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A mostrar mensagens de dezembro, 2014
Pensamento do dia
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"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente." Carlos Drummond de Andrade
Três decisões de fim de ano (para, supostamente, continuar no ano novo)
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- Ler mais . E ter lido um livro inteiro num par de horas é bom prenúncio, não é?! Siga para o próximo. - Escrever mais . Um dos meus sonhos de vida está ligado à escrita. Não foi à toa que escolhi a área das literaturas e linguísticas. Nem foi à toa que o ano passado fiz uma (primeira) formação em escrita criativa. É uma área na qual quero continuar a apostar, quer em formação, quer em prática. Se um dia pudesse fazer da minha vida a escrita, era assim melhor que ganhar o euromilhões. PNL também está nos meus planos, a ver se em 2015 me aventuro um pouco mais neste mundo da escrita e da linguística. Pode ser que finalmente encontre o tema para avançar com o projeto de um mestrado ou pós graduação, enfiado no fundo de uma gaveta quando decidi arrumar o canudo. - E agora, como não podia deixar de ser, o objetivo geral e comum nesta época: fazer mais exercício físico . Já tenho as danças e é para manter e continuar. Não sou menina de ginásios, nem muito adepta do exercício, mas já em...
Afinal não foi tão mau
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Depois da odisseia de andar atrás de uma prenda para a sogra, escolhemos esta capa da Zara: E eu a pensar que o comentário da senhora fosse algo deste género: ah, é bom para guardar ovelhas... afinal recebemos um "ai, é quentinho para andar em casa". Registo para o futuro: para a próxima leva um roupão e umas pantufas!
O Natal e o livro
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Fui desafiada por duas simpáticas meninas, a Nathy e a Miss Ana , a responder a um questionário sobre o Natal. Não o fiz nem vou fazer. Não gosto particularmente do Natal, pelas memórias amargas que me traz, memórias que vêm desde a tenra infância até aos dias de hoje. Nunca tenho natais fáceis de viver, sem ter sentimentos e emoções que supostamente não fazem parte desta quadra. Não tive nem tenho uma família digna desse conceito, e não vou entrar em detalhes, porque são demasiados esqueletos no armário, demasiadas mágoas que ainda estão por digerir. Mas tento, nos meus 33 anos, viver um Natal o mais próximo do espírito da quadra. É uma época que aproveito para mimar as pessoas que ao longo do ano estiveram comigo, no bom e no mau. Tenho todo o prazer em escolher miminhos que, mais que uma prenda de Natal, é um agradecimento pela amizade e carinho, é escolher algo especial para aquela pessoa. Escrevo, de coração, mensagens a desejar feliz natal para cada pessoa a quem o quero fazer...
Das surpresas que chegam sem aviso
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Há pais natais que não descem por chaminés, não usam fartas barbas brancas nem vestes vermelhas. Há pais natais tão excecionais que não precisam de se identificar para que todos os vejam. Há pais natais especiais, com o dom de chegar no momento certo, com as palavras certas para acalentar os corações e enchê-los de ternura. E um desses pais natais chegou-me via CTT e levou-me às lágrimas. Obrigada, Alice , pela ternura que espalhas, por esse teu dom de chegar aos corações. Até um dos gatos cá de casa ficou encantado!
Pérolas familiares
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Já se sabe que eu e a minha família é assim uma coisa estranha. Resumindo: sinto-me orfã. E está tudo dito. Mas não bastava já ter uma família de caca, ainda levo com a do Gandhe. Ontem a irmãzinha querida, que vive noutra cidade, mas mais parece que vive em Plutão, que não vemos desde o funeral do pai o ano passado, ligou a dizer que vinha até cá visitar a avó (mas só a avó, que com a mãe continua de relações cortadas), levar os miúdos a conhecer certos sítios da sua infância e juventude, que eles não conhecem, porque raramente cá vêm, e queria porque queria ver-nos e dar um beijinho. Ok, quando quisesse, ligava e nós íamos ao encontro. Pois esperámos, sempre com os telemóveis por perto, fomos tomar café com uns amigos à pressa, porque ela podia ligar, e eram 17h e nada. Ligou ele para a irmã. Pois que já estava a caminho de casa. Sem comentários!
A minha conquista por uma nuvem fofinha no céu
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O Gandhe ontem manifestou verdadeiro desespero por não saber o que oferecer à mãe, e passo a citar: - Cacos para a casa acabam sempre num canto qualquer, sejam Vista Alegre seja um pedaço de barro. Da maneira como ela agora anda (subentanda-se, toda gaiteira) pensei assim numa coisa qualquer, um perfume, uma mala, uma bijuteria para ela se enfeitar. E eis que eu, sem pensar muito, e no meu (ainda) bom senso, dou estas sugestões, perfeitamente na moda, adequadas à senhora, sem ser à velha, mas também sem ser à adolescente com as hormonas aos saltos: - E que tal uma daquelas capas/ponchos de malha que se estão a usar muito? Opção 1 ; opção 2 ; opção 3 . Ele até gostou das sugestões. E eu também, principalmente para o caso dela não gostar e poder ficar eu como "caixote do lixo" da senhora esquisitinha que nunca gosta de nada .
Coisas que me assolam o espírito por alguns nano segundos e me irritam a bílis!
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Em poucos dias foi tanto e tão pouco
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Nesta última semana vivi extremos. Ou será radical falar em extremos, mas foi exatamente assim que me senti: a viver o mau e o bom das pessoas e da amizade. Se por um lado tive mais um episódio com pessoas egoístas, egocêntricas (daquelas que no horizonte do seu campo de visão têm a ponta do seu nariz), interesseiras, que sem qualquer respeito ou consideração usam e humilham os outros, por outro vivi momentos únicos de amizade sincera, verdadeira, despretenciosa, altruísta. E agradeço ter pessoas assim na minha vida que me fazem pôr para trás tudo o resto que não interessa. As primeiras amigas a aquecerem este coraçãozinho magoado e triste foram a Ângela , a Cindy e, surpresa, a m-M , que finalmente conheci ao vivo e a cores, abracei sem conseguir evitar umas lágrimas de emoção. A Cindy documentou e bem este nosso encontro . São estas amizades e partilhas que dão sentido à existência dos blogs, que servem como pontos de encontro e de partilha de experiências, não como ringues de luta ...
Ah e tal olha aqui um post fashion com umas sapatilhas trendy!
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Na hora de almoço fui comprar umas sapatilhas para as aulas de dança. Nem sempre faço com os sapatos de dança, nem sempre dá jeito fazer os exercícios de saltos, nem sempre apetece. Premissas para umas sapatilhas: - terem uma sola que deslize - serem minimamente giras - serem baratas Eis as eleitas: Marypaz, 9,99€. Exatamente nestas cores. Don't ask, mas adorei vê-las nos pés.
Mistérios da mente masculina
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Em dias de aula de dança, jantamos mais cedo, ele fica incumbido de arrumar a cozinha antes de sair para o trabalho e eu vou para a aula. Chego a casa por volta das 23h e a cozinha arrumada na visão masculina deve ser: LAVAR A LOIÇA!! Resultado: devo ser uma Cinderela com jet lag. Até à meia noite foi ver-me de vassoura e pano na mão, a limpar areia dos gatos e a colocar-lhes comida (nem isso, os pobrezinhos tinham a taça da ração vazia, vazia, até fazia eco). Ah, mas a loiça estava lavada!
Da Yämmi
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Nunca mais falei da Yämmi. Mas a verdade é que a dita tem sido pouco explorada, graças à história das intolerâncias e as minhas restrições alimentares, a Yämmi é usada para sopas e pouco mais. Mas vá, aprovadíssima nas sopas e no que já me aventurei a fazer. aletria (aprovadísima, já repeti), arroz doce (mais que aprovado, a repetir em breve), e mais recentemente um bacalhau à brás que ficou maravilhoso. As receitas estão no livro base, sim, adaptei um bocadinho ao meu gosto, quantidades e assim. As sopas já faço intuitivamente, conforme o que tenho e me apetece. Portanto o balanço com a Yämmi é bastante positivo, apesar de não ter explorado muito pelas condicionantes alimentares que tenho. Para quem pensa num robot de cozinha e acha a Bimby um abuso de cara, sim, a Yämmi é uma boa aposta.
Amigo secreto
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Na empresa houve quem lançasse o desafio de se fazer uma troca de prendas ao estilo amigo secreto. Houve um número considerável de pessoas que alinharam, e a ideia era até ao dia marcado para a troca de prendas se ir fazendo partidas, brincadeiras, dedicatórias, sempre anónimo, à pessoa que calhou. Ora eu fui muito ativa com a pessoa que me calhou. Deixei-lhe várias mensagens, umas cómicas, outras poéticas, até uma versão de uma letra de uma kizomba eu fiz para ela. Não se pode queixar de não ter tido surpresas. Já a pessoa a quem eu calhei, nem um post-it com um reles olá me deixou. Adiante. Fui das que alinhou na brincadeira e andou a meter-se com as pessoas e a dinamizar a coisa. Mas devo ter dinamizado tanto que tenho três pessoas crentes que sou eu a amiga secreta delas. É caso para dizer que estou muito requisitada!! Amanhã é a troca de prendas, e adivinhem quem está de férias?! A pessoa a quem tenho de entregar a prenda. Tenho cá uma sorte!! Amanhã também é o dia do jantar de ...
Ho ho ho já chegou!!!!
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E chegou o meu presente do pai natal secreto II , organizado pela Cindy! A menina a quem eu calhei na rifa não tem blog, ou pelo menos não o divulgou. Mas isso não a impediu de participar na iniciativa e fico contente que o tenha feito. A blogosfera a incluir e não a excluir. ** Adorei. Adorei as simpáticas palavras do postal, sorri enternecida com o seu desejo especial para mim (obrigada), adorei o miminho, ainda mais sabendo que foi feito pela própria. Eu sou menina de bijuteria, sim senhora. Perco-me por brincos (nunca falha), mas vou usando pulseiras e colares. A Joana enviou-me um colar que é a minha cara: tem aquele ar de étnico, de boho, de irreverente e diferente, não deixando de ser simples e discreto (características que prezo muito). Adorei, a sério. E como se ainda não bastasse, uns chocolatinhos para me deliciar (este mês posso, quero lá saber das intolerâncias, pelo menos a do chocolate). Merci! Obrigada! Adorei. Mesmo. Não é por simpatia ou dos "dedos" para for...
Ho ho ho já chegou!!!!
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E chegou o meu presente do pai natal secreto II , organizado pela Cindy! A menina a quem eu calhei na rifa não tem blog, ou pelo menos não o divulgou. Mas isso não a impediu de participar na iniciativa e fico contente que o tenha feito. A blogosfera a incluir e não a excluir. ** Adorei. Adorei as simpáticas palavras do postal, sorri enternecida com o seu desejo especial para mim (obrigada), adorei o miminho, ainda mais sabendo que foi feito pela própria. Eu sou menina de bijuteria, sim senhora. Perco-me por brincos (nunca falha), mas vou usando pulseiras e colares. A Joana enviou-me um colar que é a minha cara: tem aquele ar de étnico, de boho, de irreverente e diferente, não deixando de ser simples e discreto (características que prezo muito). Adorei, a sério. E como se ainda não bastasse, uns chocolatinhos para me deliciar (este mês posso, quero lá saber das intolerâncias, pelo menos a do chocolate). Merci! Obrigada! Adorei. Mesmo. Não é por simpatia ou dos "dedos" para for...
Caríssima CP
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Primeiro há que louvar a modernização dos vossos serviços. Que isto de andar de comboio é todo um novo mundo: agora carregam-se bilhetes em máquinas, não há cá ir à bilheteira pedir informações e comprar o bilhete, demasiado impessoal falar através de um vidro, falar para a puta da máquina é bem melhor (atendimento personalizado na era contemporânea). E depois se calha uma pessoa não se entender com a máquina e entra no comboio sem o bilhete, está à pega com o pica (e eis o busílis, com tanta modernização, ainda não fizeram upgrade ao pica??!!). Mas vá, eu até já nem ando muito de comboio, embora aprecie, mas isto uma pessoa habitua-se ao carro e não quer outra coisa. Também verdade seja dita, não preciso do comboio no meu dia a dia, se precisasse acho que estava feita ao bife, para não dizer a f* word. Adiante, eu até já tenho um desses bilhetes com chip e até já consigo entender-me com a máquina que os carrega, já não me esqueço de validar o bilhete antes de entrar o comboio, e até...
Resumo de um fim-de-semana prolongado
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Já deu para perceber, ou é preciso fazer um desenho?! Reduzir tarefas ao mínimo indispensável, reduzir as saídas de casa ao estritamente necessário, o que implicou dar meia volta para trás quando me deparei com o trânsito entupido junto aos acessos de um centro comercial. Mantas, sofá, gatos, chás, séries, livro, dormitar, descansar e repor energias. Ainda não estou totalmente recuperada, ainda ando a antibiótico, nos dias mais complicados não deixei de vir trabalhar, pelo que "repouso e caldos" era algo a que ainda não me tinha dado ao luxo para ver se curava esta laringite. Então, lamento mas não tenho passeios, jantaradas e compras natalícias para partilhar. Foram três dias de repouso.
Fico tão sem jeito
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Ultimamente ando a ouvir elogios. Ontem recebo uma sms emocionada de uma amiga especial, a quem enviei um miminho de Natal, onde ela me chamava de "anjo humano". Comento isto com uma outra amiga que me escreveu isto: Mas moça, TU ÉS MESMO MESMO MESMO um anjo humano. Porque raio ainda duvidas? Fazes coisas lindas à tua volta e nem te dás conta. Numa tentativa de ajudar um gato abandonado, deste-me a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos. Presenteias toda a gente à tua volta, tens paciência para ouvir os dramas de todos, espalhas magia mulher. Depois há quem me considere um exemplo, uma inspiração. Menos, a sério. Menos. Não sou anjo, não sou exemplo, não sou inspiração. Sou uma miúda de 33 anos, com traumas, com medos, com fantasmas do passado enterrados algures na minha pele, com sonhos guardados, com desejos e vontades, com defeitos, tantos, com uma vida banalíssima, cheia de rotinas chatas, com algumas dificuldades e agruras. Agradeço ter amigos e pessoas espec...
Dúvidas que me assolam o espírito por um minuto
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Perdoem-me as fashionistas, fashion advisers, entendidas e afins... mas tenho uma dúvida. Expliquem-me porque raio quando fazem montagens de looks do género: o mesmo vestido, dois looks - o look de dia é com botas, casaco quente ou sobretudo mesmo, lenço e cenas dessas, e depois o look de noite é uma sandalinha, um casaquinho mais fino, e coiso. Sou só eu que acho que à noite ESTÁ MAIS FRIO?!!! Pronto, era isto.
Tadinhos dos meus gatos
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Ontem, quando vi a reportagem sobre o novo calendário dos Bombeiros de Setúbal, soltei um suspiro e disse: ai se estivessem mais perto os meus gatos iam parar ao telhado para eu chamar os bombeiros. Curioso que partilhei este desejo profundo no facebook e é só mulherio a clicar no gosto. Porque será?!
Coisas que me assolam o espírito por alguns nano segundos, mas não tiram o sono
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Da imensidão de uma folha de papel branca
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As palavras bailam-me na mente, coordenam-se num bailado narrativo, contam uma história, sentem-se emoções. Corro para uma folha de papel e a imensidão do seu vazio afasta as palavras que bailavam na minha mente. Fica um eco. Eco de um enorme espaço vazio, frio, despido. Ando às voltas. Percorro os labirintos dos meus sentimentos. Corro portas e janelas, contorno esquinas. Choro e rio, lembro e esqueço. Quero escrever. Perseguir a eternidade do que sinto e penso e imagino e crio. Assusta-me a imensidão da folha de papel vazia. Há barulho. Muito ruído de uma multidão sem rosto, sem contornos. Afasto-me da folha branca e retorna o silêncio. E, com ele, as palavras que bailam na minha mente, num tango narrativo, contam uma história, desenham paixões. E fico quieta. Para que a história se construa.
O que estou eu aqui a fazer?
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É a pergunta que faz eco na minha mente. Não estou bem. Se fosse apenas isto de não ter voz, paciência: do mal o menor. Agora é o mau estar. O calor e os calafrios. A sensação de nausea, o filho de uma grande pu...ritana do Ar Condicionado que me entope os canais respiratórios, as temperaturas de chocadeira e basta ir à casa de banho para levar com ar glaciar. O que é que estou aqui a fazer? A porcaria da medicação causa sonolência. Estou mais atenta a ver se não bato com os dentes no teclado do que propriamente concentrada nos ficheiros excel que estou a trabalhar e nas Procv's que estou a aplicar. O que estou eu aqui a fazer? A morrer aos bocadinhos sempre que me dá um ataque de tosse e arrasto-me para a casa de banho. Para não perder um dia de trabalho? Para mostrar a minha dedicação? Quero ver se na hora de darem o xuto se vão lembrar de mim, convalescente, a trabalhar? O que faço eu aqui, quando a única coisa que tenho força para fazer é pegar nas minhas coisas, sair porta...