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A mostrar mensagens de agosto, 2018

Sem filtros!

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Por cá continua-se em modo férias. Já com aquele sentimento de entrar numa triste contagem decrescente. Adiante. O relógio não pára. Carpe diem ! A férias estão a saber bem, obrigada.  Não havia nada muito planeado, e decidimos, quase em cima da hora, ir uns dias até ao Alentejo rever amigos e passar o aniversário de uma amiga que me é muito querida. Foi uma visita de médico, quase, deu para matar um pouco as saudades, para aquele abraço, para pôr a conversa em dia, para (re)visitar alguns locais onde não me canso de voltar. E é sempre com a certeza que é para lá que vou passar a minha reforma que regresso a casa.  Depois queria fazer praia. O ano passado tive duas míseras tardes de praia, brindada a vento e a comer com areia. Portanto este ano queria tirar a barriga de misérias. Só que, hello, estou no norte. Calor apanhei no Alentejo (nem imaginam como me incharam os pés e os tornozelos, a Fiona do Shrek ao pé de mim tem pés de bailarina). Dois dias de praia com calor, a seguir ficou...

Finalmente!!

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Quaaaaaaaaaaseeeeeeeee...

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Por um fio(zinho)...

Diz o povo que “mais vale cair em graça do que ser engraçado”. Ando a sentir isso na pele. E queima.  Não sou, nunca fui, e dificilmente serei daqueles “lambe-botas”, que se fazem valer do seu charme e encanto para parecer em vez de ser. Mas a merda é que são esses artistas que se safam bem. Os que criam a fabulosa ilusão de serem profissionais competentes e dedicados, ultra empenhados no trabalho. A mim calhou-me ser honesta e crente que o reconhecimento se faz pelo mérito e pelo trabalho. Ando tão iludida, é o que é. Quando mudei de equipa de trabalho, fui integrada provisoriamente na equipa de backoffice, sendo que tenho funções diferentes, porque é suposto pertencer a um novo órgão/equipa que, apesar de já estar em plenas funções, oficialmente ainda não foi constituída como órgão no organograma da empresa. Então, e provisoriamente há ano e meio, estou sob alçada de uma chefia intermédia que é absolutamente intragável. Sabem aquele estereótipo do funcionário público que entrou para ...

Quase...

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Cenas que me encanitam o Tico e o Teco

Gente que vai a conduzir (ou a tentar, vá) e a fazer stories em direto para o Instagram. Atender o telemóvel enquanto conduz? Proibido. Contraordenação grave punível com coima. Ler ou escrever SMS enquanto conduz? Proibido. Contraordenação grave punível com coima.  Já para não falar do perigo que é para si e para os outros, como está tão bem resumido neste artigo .   Pergunto-me se não estará incluído neste conjunto de comportamentos de risco, que implica uso do telemóvel em simultâneo com o acto de conduzir uma viatura, as filmagens em direto para as redes sociais.  É que, do que vejo, a malta não vai com os olhos na estrada, vai com os olhos na câmara do smartphone. E como são vídeos de tempo limitado e reduzido, é necessário estar sempre a pôr novamente a filmar. Mais o bla bla bla bla... bla bla bla... junta tudo e atenção à condução é bola! Nicles. Zero. Nenhuma.   

O segundo volume já foi!

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Já se passaram duas semanas desde que acabei o segundo volume da saga Sebastian Bergman. E nestas duas semanas ainda não posso dizer que já tenha avançado para nova leitura. Dá para imaginar o quão intenso foi este segundo volume? Pois, agarrou tanto que poucos dias duraram as quase 700 páginas e agora só me apetece ler o terceiro e quarto volumes (mas ainda não os comprei e são livros com um preço superior a 20€ cada  ). O Discípulo foi uma leitura viciante, que inicia precisamente no ponto onde o primeiro volume terminara: Sebastian Bergman descobre a identidade da filha que desconhecia existir até ao momento em que descobre, após a morte da mãe, umas cartas que ela guardou anos a fio, juntamente com esse segredo. Para Sebastian esta revelação é a oportunidade de voltar a encontrar um sentido e um rumo na vida, depois de ter perdido as duas pessoas que mais amou: a mulher e a filha, que viu morrer num tsunami. No segundo volume descobrimos mais sobre este ambíguo protagonista, de mo...