Acabei ontem, confesso, mas como só faltavam as últimas páginas, vamos considerar ainda uma leitura de 2019. Foi penosa, confesso. Li a sinopse e achei interessante. Inevitavelmente criam-se expetativass, para depois levar com um balde de água fria. É um suposto livro divertido, que aborda o tema dos judeus (religião, cultura, história) de uma formadiretaa, crua e humorística. Só que não. O humor é relativo. E a personagem protagonista é tão chata que dói. Um tipo com 49 anos, que não fez nada de especial na vida a não ser viver obcecado com os judeus, querendo ser judeu a todo o custo. Ao passo que os seus amigos, judeus de nascimento, não fazem propriamente questão de afirmarem a sua identidade judaica, sendo que um, famoso filósofo, até se auto intitula como um judeu envergonhado. E judeus para aqui e judeus para ali, e nada, absolutamente nada contra os judeus, mas toda a obsessão que o protagonista mostra em relação aos judeus, o seu endeusamento, como se ser judeu fosse a porta ...