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A mostrar mensagens de junho, 2017

Antes & Depois

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  Antes: Depois: Finalmente o sofá novo chegou, o outro seguiu para a nova casa. Depois de muitas ideias trocadas, lá nos decidimos a trocar o sofá por um multifunções (tem sofá cama, tem baú de arrumação integrado). Depois de muitos catálogos vistos, algumas visitas, acabámos a comprar num vendedor de móveis já nosso conhecido. Escolhemos o modelo, as cores, fizémos upgrades, alterações, tudo por medida, personalizado, e nem por isso ficou mais caro em comparação com os prontos a entregar das grandes superfícies de mobiliário. Estou bastante satisfeita com a troca. A ironia é que a nova coqueluche do T2 vai ter de esperar para ser devidamente apreciada, pois se a semana foi um caos, exaustiva, a chegar tarde e más horas a casa, o fim de semana vai ser fora de portas, com uma agenda social preenchida. Pudesse e era menina para estar em dois eventos ao mesmo tempo.  Bom fim de semana!!   

Expetativa vs realidade

Ando eu viciada no site Homify e perco-me a ver os diversos post's. Suspiros profundos, desejos e vontades de fazer transformações giras no T2. Giras e caras, não me venham com merdas. Só não me candidato ao Querido Mudei a Casa porque era provável que me despachassem os gatos por não combinarem com a decoração. Adiante, muitos post's com ideias e sugestões e inspirações que me arrancam suspiros, mas depois há aquela coisa chata que se chama realidade. E não é só a realidade da carteira.  Um exemplo: agora proliferam post's com sugestões para terraços e varandas, são as pérgolas, as zonas de barbecue e autênticas salas de estar ao ar livre. Espreitem aqui  e  aqui , só assim para dar um cheirinho, porque todos os dias há publicações semelhantes. Ora eu até sou uma sortuda dos diabos que tenho um terraço com cerca de 40 m2. Mas se posso fazer nele o que me apetece? Havia de ser bonito eu querer pôr uma pérgola e vir o administrador de condomínio dizer que não pode ser porque...

A Viúva

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Li a sinopse deste livro  e fiquei curiosa. No verão passado foi  destaque em várias livrarias, e como estava curiosa, adicionei-o à wishlist da WOOK . Não tinha calhado comprá-lo ainda e eis que uma amiga emprestou-mo , com o alerta que não lhe tinha achado piada nenhuma, que a sinopse engana bem, o raio do livro até irrita e soubesse ela qual era o tema, nem o teria comprado nem lido. Ora, como até temos gostos de leitura muito parecidos, levei a opinião dela a sério e pensei cá com os meus botões que o dito ia ser um balde de água fria.  E não me enganei, nem ela me enganou. Continuamos muito similares nos gostos e opiniões literárias (embora ela tenha gostado mais de A Rapariga do Comboio  e eu gostei mais do Escrito na Água ). Portanto, começo esta pseudo crítica com um honesto: não gostei, não recomendo, não percam tempo. A premissa da história é revelar o lado ou a perspetiva da esposa de um assassino. Saberia ela quem era o marido? Seria cúmplice? Jamais lhe passaria pela cabeç...

Duas aquisições

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Enquanto anda tudo com a febre dos saldos, eu gastei dinheiro nestes dois. Ups!

Pedrógão Grande: Ajuda Urgente

Se me arrepia, me embarga a voz, me deixa de olhos rasos de água e um aperto sufocante no peito tudo o que envolva tragédias em incêndios, Pedrógão Grande não sairá tão cedo da memória, tal é a força com que nos embate e nos deixa prostrados.  Se me falha a voz e me tolda a visão as imagens de um nefasto cenário de destruição e morte, de sofrimento e angústia, também me deixa emocionada a elevada onda de solidariedade que se está a gerar. Vi há pouco este apelo no Facebook . Para quem acha que não tem nenhum talento especial, ou formação adequada para intervir num cenário destes, todos os braços são precisos para tanta coisa. Pedem-se voluntários para receber os camiões que chegam ao quartel dos Bombeiros de Pedrógão Grande, seis ou sete pessoas são insuficientes para a quantidade louvável de mantimentos e vestuário que chega e é necessário separar, arrumar e toda uma logística até seguir para quem está a precisar.  E deixo o desafio aos imbecis das redes sociais que passam horas e hor...

Pensamento do dia

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Menos é mais

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 Cansada de andar com uma carteira/porta-moedas tamanho XL para caberem os cartões e documentos e toda a treta que uma pessoa carrega. Cansada de ter de tirar quase tudo da mochila para conseguir tirar a carteira/porta-moedas XL e depois voltar a guardar, exatamente naquele ângulo, senão não cabe mais nada. Há uns tempos fiz uma boa seleção ao que costumava trazer na bolsinha necessaire, e a verdade é que reduzi consideravelmente o volume de coisas, pelo que agora uma pequena bolsinha (ainda por cima em forma de cabeça de gato, miminho de Natal de uma amiga) chega e sobra para o que é indispensável.  Agora chegou a vez da carteira/porta-moedas XL. Os cartões são muitos, verdade. Se preciso de todos eles? Uns mais que outros, mas nunca se sabe quando são precisos. Como substituir então a carteira/porta-moedas XL? Primeiro pensei em comprar um porta-cartões, daqueles com bolsinhas plásticas. Daria para os cartões menos usados, e teria uma carteira/porta-moedas tamanho S para os indispens...

Se tivesse de resumir a semana numa palavra...

... seria morte. Dramático? Forte? Sem dúvida. Mas real. Na quarta começo o dia com a notícia da morte da avó de uma grande amiga. Um aperto no peito, uma sensação amarga por estar a centenas de kms e não lhe poder dar um abraço. Horas depois, no mesmo dia, soube da morte do pai de um amigo. Murro no estômago. Ninguém contava, foi tão repentino, tão inesperado, tão chocante.  Por fim, uma amiga que no fim de semana tinha resgatado dois gatinhos recém nascidos abandonados à sua sorte, uma lutadora que tudo fez para tratar deles e eu, em socorro, recorri a pessoas conhecidas dos meus tempos de associação para ver se arranjava uma gata que estivesse a amamentar e pudesse adoptar aqueles pequenotes. Depois de muitos contactos trocados, palavra passa palavra e eis que uma mamã adotiva aparece. A felicidade e o alívio. Logo toldados por um internamento repentino dos pequenos bebés. Um deles teve alta no próprio dia e seguiu para a mamã adotiva, que o recebeu muito bem. O outro permaneceu int...

Vantagem de almoçar em casa

Sujar a blusa com molho da carne assada e trocar de blusa para regressar ao trabalho.   

Falei cedo demais

Sobre o baby shower... pois que já estou a torcer o nariz. Quem está a assumir o comando das tropas deve achar que está a preparar uma despedida de solteira com jantarada só para gajas. Em vez de fraldas e biberões ainda vamos ter a demonstração da mala vermelha, querem ver?! Quem já esteve, participou, ajudou a organizar uma festa destas, por favor, informações: o que se costuma fazer, quem costuma participar/ser convidado, almoço, lanche ou jantar all night long (uuuhhhhhh caipirinhas)? Estou completamente fora destes assuntos. Agradecida!  

Últimas e breves

- Cortei o cabelo. Corte radical. Está curto. Bem curto. Até eu, que já nem ligo muito a isso, porque afinal é cabelo e cresce, fiquei em estado de choque. Já me passou e já adoro o novo corte. Dizem que as mulheres que usam cabelos curtos são mais confiantes. Se calhar é isso. Ando a tentar aparentar algo que não sou nem sinto. Adiante. Agora com o calor está a saber muito bem não ter cabelo no pescoço e ter a nuca a descoberto. E também sabe bem ouvir os rasgados elogios ao novo visual: fica-me bem, faz-me ainda mais nova, é mesmo o meu estilo, está super giro... ou são uns mentirosos do catano ou eu estou mesmo um arraso com a arrojada mudança de visual. - Acabei de ler o segundo livro que uma amiga me emprestou . Não gostei tanto como o outro. Mas vá, até mantive um bom ritmo de leitura. Agora não sei o que escolher a seguir e só me apetece ler o que tenho na wishlist da WOOK . Ou seja, o que não tenho em casa. Em breve um post dedicado ao livro. - Há meses que não ia a uma festa l...

Pensamento do dia

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Tempo de antena para a má língua

Pessoa vai de férias para destino paradisíaco. Pessoa enche as redes sociais com fotos de biquíni, ora estendida na areia, ora deitada na beira da piscina. Pessoas comentam a excelente forma física e os bons resultados do ginásio. Pessoa termina semana de férias com (mais) uma foto de biquíni, exibindo as curvas em toda a plenitude, com uma legenda profunda sobre não sermos só um corpo... tá boa. Não lhe vi nenhuma fotografia da alma. Já do corpo... uiiiiiiiiiiiiiiiii (deixou pouco à imaginação)!  

Um arrepio para começar o fim de semana

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Nos meus idos tempos de catraia de escola primária, andava na brincadeira com os colegas no intervalo, dei um tralho, fui ao chão e parti um dente.  Ou parte de um dente, o da frente, assim como a imagem (meramente ilustrativa). Desde então o meu dente da frente tem reconstrução, que ao longo destes anos todos já caiu umas duas vezes.  Ora, na passada sexta feira foi a terceira vez que caiu. E o que motivou tal percalço? Uma cabeçada de um gato no meu queixo, que me fez bater os dentes com força e ficar com o cantinho do dente desprovido de reconstrução. O pânico. Sexta à noite, como ia conseguir marcar dentista para sábado? Pois que me valeu as clínicas que agora existem em centros comerciais. Lá marquei a consulta de medicina dentária e lá fui reconstruir o dente. Sorriso completo de novo. Aproveitei o balanço e já deixei a destartarização marcada, algo que andava a marinar na minha mente, mas eu que gosto tanto da cadeira do dentista (not really) lá ia adiando e adiando.  Alguém me ...

O Amor nos Tempos de Cólera

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Antes da leitura febril de Escrito na Água , andei dois meses com este clássico de Gabriel García Márquez. Dois meses. Não tanto porque a leitura não me cativasse, mas pela falta de disponibilidade a nível de tempo e emocional. Há alturas erradas para determinadas leituras, e acredito que não escolhi o momento certo para esta leitura.  Se a história me desencantou? Não. Se a leitura foi lenta por não me prender? Talvez.  Tenho andado numa fase em que os livros que me prendem e me fazem "arranjar tempo" são thrillers ou mistério e suspense. Aquela curiosidade e ansiedade de avançar e descobrir os motivos, o criminoso, os meandros dos mistérios move-me, motiva-me, empolga-me. Neste romance de Gabriel García Márquez temos uma história de amor inserida numa crónica social e de costumes. Temos um triângulo amoroso que, não o sendo nos moldes comuns dos triângulos amorosos, dura 51 anos, nove meses e quatro dias, numa passividade platónica de deixar a vida acontecer, acreditando qu...