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A mostrar mensagens de outubro, 2018

Pandora abre a caixa... e tenta segurar a esperança!

Há dias li o post  Blogar e o Estado de Espírito , do Triptofano, e pensei cá com os meus botões que eu partilho da mesma incapacidade de separar o estado emocional da escrita no blog.  Primeiro: sou pessoa demasiado expressiva e, por muito que tente disfarçar o que estou a sentir, há sempre algo na minha voz, no meu olhar, no sorriso, na expressão facial que me denuncia.  Segundo: o blog para mim é a mesma coisa que eram os diários perfumados com uma pseudo fechadura que usei na minha adolescência (hello 90's). É o meu espaço de terapia pela via da escrita. Um espaço que agora, ao contrário de outrora, é partilhado e aberto a comentários e outras partilhas. Mas é um espaço meu, logo das minhas vivências, emoções, estados de espírito, opiniões, dos meus dias. Sou eu que decido o que partilhar, até onde me expor, e acreditem (para quem aqui anda há mais tempo não é desconhecido) já houve textos que foram um verdadeiro, e creio corajoso, strip tease da minha alma e experiência de vid...

Pensamento do dia

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 Se alguém já descobriu esta fórmula, por favor partilhe.   

Piada do dia

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Dá para rir. Só que isto é tão verdade...   

Leitura de setembro

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  A leitura de setembro foi inesquecível. E não por bons motivos. Eu adoro Joanne Harris. Mas este é o segundo livro da autora que me custou horrores a chegar ao fim e que, finalmente terminado, foi assim uma completa perda de tempo e energia. Desilsão. Balde de água fria. A sério que foi a mesma autora de histórias como Chocolate que escreveu isto? Inacreditável.  Supostamente a autora queria escrever um thriller. Eu não sei que raio ela tinha em mente, mas isto de thriller tem muito pouco (ou mesmo nada), mas em compensação tem muito de confusão e tremenda seca. Nem me vou pronunciar mais sobre o livro porque esta leitura foi uma verdadeira catástrofe. Sem ponta por onde lhe pegar.  Mas eu continuo a gostar dos outros livros da autora, sim? E há uns quantos que tenciono ler. Espero é não ter mais nenhuma desagradável leitura como esta.   

Por aqui está-se com gripe!

Ainda fazia calor e o verão prolongava-se pelo outono quando eu acordei com uma terrível dor de garganta e ouvidos.  Com a tendência natural que tenho para aquelas -ites (amigdalite, faringite, laringite, otite), o pequeno almoço foi concluído com uma dose de Brufen. E assim andei três dias. A garganta e os ouvidos acalmaram, veio o corrimento nasal. Depois do Brufen durante três dias vou à farmácia. Dão-me um spray para aliviar a congestão nasal e a garganta. Alguns dias depois parecia estar melhor mas... começa uma tosse absolutamente esgostante. Tossia tanto a ponto de faltar o ar, de provocar o vómito, de ficar com sabor a sangue na boca e o peito a arder. Sábado fui ao médico. É-me anunciado um estado gripal que não carecia de antibiótico, iria durar entre 20 a 21 dias e a tosse podia prolongar-se por seis semanas. Analgésico, outro spray para a garganta, um xarope para a tosse. Melhorias nada. Ontem mal me aguentei no trabalho, com constantes ataques de tosse, aflitivos, esgotant...

Pensamento do dia

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Viver é um ato de fé. Tem de ser. Nos dias negros, então, é a tábua de salvação a que um náufrago se agarra, numa réstia de esperança de sobrevivência. Há dias difíceis. Há dias mais leves. Há dias em que simplesmente se deixa acontecer. Acredita-se que se é assim, é porque tem de ser. Confia-se no que a vida trás e leva.  Serenei a minha tempestade interior. Lambi as minhas feridas. Confiei que tudo havia de passar. Que eu ia ficar bem. Que há luz para além da escuridão.  Cada dia é um ato de fé. Repito, de mansinho, que vou ficar bem. Que estou bem. E a vida vai ficando mais leve.  Obrigada. A quem leu o meu desabafo. A quem dedicou um pouco de si. A quem deixou palavras. Aqui e não só. Desculpem o período de silêncio. Foi necessário para me reencontrar. Voltei. 

Pensamento do dia

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