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Não são só os thrillers que me fazem ler compulsivamente. Nos últimos 4 dias li estes dois de Fredrik Backman. A leitura compulsiva foi, essencialmente, muito emotiva. Foram inúmeros os momentos que me arrepiei e me emocionei ao ponto de ficar com lágrimas nos olhos. E sorrisos, também. Muitos foram os sorrisos de ternura, porque a vida, muitas vezes, traz desafios enormes, dores e sofrimentos que parecem impossíveis de ultrapassar, e são nesses momentos de sombras e trevas que, no meio do gelo, vem o calor humano. É muito mais do que ler as histórias das várias personagens que compõem a pequena comunidade de Björnstad. É sentir a dor delas, a força que emana dessa dor, é comovermo-nos com a solidariedade, com o espírito de interajuda tão subtil e silencioso quando à volta o ódio e as rivalidades parecem vencer.
Estou naquele momento em que não sei o que ler a seguir, porque o que quer que venha a seguir vai ficar aquém das emoções que estas personagens de Björnstad despertaram, do quão profundo foi o toque que senti na alma e no coração.
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