perguntei Yey or Ney  mostrando um modelito de uma mala da Cavalinho. A quem respondeu, obrigada pelo feedback, a sério, estamos todas em consonância, para mim também é NEY, pela marca, sem dúvida, que não me acende paixões nem nunca me pôs a arder em desejos por qualquer artigo. Mas, aqui me confesso, vivo um pequeno dilema. O modelo que vos mostrei em particular foi-me gentilmente oferecido no Natal de 2014 pelo Gandhe. O menino esforçou-se, sabe que gosto de malas, embora já não compre tantas como antigamente, mas gosto. É raro passar à porta de uma Parfois e não ir espreitar. O rapaz esforçou-se. Escolheu um modelo que costumo usar, nas cores que mais gosto. O moço acreditou que me oferecer uma mala da Cavalinho, com direito a papiro com o certificado de qualidade, me ia deixar sem palavras. E deixou. Infelizmente não pelo deslumbramento, mas pela surpresa de tal escolha, ainda mais quando, por muitas malas que veja, ele nunca me viu a olhar para as da Cavalinho. E...

Yey or ney?

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Sinto-me nua

Esqueci-me dos brincos.  

Freud explica

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Sabendo eu que logo a aula de ginástica vai ter exercícios com elásticos... ... estou a pensar que hoje era um bom dia para ir cortar o cabelo ao fim da tarde.     

Terapia feminina

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O dia ontem foi negro. Uma pilha de nervos, em modo explosivo, touro enfurecido a largar fogo pelas ventas.  Ao fim do dia, a necessidade de me deslocar à cidade levou-me ao centro comercial. Estacionei o smart-pandora-mobile, fui tratar do que tinha a tratar, e depois entrei na loja do demo, aquela com coisas giras a preços bem apetitosos, de seu nome Stradivarius.  Confesso, quebrei o meu jejum de compras. Vieram umas calças push up pretas, que vão substituir umas que encostei por evidentes sinais de desgaste, e de bónus, porque eu mereço, uma mala camel , que já me tinha ficado debaixo de olho. Em minha defesa, mala camel para mim é um básico dos básicos, e a minha última foi para a reforma no mês passado. A dita tem o tamanho ideal para levar um tijolo dentro, o que será de extrema utilidade quando tiver a sogra pela frente.  Aproveitei e fui à Pluricosmética comprar a tal máscara de cor que tinha visto na semana passada . Tive sorte e ainda apanhei a promoção.  Nem tanto pelas com...

Esgotei o calão por hoje

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O motivo: sogra e as merdas que ela faz e são os outros que têm de limpar. Hoje passava por cima dela com um camião TIR, rodinha por rodinha. E depois fazia marcha atrás.   

Ah ah ah

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A propósito do dia dos namorados, uma amiga, com aquele sentido de humor negro que eu tanto aprecio, sabendo-me admiradora de Pessoa, partilha esta imagem no meu facebook. E eu? Só me podia rir às gargalhadas.   

Pandora, a comentadora de red carpet

Estava a vegetar pelo mail, decido abrir a newsletter da Caras, nomeadamente o link para ver a passadeira vermelha dos Grammy Awards .  Ora bem, não se assustem que não vou dissecar as 84 fotos que vi. Resumo tudo em: 1. Alguém me confirma se o carnaval não foi na semana passada? 2. Red Carpet deve ser carnaval em inglês chique.  3. Morticia Adams a ditar tendências. 4. O sambódromo tem mais classe.  Pronto, é isto.       

Pensamento do dia

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Então Pandora, o fim de semana?

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Pois que na sexta a noite me dediquei à arte de coloração de cabelo em casa, usando pela primeira vez produtos profissionais. Optei por esta marca , sem amoníaco, o que é requisito obrigatório para mim, e confesso que nas cabeleireiras nem sempre sei quando respeitam a minha vontade. É que as colorações com amoníaco irritam muito o meu couro cabeludo, e já aconteceu eu estar com a tinta aplicada a fazer o tempo de espera, e ter de ir coçando com um pente que me arranjam, tal é a comichão que sinto. E nos primeiros dias pós coloração idem. Não me acontece com as colorações sem amoníaco, e quando as faço em casa, tenho sempre esse cuidado. Nas cabeleireiras, bem que o peço.  Adiante, simples de preparar, a coloração é muito cremosa e espessa, aplica-se muito bem no cabelo, não escorre, não mancha a pele. Gostei do resultado final no cabelo, além de que me deixou o cabelo brilhante e macio. Aprovada. Sábado foi dia de ir buscar o Smart. Chovia torrencialmente, estava um vento insuportável...

Pandora em noite de natal

Estou em pulguinhas de ansiedade para amanhã de manhã ir buscar o mini-pandora-mobile .   

Leitura terapêutica

Ontem à noite sentia-me agitada, a cabeça a mil, as emoções num rodopio nervosinho. O banho quente não me serenou. Nem o chá. Quando me deitei percebi que ia sofrer de insónias e ia ter uma noite da treta. Se já me sentia esgotada, a perspetiva de uma noita dessas aterrou-me. Pouco crente, peguei no livro . Achava que não me ia concentrar, que não ia conseguir ler, que não estava para aí virada. Pois que não. Fiquei de tal forma agarrada, que me embrenhei na leitura e desliguei a ficha do mundo, das ideias saltitantes. Acalmei. Dormi já depois da 1h30 da manhã. Posso não ter dormido muitas horas, ou as que achava que precisava para descansar. Mas a verdade é que dormi tão bem, tão profundamente, que acordei com outra energia, outro animo, outra leveza.  

Pensamento do dia

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Não há coincidências

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Estou com os neurónios mirrados. Energia abaixo de zero. Quero tomar um banho e dormir. Semana de tpm, semana com formação intensiva, semana com uma neura com o Gandhe, risquem estes dois últimos dias do calendário e eis que chego a casa com vontade de me deitar no chão e chorar para ver se a neura vai embora, e leva o cansaço e as ideias confusas na minha cabeça, e tenho um embrulho à minha espera. A minha Balentina com vestes de Mãe Natal presenteou-me.    E já não bastava esta carência de mimo, as emoções à flor da pele, cai-me tudo quando leio as palavras que me escreveu. Oh bolas, estou aqui de lágrimas nos olhos, num misto de descarga de nervos, stress, e emoção. Sou tão humana, tão frágil, tão imperfeita, e esta doce menina mima-me desta maneira. Sem palavras. A não ser um enorme obrigada por salvares o dia, os dias sombrios que por aqui se vivem. Obrigada pela amizade, pelo carinho, pelo dom de apareceres quando mais preciso, logo eu que me fecho e isolo e fujo para que não vej...

Coloração de cabelo

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As minhas últimas colorações foram na cabeleireira. Como fui cortar, aproveitei e tratei logo de pintar também.  Acontece que o meu último corte foi um bom corte, que sim, já cresceu uns bons 2 cms ou mais, a julgar pelo tamanho da raíz, mas o corte está impecável sem precisar de retoques. A cor é que precisa de ser retocada, já se notam as raízes, o tom está mais esbatido, e as malditas brancas a aparecerem. Surgiu a questão: ir à cabeleireira só pintar, ou pintar em casa e daqui a dois meses ir retocar o corte, aproveitando para nova coloração? Pintar em casa não é novidade para mim, e tendo o cabelo curto, a tarefa está-me facilitada. Podia optar por comprar uma coloração profissional à venda nas lojas da especialidade, tratar da coisa em casa, e poupar uns trocos (e tempo, que desperdiçar uma manhã no salão é coisa para me arrepiar os nervos). Então fui à Pluricosmética ver as colorações e preços. Primeiro critério: coloração sem amoníaco. Duas marcas disponíveis: a Inoa da L'o...

Enfim, descanso!

Tarde de formação. Sair fora de horas. Chegar atrasada a uma consulta. Ir para casa mais tarde que o previsto. Jantar, arrumar cozinha, tratar dos gatos. Olhar desinteressadamente para a tv, passar os olhos pelo feed e atualizar algumas leituras de blogs. Limpar a caixa de e-mail. Sinalizar os importantes para tratar depois. Atualizar um documento. Enviar resultado de análises para nutricionista.  Permitam-me o merecido descanso, que amanhã vai ser outro dia longooooo...  

Aos poucos

Vou avançando na leitura de A Sombra do Vento. Há momentos, como o de ontem à noite, que fui vencida pelo cansaço, mas queria continuar, sem parar, sôfrega. Há momentos que paro mesmo a leitura para lhe fazer a devida pausa. Ficar a saborear a parte da história lida, alimentando aquele sabor de deslumbramento e aumentando a curiosidade para as páginas seguintes.  Noutros tempos eu teria lido este livro em dois dias. Agora leio ao sabor do tempo que os dias me dão. Da minha própria disponibilidade emocional. Há dias que termino com um cansaço tão grande que as letras de dançam, os olhos choram, o bocejo vem, a concentração está a níveis abaixo de zero. Estou ansiosa pela parte da história que se segue, pela personagem que vou descobrir e me vai desvendar parte de todo o enredo. Não sei se conseguirei saciar a leitura hoje, já que o dia promete ser longo e cansativo. Aos poucos. Sem pressas. Saboreando as histórias desvendadas, as personagens que se descobrem e entrelaçam. Aos poucos.  

Offline

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Acabei de ser convocada para uma formação de 4h. A questão é que estou inserida nas três equipas distintas, o que implica que vá ter 12h de formação. Começa hoje às 14h, acaba amanhã às 18h.  Aviso à navegação: vou estar ausente. Offline!   

Decisões (ou como isto pode ser loucura)

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Uma das grandes decisões tomadas no final do ano foi a de trocar de carro. Ora bem, desde que moramos juntos, e estamos quase a fazer 8 anos de vida em comum (isto dá bodas de quê?) que temos tido apenas um carro. E se houve alturas em que pensámos que ter um segundo não era má ideia, íamos continuando a manter apenas e só um carro, e uma mota, não não era nenhum motão, era uma 125cv. Gandhe é fã de motas, por ele tinha um motão, eu gosto delas à distância. Nos anos que ele trabalhou à noite um só carro chegava e bastava e nem púnhamos hipótese de comprar outro. O carro ia envelhecendo, deu alguns problemas, alguns arranjos que custaram os olhos da cara (só me lembrar quando teve de levar um turbo novo, ai ai ai), gostávamos muito do carro, chegámos a estofar bancos e tecto, a pintar, zelo não faltou naquele carro. Mas, eis que no final de 2015 decidimos arriscar e comprar uma carrinha nova, aproveitando o desconto de funcionário do Gandhe que acumulava com uma campanha promocional de ...

É carnaval

E quanto mais a chuva cai lá fora, mais eu me encolho na manta do sofá, rodeada de gatos.

Sobremesa de hoje

Um Brufen.  Ai a dor de cabeça que se instalou por estes lados.   

Pandora e os domingos

Pois que este domingo não fugiu à regra dos anteriores. Pela manhã aqui a Pandora anda em modo fada do lar: é fazer a sopa para a semana, é fazer um almoço mais caprichado, e em quantidade para marmitas, é pôr roupa a lavar, passar a ferro a que já estiver seca, é enviar Gandhe ao supermercado com a lista de compras, mas estar atenta ao telemóvel, que ele vai ligar com dúvidas ou perguntas absurdas.  Depois foi almoçar nas calmas, degustar uma bela taça de morangos para sobremesa, deixar o homem arrumar a cozinha enquanto me instalava no sofá com a gataria. Ontem ouvia-se um desfile carnavalesco qualquer a passar perto. Aninhei-me ainda mais debaixo da manta, mexendo-me o menos possível para não incomodar os gatinhos. E depois vem o Gandhe e escolhemos o filme para nos preencher a tarde. Ontem, na galeria do Showbox, escolhemos o filme O Caso de Spotlight . Grande elenco. Grande enredo. Grande filme. O filme está muito bem construído, focando a equipa de jornalistas que investigou e pô...

O rabo de Pandora

Não escondo que tenho assim um trauma com o meu traseiro. Desde sempre. Desde a adolescência que me queixo de rabo grande, quando jovem a mesma coisa, e nem o PDI me serenou a pancada. Aceito a celulite, as brancas no cabelo, a altura que faz de mim uma minion, eh pá, mas o rabo grande é coisa para continuar a dar-me cabo da cabeça. Conjugado então com cintura fina, dá-me dores de cabeça para encontrar calças, vestidos, enfim, roupa que assente e disfarce a coisa. Nem as figuras da J.Lo, da Beyonce ou mesmo da Kim Kardashian, conhecidas pelos traseiros que exibem, me tiram esta minha mania de não gostar do meu e querer "escondê-lo" a todo o custo. Mas também é verdade que foi precisamente o meu rabo empinado, anca larga, que sempre foi elogiado por parte masculina e feminina. Uma professora de dança, da antiga escola onde andei, chegou a dizer que se matava no ginásio para ter um rabo como o meu, que ainda por cima para as danças africanas era quase um requisito obrigatório o...

Encontrei!!!!

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Havia o 35 na loja. Filho único, é certo, mas estava à minha espera. Coisas mais fofas da Pandora. E pronto, não fiz compras nos saldos, não ando de olho em nada nas novas coleções, e já tenho o dito item que me faltava em calçado: uns rasos pretos. E esta mistura de desportivo clássico é coisinha para me fazer as delícias nos longos dias. Fechada a carteira para compras, que outros valores se levantam (ou saem da conta).  

Pensamento do dia

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Não entendo e não me peçam para entender!

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Hoje tive uma pequena contenda com uma colega. Como sempre, eu acabo por me calar, não só porque não quero ser extremista e obrigar os outros a entenderem ou aceitarem os meus pontos de vista, mas também porque já percebi que debater este assunto com certas pessoas é tempo perdido. O assunto começou porque a colega em questão tem um cão de raça e anda à procura de uma namorada para ele. Mas não pode ser uma namorada qualquer, tem de ter pedigree porque a ideia é fazer criação. E para quê? Perguntava eu. "Porque eu quero. Fico com um e os outros vendem-se." E foi aqui que se me arrepiaram todos os pelos do corpo, até as pestanas.  CONTRA, TOTALMENTE CONTRA esta ideia de fazer criação de animais para venda, porque sim, porque são de raça e dá para fazer dinheiro com eles. Que pariu a mentalidade de merda desta gente que usa os animais assim, como se fossem batatas que se semeiam para depois vender. As batatas servem de alimentação nas nossas mesas, os cães são animais, seres vi...

Troco

Nutella por tulicreme.  

Pandora, agora que se foram os saldos, como estamos de novas coleções?

Não estamos. A postura que tive nos saldos  mantém-se, o que muito apraz a minha carteira. A única coisa que me fez brilhar os olhinhos e fazer abrir os cordões à bolsa foram o raio dos chanatos da Stradivarius , giros e baratos, que até entram na minha categoria do "não tenho nada que se assemelhe", mas quer o karma que eu não gaste dinheiro, e não há o meu tamanho (ínfimo, eu sei) disponível.  Posto isto, não ando a babar pela coleção da Zara (coisa que também não ocorre há anos, um caso digno de X-Files), nem a febre pela campanha protagonizada pela Kendall Jenner (que é gira que se farta e mete as irmãs mais velhas no bolso), que ainda por cima é étnica, um estilo que eu adoro, me fez suspirar ou olhar duas vezes. Às tantas o problema é eu não ter um closet. É que o roupeiro não está a rebentar pelas costuras, mas está bem apetrechado para me fazer pensar que tenho muito para vestir e até devia deixar-me de tretas por vestir sempre o mesmo. E isto até merece uma hashtag: ...

Yes!!!

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Pumba, terça de carnaval é feriado para todos na empresa. Ah maravilha!! Eu não quero saber do carnaval para nada, mas um feriado a meio da semana cai que nem ginjas!  Planos: ronha all day long!   

Quando é ele que trata do jantar

E eu posso sentar-me no cadeirão do quarto durante cerca de 30 minutos a relaxar enquanto leio umas quantas páginas do livro. É que sabe tão bem. Pena que seja tão raro. Ah, e o jantar feito por ele estava bom. Tenho de lhe delegar os tachos mais vezes.   

Os mesmos do costume

Não tenho férias desde Agosto, primeira quinzena. Gozei o dia 7 de dezembro por ter trabalhado um sábado, meti o dia 4 de janeiro de férias para tratar de assuntos pessoais. Não sei quando terei férias, ainda não se preencheu o mapa das férias, logo não sei o que os colegas vão escolher para coordenar férias do pessoal.  Mas são sempre os mesmos a gozar férias nas mesmas alturas, as mais concorridas. Semana do Natal e Ano Novo, última quinzena de julho e primeira de agosto.  Agora vem aí o Carnaval. Ainda não há certezas se é "feriado" para todos ou não. Ainda assim duas colegas já pediram o dia, uma porque tem o namorado em casa (engraçado, eu também), que nesse dia a empresa dá o dia, a outra porque tem os filhos (17 e 11 anos) em casa e o marido é provável que trabalhe. Se não houver feriado para todos, ficam os mesmos de sempre a trabalhar, para os mesmos de sempre poderem gozar os dias que todos gostariam de ter livres. Eu sei que é só um dia. Mas para quem esteve de fér...

Descida aos infernos

Aula de ginástica hoje: corrida para aquecimento, intercalada com burpees. Cardio com agachamentos e movimentos de braços, que juro não saber como não me saltaram fora do corpo. Para terminar três séries de abdominais dos infernos. Quando cheguei aos alongamentos estava na dúvida se precisava de uma ambulância ou de um carro fúnebre. Há pouco, no banho, pareceu-me ver quadradinhos nos abdominais. Mentira. Foram os quadrados de chocolate que andei a comer.

Pensamento do dia

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A menos in do pedaço*

Maria *, esta é para a tua lista de menos in do pedaço. Coméqué, tens uma divisão só para o teu closet?  

Uma palavra

SONO! 

Em bom português

Lá porque tenho uma licenciatura que (supostamente) me valida para o ensino da Língua Portuguesa, não significa que eu tenha engolido o dicionário, a gramática e nunca, nunquinha tenha dúvidas. Tenho. E uso as ferramentas que tenho ao meu dispor para as esclarecer. Na minha barra de favoritos tenho o link que me leva direto ao Priberam . E sem vergonha digo que recorro frequentemente a esse link para esclarecer dúvidas. Mais porque vejo tanta bosta mal escrita que chego a duvidar dos meus conhecimentos ortográficos.  Mas um engano acontece a toda a gente, uma gafe, uma gralha, uma letra trocada, na pressa da escrita. Agora o que me dá revoltas à bílis é gente presunçosa, que se acha o topo no domínio da língua, que até se anunciam como escritores, e fazem cursos de escrita criativa e escrevem aberrações como DISPENSA e POUSAR nos contextos em que deveria ser DESPENSA  e POSAR . E o que eu estou fartinha de ler que fazem inventários do que têm na d I spensa (eu dispensava ler esta porca...

Pensamento do dia

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Eu vou arder no inferno

Mas rio-me tanto a ver este vídeo, tanto mas tanto que não sei como ainda não larguei umas gotinhas.  

É do sono

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  Os pais do nosso vizinho de cima, que também é colega de trabalho do Gandhe, chegaram ontem para passar uns dias com o filho. Chegava eu a casa e estacionava atrás do carro deles, que é da mesma marca,modelo e cor do nosso. Em tom de brincadeira disseram-me para não me enganar.  E não é que me enganei mesmo? Esta manhã foi o carro deles que tentei abrir.  Agora grave é que o deles é carro, o nosso é carrinha. E ontem, como voltei a sair para ir à aula de dança, no regresso estacionei noutro lugar do estacionamento (passo a redundância). Isto é sono, não é?   

Gosto de

Nos domingos frios e chuvosos, cinzentos e sombrios de inverno, gosto de passar a tarde no sofá. E adoro ver os meus gatos regalados, verdadeiramente felizes, a dormirem na manta, encostados a nós, ou mesmo ao colo. Parece que dormem com um enorme sorriso, e eu sinto-me tão aconchegadinha por aquelas bolas de pelo. Gosto tanto de olhar para eles e sentir-me em paz.  

O karma é tramado

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Vi uns ténis slip on no site da Stradivarius. Fiquei de beicinho por eles. Há três cores: branco, cor de pele e preto. E eu, que evito calçado preto, foi precisamente nos prestos que vidrei. Não tenho calçado raso preto. Nem sabrinas. Daqui a nada começa a meia estação, tempo de largar botas, mas ainda é para andar com os pézinhos tapados. Eram eles que me fariam as delícias da meia estação.      Então qual é o problema? Em branco e em cor de pele há tamanho 35. Em preto não. Oh cabra de sorte!   

Adeus janeiro

No último fim de semana do mês, despedi-me de janeiro tal como o iniciei. Pijama e tardada no sofá. Vimos o filme Regressão , pelo Showbox. Lanchámos regueifa doce com chá (ainda não foi desta que fiz os scones). Adormeci a meio do primeiro episódio dos X-Files. Vi os episódios que me faltavam das novas temporadas de Scorpion e Mentes Criminosas. Experimentei uma receita nova de salmão com batata doce e adorei.  No sábado andei a limpar o teto e as paredes da casa de banho da suite. Lavei o terraço. Andava numa de esfregar tudo o que me aparecesse à frente. Mas acabei por não ter assim tanta energia. Para o almoço ele trouxe sandes de porco no espeto. Lambuzámos os dedos e acompanhámos com uma mini.  O sol escondeu-se. Não houve sol no fim de semana. Também não houve chuva.  Em janeiro coloquei 8€ na lata das moedas , li metade de um livro, que sim, estou a adorar, mas leio conforme o tempo e a vontade, que infelizmente não tem sido muito para as leituras. Agora venha fevereiro...