Impossível ficar indiferente!
É uma causa que muito significa para mim. Porque não sou indiferente aos seus olhares tristes, ao sofrimento e abandono, à fome e frio e dor por que passam. Porque se há causa pela qual dou a voz e o corpo, é esta.
E o Guilherme deu a sua voz ao manifesto. Sem eufemismos, porque não os temos de ter para com as bestas a quem este vídeo se destina, aos ínfames cabrões que abandonam e mal tratam um ser vivo que sente e sofre, seres humanos que de humano nada têm, tal é a crueldade de que são capazes.
Não há palavras!
ResponderEliminarEra preciso que este tipo de video passasse uma e outra vez, em loop, na tv! Se não servisse para que os anormais que maltratam os animais parassem para pensar, pelo menos para que toda a gente denunciasse casos de violencia e de abandono.
ResponderEliminarComo é que podem ter a coragem...
Vi o vídeo com as lágrimas a cair. Vi a reportagem que passou ontem na SIC com as lágrimas a correr. E ainda tenho tão presente na minha memória os tempos em que ia regularmente a um canil de associação e vinha de lá destroçada, em choro descontrolado para casa, com uma frustração e sentimento de impotência que me esmagavam. Deixei de ir às instalações, não deixei de ajudar. E gostaria tanto de poder fazer mais, muito mais...
ResponderEliminarSim. É urgente educar e sensibilizar as pessoas. Porque só quando isso acontecer, podemos sonhar com um país que trata bem os seus animais e zela pelo seu bem estar.
ResponderEliminarVi, ontem o vídeo e calro que me veio as lágrimas aos olhos...
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ResponderEliminarNão vou ver o vídeo, porque já sei que vou sofrer. Só a imagem que aparece já me faz estremecer.
Quando o assunto é abandono, seja de pessoas ou animais mexe demais comigo...
Faço votos para que, quem tenha a possibilidade de adoptar estes animais abandonados, em sofrimento, que o faça. Eles retribuem todo o amor e carinho que lhes damos, e trazem muita alegria.
Para quem os abandona não tenho palavras.
Pandora, obrigada por trazeres este assunto ao teu blog.
Um grande beijinho*
Acredito. E o vídeo, bem como a reportagem da SIC, mostram uma realidade, mostram casos dramáticos, mas há pior. Ver isto ao vivo e a cores como eu já vi, mexe muito cá dentro.
ResponderEliminarJá fiz voluntariado numa associação, até doí ver centenas de animais!
ResponderEliminarAinda assim não é dos mais chocantes. Mas ilustra bem a realidade das associações e canis. Demonstra bem o sofrimento e tristeza que estes animais têm gravados na sua história, no seu corpo e alma.
ResponderEliminarJá falei algumas vezes do assunto. É um tema que muito me diz. Já trabalhei com associações de animais. Conheço bem de perto esta realidade. Em breve até escrevo sobre como podemos ajudar esta causa. Às vezes um pouco faz toda a diferença. Ah não tenho dinheiro para contribuir. OK, mas não é preciso gastar dinheiro para ajudar. Quantos de nós não tem mantas velhas, toalhas velhas, lençóis velhos, cobertores que só ocupam espaço nos armários. Coisas que não usamos e um dia acabam no lixo. Em vez do lixo, podem ser doados a uma associação de animais. Todos nós temos nas nossas cozinhas plásticos manchados, sem tampa, tralha perdida nos armários. Doem a uma associação. Dão jeito para dar de comer e beber aos animais. Vassouras ou esfregonas velhas, que já não usamos. Dão jeito para a limpeza do espaço. E com 1€ podem comprar um pote de lixívia para as limpezas, sacos do lixo, um saco de areia para os gatos. As páginas de associações de animais têm muitos gostos. Se cada pessoa que segue a página doasse 1€, 1000 pessoas seriam 1000€. Uma preciosa ajuda para alimentação ou cuidados de saúde. E aquelas quinquilharias que nos oferecem e estão atiradas para o fundo de uma gaveta? Podem doar a uma associação que constantemente faz vendas e leilões para angariação de fundos. Aqueles brincos que já não usamos, pulseiras ou fios, cachecóis... tanta coisa em bom estado que podemos dar para eles poderem fazer quermesses ou mercadinhos. Ou dar tempo. Se, como eu, não conseguem emocionalmente ir a um canil ajudar a limpar e a tratar dos animais, há bancos alimentares onde é preciso voluntários. Um par de horas num hipermercado numa campanha de angariação de comida é uma preciosa ajuda. Com pouco se pode fazer a diferença. Eu vou fazendo o que posso. E só lamento não poder fazer mais, muito mais.
Dói muito. A tristeza deles, a desesperança estampada nos seus olhos e ao mesmo tempo a euforia com que recebem um carinho. Depois há os assustados demais, sempre encolhidos, desconfiados, com medo de tudo e todos. Se pudessem contar pelo que passaram... e aqueles casos dramáticos, atropelados, queimados, com chumbos de caçadeira, espancados, que sobreviveram por milagre e pouco lhes resta da vida que esperar a morte. Custa tanto. Dói tanto. Uma enorme frustração quando a comida começa a escassear, quando se reduz a dose para dar para todos, ou para ter para o dia seguinte. O desespero que é, dia após dia, garantir alimentação e cuidados mínimos, e dar resposta aos casos impossíveis de virar as costas que aparecem à porta. É uma luta inglória. Porque falta tudo.
ResponderEliminarUm dos dias que lá, estive entro uma cadela pitbull, se tu visse como ela estava de cortar o coração!
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ResponderEliminarFico a aguardar o Post de como ajudar.
Eu não costumo acreditar nos peditórios de um modo geral, mas já percebi pelo que há formas de ajudar tendo a certeza que essa ajuda vai para ao sítio certo.
Os pitbull nos últimos anos tem sido uma desgraça. Associados a cães de raça perigosa e a lutas de cães, é de arrepiar o estado em que muitos são encontrados e, por milagre, sobrevivem.
ResponderEliminarSe eu tivesse espaço e condições para um cão de porte grande, era um pitbull resgatado de um canil que eu escolhia.
Esta cadela, via-se claramente que foi usada na luta!
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