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A mostrar mensagens de outubro, 2016

As máscaras

Poderia ser um post sobre o Halloween, essa espécie de carnaval temático, uma tradição importada que pouco ou nada tem a ver com a nossa cultura. Mas não. Mera coincidência. Falo das máscaras que usamos na vida, no dia a dia, na sociedade. Não que usar essas máscaras seja sinónimo de falsidade, mentiras. Ou pelo menos não de forma generalizada. Eu tenho as minhas máscaras. Como pessoa tímida e insegura, uso a máscara do humor para quebrar gelo. Uso o humor comigo própria, para relativizar coisas que de certa forma me afetam. Antes do humor eu ficava-me mesmo por uma certa distância, quieta no meu canto, facilmente me catalogavam como antipática e arrogante... até o gelo se quebrar, eu me sentir um pouco mais à vontade e deixar cair a máscara que usava como defesa.  Mas tem dias que qualquer coisa faz a nossa máscara de defesa cair. E a minha caiu-me aos pés este fim de semana. No rosto estava bem estampada a frustração que me invadia. Uma tristeza imensa por me ver assaltada por fantas...

Desafio concluído!

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Segue-se a Dieta dos 31 dias.  

Cenas tristes

Eu até sou condutora que sempre que vê alguém numa passadeira, pára para ceder passagem. Quando ando a pé e quero atravessar, vou para a passadeira e espero que parem para eu passar. Lá porque há passadeira, não significa atravessar à maluca, porque só tenho prioridade se ma derem.  Isto para contar a cena parva que vivi há pouco. Saio 5 minutos mais cedo para passar no centro de saúde na hora de almoço, que fica a caminho de casa. Aproximo-me do cruzamento onde tenho de virar para o centro de saúde e está um autocarro parado. Só me apercebo de um rapaz a começar a atravessar a passadeira quando passo pela dita, porque o autocarro tapava a visibilidade. Viro, estaciono e o cromo vem mandar vir comigo, mandar bocas porque não parei na passadeira, como se ele tivesse prioridade incontestável. Aqui a menina, que hoje não está para levar desaforo gratuitamente, aproxima-se do moçoilo, que de longe mandava papaias, e solta a vareira: - Olha lá, estás armado em parvo ou achas que eu tenho vi...

Poderá lá ser?

Dei uma limpeza tão bem dada na minha máquina de lavar roupa que temo lavar roupa preta e ela sair branca.  

Lá vai ter de ser

Estou sem ideias do que desencantar para o jantar. A vontade de enfrentar fogão e tachos também é zero. Entre ir buscar uma pizza e fazer, à pressão, um esparguete com atum... venha o Gandhe e escolha.  

Pandora não anda, desliza!

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Terça: aula de agachamentos e lunges que me deixou neste estado . Quarta: aula de 2h de cha cha cha. Paz às minhas pernas! 

Pandora, pés de salsa!

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 Próximo sábado rumo ao evento do ano nestas andanças salseiras.  Para quem estiver curioso ou interessado, consultar página oficial do evento .  Lá vou eu ver os pros (aka profissionais) a dançar e a ficar bem encostadinha no canto, porque nem aos 100 atinjo aquele nível de performance. Mas é de ficar de queixo caído a olhar para eles a dançar, lá isso é. E pronto, se for à pista de dança dar o ar de minha (des)graça, pode ser que não me calque a mim própria, como já aconteceu. Mais do que uma vez. 

Eu, ontem

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No fim de uma aula de diversos tipos de agachamentos e lunges.   

Piada do dia

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 Roubado do facebook. Impossível não partilhar! 

Shame on you, Pandora!

  Este vídeo é uma paródia, é certo, ou pelo menos eu tenho noção (mais ou menos) do tamanho que visto e não tento vestir dois tamanhos abaixo só porque acho que sou magra (aka trinca espinhas). Ainda assim os jeans e as lojas do demo dão cabo da cabeça (e das coxas) a uma gaja.  Primeiros: nós temos a mania que precisamos de ter no roupeiro assim uns 20 pares de jeans, just in case. E depois usamos sempre o mesmo par, na loucura dois pares. Eu não tenho 20 pares de jeans, mas confesso que tenho alguns e confesso que uso sempre os mesmos azuis e os mesmos pretos. Os outros lá estão. Novos. E chega o momento da segunda confissão: descobri há uns 4 anos um modelo de skinny jeans da Mango que me assentam que é uma maravilha, vai daí em saldos e depois no Outlet foi um tal de comprar aquele modelo, antes que saísse de circulação. Como já tinha um par em preto, mandei vir mais dois pares, uns em azul escuro , outros num azul com uma lavagem mais clara . Mesmo modelo, mesma referência, mesmo...

Pandora sugere

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Já que se fazem dias mundiais para tudo e mais um par de botas, sugiro que haja um dia mundial como forma de homenagear a paciência santa, digna de um monge budista, daqueles namorados / maridos que passam a vida a fotografar as suas mais que tudo bloggers fashion. A eles um profundo e sentido: Deus vos abençoe pela paciência, amém!    

A demanda das santas Gazelle

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Sinto-me qual cavaleiro templário em demanda pelo Santo Graal, mas obviamente numa versão Monty Python. Quando me decido a cometer a pura da loucura de comprar umas sapatilhas  por (aproximadamente) 100€,  o que é que podia correr mal a esta pelintra assumida?! Os pontos de venda na minha cidade são praticamente inexistentes, ainda assim consegui pelo menos experimentar o tamanho 36 e confirmar que é grande para mim. A menos que deixasse crescer, e bem, as unhas, ia andar ali com os mini pés a nadar. O grande drama é que os modelos de adulto começam os tamanhos onde? Pois, 36. Secção júnior. Ah ah ah lá terá de ser, melhor ainda que até são quase a metade do preço. Procuro online, nada. Calhou de ir ao Mar Shopping no fim de semana e bater com os olhos na loja Adidas. Entrei. Expliquei o que procurava. Nada. Nos júniores não tinham 35 ou 35 e 1/2, e nos modelos de adulto, o mais pequeno que tinham era um 36 e 1/2.  Ponto de situação: No site oficial da Adidas tenho disponível em 35 e 1...

Pandora armada em fashion adviser

A meia estação é tramada, todas sabemos. As temperaturas incertas, ao longo do mesmo dia pode fazer sol e chover, pode estar frio pela manhã e a meio do dia estar quente, e uma pessoa nem sabe o que vestir. Uma colega minha diz que a meia estação é a época dos mal vestidos, e acho que tem toda a razão. Só esta noite, na hora de jantar, entenda-se entre as 20h30 e as 22h, no centro comercial vi: pessoas de kispos de penas e botas altas e pessoas de vestido e sandálias. Vamos lá a ver. Meia estação pede roupa de meia estação. Não vejo necessidade de vestir o kispo de penas, mas também acho que quem anda de perna ao léu e sandálias rapa um bocadinho de frio, principalmente de manhã cedo e à noite. Truques mais velhos que a Sé de Braga para vestir na meia estação sem parecer tolinho: calçado fechado, mas não exageradamente quente. Temos sabrinas, temos sapatilhas, que agora estão tão na moda, temos sapatos vários, de salto, rasos, semi abertos, mais fechados, com meia ou sem meia, já vai d...

Pandora a pôr-se a jeito de linchamento

Vou falar de mamas. Mais especificamente amamentação. Em público. Não sou mãe, logo não tenho experiência, também não perco o meu tempo a pensar se fosse mãe se iria amamentar ou não, porque é daquelas coisas que só na altura se sabe. Portanto, quem pode e quer amamentar, que o faça, quem não pode ou não quer, tudo bem na mesma, nada contra, façam o que melhor vos aprouver em relação aos vossos filhos e às vossas mamas. Ninguém tem o direito de decidir por cada uma de nós.  Agora, o que já me chateia um bocado é esta guerra idiota das que querem à força toda amamentar onde lhes apetece, sempre com público à volta, e os que se revoltam contra isso. Amamentar é natural. É. Cagar também é natural e não vejo ninguém a arrear o calhau no meio da rua, ou do centro comercial, ou do restaurante, ou da esplanada, ou de onde estiverem e tirar fotos para publicar no instagram e no facebook, como um porta estandarte de quem apoia a evacuação de dejetos em público. Amamentar é bonito. Depende. Para...

Pandora a tentar ser fit

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Ontem, ainda que com dores e limitada nos movimentos de braço, aproveitei que estava liberada da aula de cardio fitness e acompanhei o Gandhe a esse antro do desporto, de seu nome Decathlon. Enquanto ele procurava as coisas que queria, eu lá fui espreitar a secção fitness, que ainda por cima tinha descontos. Ora então trouxe os halteres para pulsos e tornozelo s, acessório que a professora já tinha dito que valia a pena o investimento para aumentar a dificuldade nas nossas aulas. E depois veio mais isto:  E ainda isto: Estou fã daquelas t-shirts. Soltas q.b. para liberdade de movimentos, e um tecido que não cola nem fica ensopado em suor. E as leggings, que para as comuns mortais ficariam pelo meio da perna, a mim chegam-me ao tornozelo, o que é espetacular porque nem tenho de fazer baínhas nem andar ali com tecido enrugado acima das sapatilhas. O tecido das leggings também é bem confortável, mesmo na questão da transpiração. E imbuída neste espírito fit, hoje de manhã fiz papas de ave...

Pandora e o gelo

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Ontem, enquanto bebia o meu chá quente, fazia gelo no pescoço, ombro, cotovelo e mão. A primeira sessão de tratamento à tendinite foi dolorosa. Muito dolorosa. O dia seguinte doeu para catano. Gelo, muito gelo, disse a terapeuta. E eu lembrava-me do filme Wanted, onde Angelina Jolie sai de uma banheira de gelo assim, com um invejável trase... tatuagens, com umas invejáveis tatuagens. Se o gelo desse aquela saúdinha toda, eu esforçava-me mais, esquecia o chá quente e enfiava-me numa banheira de gelo. Assim como assim, já só peço uma tininha cheia de gelo para lá enfiar o braço e anestesiar a dor. Mas há que dizer que há vantagens em estar limitada do braço. Homem passa a ferro, homem lava a louça, homem passa a esfregona no chão, e sou dispensada da aula de ginástica. Não é tudo mau, não senhor.   

A chuva

Enfim, a chuva. Essa coisa da natureza que diz que é precisa mas eu abomino. É a roupa que não seca, a casa que parece nunca estar limpa, as janelas fechadas, a vontade de hibernar e não pôr o nariz fora de casa, as tardes de domingo debaixo da manta no sofá, regada a chás quentes e o tempo preenchido com séries, sestas e leituras. O trânsito infernal, os agasalhos e guarda-chuva, o calçado fechado, que não deixe passar água.  Todas as estações têm os seus encantos. Mas sem chuva, por amor da santa. Sem chuva. Que eu não vejo encanto nenhum na chuva.   

A aselha sou eu?

Sabem aqueles pequenos mistérios que vemos em filmes, séries, telenovelas, como as moçoilas acordarem sempre com a fronha e o cabelo impecáveis, nunca trancarem o carro, terem sempre uma mesa de pequeno almoço digna de hotel 5 estrelas, e ainda assim só bebem café, e a lista é extensa. Pois eu também tenho um desses pequenos mistérios que nunca ouvi ninguém falar, e me deixa na dúvida se serei só eu. Maquilhagem de manhã: bb cream, pó compacto e umas pinceladas com pó bronzeador. Rímel para terminar, e siga. É esta a minha rotina de maquilhagem todos os dias. Hoje, sem exceção, lá aplico, com a mão esquerda, o bb cream, o pó compacto, o pó bronzeador, e o rímel tive de fazer um pequeno esforço com a direita.  Chovisca e eu decido levar o meu chapéu  para proteger o cabelo. Uns meros minutos com o chapéu na cabeça, e quando o tiro reparo que a banda interior, da zona da testa, já está suja de maquilhagem.  A sério que a aselha sou eu ou isto acontece a todas as meninas que usam maquilha...

Desejo profundo do fim de semana!

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  Isto não é acessório para qualquer um, não! E antes de ter direito a tão especial acessório, há que levar uns valentes apertões da terapeuta, daqueles que bem me apeteceu ter um pau nos dentes para morder antes que me saltassem os olhos com as dores. Bem sei que o Halloween está quase aí, mas isto de me aperaltar de múmia antes do tempo é quase como aquela gente que a 2 de janeiro já está a fazer contagem decrescente para o Natal. Mas, já que estou em modo múmia no fim de semana, aproveitei e fui fazer uma renovação de visual. É que múmias há muitas, mas aqui a Pandora é em modo fashion. Novo corte e cor de cabelo. Ahhhhh saudades do vermelho intenso e do cabelo curto.  Bom fim de semana, que eu tenho de ir repousar, que só quando nos falta a mão direita é que vemos a sua extrema importância para coisas tão básicas como: comer, lavar os dentes, tomar banho, desapertar as calças, vestir e despir os skiny jeans, entre outras. 

Aposto que a culpa é da PDI!!!!

Duas semanas sem ir às aulas de cardiofitness. Não porque me apeteceu baldar, cedendo à preguicite que me assiste sempre que é para suar e mexer o rabo, mas porque efetivamente motivos de força maior surgiram e me impediram de ir. Tenho o cuidado de avisar sempre a professora. Ontem recebo uma sms dela a perguntar se ia. Respondo que sim, mas que me encontro lesionada do pulso, por isso nada de pesos. Resposta: ok, trabalhamos pernas. Hoje além do pulso, que continua a doer, dói pernas, dói abdominais. Estou num daqueles dias em que devo ter reencarnado um condor,  tantos são os sítios do meu corpo que gemem com dor. Quanto ao pulso, logo já vou entregar a dor a uma osteopata. Já me avisou que vou passar o fim de semana com o pulso ligado, sem poder fazer esforços. Que sacrifício!   

E veio a chuva

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E eu sem arrumar a mesa e as cadeiras do terraço. Até dói ver tudo molhado, a pingar. Esta resistência teimosa que não quer dizer adeus aos fins de tarde com sol, aos jantares feitos no churrasco, enquanto se bebe uma cerveja e se desfruta do  entardecer tardio e ameno. Agora tenho de esperar que venha uma pausa na chuva. Deixar secar, depois limpar e enfim, arrumar o verão na arrecadação.   

Vocês sabem?

Aquele Gremlin fofinho fofinho, com uns olhinhos ternurentos, que só apetece pegar ao colo e apertar por causa de ser tão fofo? Sabem? Pronto, eu não carrego assim tanta fofura, mas vá sou moça pacífica, simpática, do bem. Mas solta-se-me a fera que há cá dentro quando me fazem de parva, me tentam ludibriar e duvidar da minha própria inteligência. É que aí eu encarno a toura que há em mim e sai da frente. Pois que ontem, e depois de uma novela mexicana por causa da avaria do Smart , fui ter com o dono do stand que mo vendeu para levantar o carro da reparação que ele, a muito custo e com muita luta e argumentação muito bem fundamentada e apoiada por consultora legal (vulgo advogada), resolveu assumir e pagar ao abrigo da garantia. Mas caramba, chego lá e vejo o palhaço, no alto da sua arrogância, a falar da garantia e da lei com uma ironia que me fez revirar as tripas. E quando lhe pedimos uma cópia do relatório de intervenção e ele diz, ipsis verbis: - A sua advogada que me escreva uma...

Um dia

Pergunto ao adminsitrador de condomínio se transformaram o recinto das garagens em parque infantil e não avisaram os condóminos.  Ou pergunto à dondoca que pariu a criatura se a filha não pode gritar mais baixo. É que libertam a criança no recinto das garagens, que é subterrâneo, cujo acesso ao interior do prédio é só por elevador, e a barulheira que a petiz criatura faz ecoa pelo prédio acima, e quem quer estar no sossego do lar doce lar que se dane. Ontem imaginei-me a arranjar um cão, mas daqueles que ladram e ladram e ladram. E imaginei a dondoca a reclamar do cão a ladrar, para lhe poder responder que a filha que ela pariu também faz uma barulheira dos infernos e ninguém a chateia (e não deve ser por falta de vontade). Enfim, as coisas que me passam pela cabeça quando quero sossego em casa e levo com isto. Há dias que eu devia ir para uma ilha deserta, eu sei.   

Não é que seja de modas, mas esta faz-me suspirar!

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Do preto, nunca me comprometo, ao navy que é perfeito para jeans, as branquinhas dão com tudo, mas as beges, as rosa nude, as amarelas, as vermelhas e as mangenta... era um par de cada e Pandora viveria feliz para sempre.  Agora estando eu aqui quase quase quase a cometer a loucura de gastar 100€ num par de sapatilhas, e podendo ser só UM, com muita pena minha, que cor, que cor?!!!! Meu coração sofre!    

Durou duas noites (e meia)

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Na passada quarta feira, feriado, como tirei uma sesta à tarde, cheguei à noite e soninho que é bom, nada. Peguei então neste livro, um dos últimos que comprei, e comecei a ler. Li os três ou quatro primeiros capítulos e senti-me, desde logo, agarrada. Tanto que na quinta, à hora de almoço, li ávida mais um capítulo. À noite peguei no livro ansiosa e fui até ao final da primeira parte . Não continuei porque eram 2h da manhã e sexta era dia de trabalho. Mas acreditem que fiquei em ânsias de pegar novamente no livro. Sexta à noite, mal pude, assim o fiz e só parei no último ponto final. Eram umas 4h da manhã quando acabei a maratona.  O livro agarra desde a primeira página. Mas o que é surpreendente, mesmo surpreendente, é que estamos toda uma primeira parte (vá, até à página 162) totalmente equivocados. Antes de começar a segunda parte, e dada a revelação no final da primeira parte, voltei atrás e reli os dois primeiros capítulos. Percebi logo como tinha sido induzida em erro. E não pud...

A Rapariga no Comboio, o filme

Li o livro há pouco mais de um ano . E gostei bastante. Quando soube da adaptação ao cinema, confesso que fiquei com muita vontade de o ir ver, acima de tudo pela curiosidade de ver como iam pôr na grande tela aquele enredo tão intrincado que nos é narrado na primeira pessoa por três vozes diferentes. Achei que o filme se ia centrar muito na parte da investigação criminal, e essa seria a linha condutora do enredo. Não podia estar mais enganada.  Tal como no livro, o que mais gostei no filme foi conseguirem manter as perspectivas das três personagens narradoras. Para quem leu o livro, facilmente perceberá que estamos perante o mesmo esquema: o ponto de vista de cada uma das personagens nucleares, Rachel, Megan e Anna, que nos vai revelando os pormenores de uma trama, num desenvolvimento tenso dos acontecimentos.  Gandhe não leu o livro, obviamente não lhe contei a história, e ele gostou bastante do filme. Não é um filme de ação, a dita investigação policial é muito secundária no filme, ...

Pensamento do dia

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Completamente agarrada, viciada, colada!

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E ontem quando chego ao fim da primeira parte, com um murro no estômago e a pensar: Oh fogo, será o que eu estou a pensar e estou enganada há mais de 150 páginas????? - o lhei para o relógio. 2h15. Obriguei-me a dormir.   

Só me apetece dizer asneiras

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O meu Smart, carro mais fofo da dona, avariou. Assim, do nada, sem nada que fizesse prever. No regresso da hora de almoço, estaciono o carro e de repente, pum, um barulho, carro desliga e não volta a ligar. Chamei o Gandhe, para alguma coisas servem os homens (tou a brincar), esteve de volta do bicho, e nada. Liga para a assistência, liga para o stand, afinal ainda não o temos há um ano, portanto há garantia. Mas os stands de usados aproveitam-se da ignorância das pessoas. Ah e tal não há garantia, a garantia é paga à parte. Para o raio que os foda. O cliente por lei, repito, por lei , tem UM ANO de garantia. O que pode ser negociado é a extensão dessa mesma garantia. Mas UM ANO é de lei e é obrigatório. Nos entretantos, e para que não restassem dúvidas, ligámos a uma amiga advogada, que só nos confirmou o que já sabíamos e avisou que, se fosse preciso, ela enviava uma cartinha ao dito stand.  E assim foi o meu pequenino, de reboque, para a marca, já que o stand está a armar-se em espe...

Eu, hoje

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A escrever a ata da reunião de departamento que houve na passada sexta feira.  

Post pseudo fashion

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Esta foto já foi da semana passada. A notar: eu antes raramente vestia azul... algo mudou recentemente. As sandálias já repousam, porque de manhã quando saio está frio. Ainda assim, ando a protelar o uso das meias e a verdade é que os pézinhos rapam frio de manhã. A mochila  tem sido a minha fiel companheira desde que a comprei. É caso para dizer que não mais a larguei, e estou totalmente rendida a esta liberdade de mãos e braços. Com esta altura, de sabrinas e mochila às costas, qualquer dia arrastam-me para a escolinha por pensarem que estou a faltar às aulas.    

Dúvidas que me apoquentam

Ontem ao fim da tarde, estava eu a passar a ferro (eu sei, blogger que é blogger não passa a ferro, vai passear e tirar fotos para partilhar no instagram) e para me entreter liguei a tv no canal 24Kitchen. Passavam repetições do programa Prato do Dia, com a Filipa Gomes. Eu lá ia pondo o olho, e salivando, mas houve um detalhe que me chamou a atenção. Como é que conseguem ter o forno impecavelmente limpo, tão limpo que mais parece nem ter sido usado? É que o meu clama por uma limpeza que eu ando a protelar.     

Alegoria

Imaginem-se num piquenique. Um agradável dia de sol, bons petiscos, bom convívio, conversa fácil, sorrisos bons. E depois vem uma pequena brisa, que ao inicio refresca, mas vai subindo de tom ao ponto de virar os copos, a toalha, deixar-nos de pele arrepiada. Entretanto apareceu uma formiga, atraída pelos petiscos. Não se liga nenhuma, é só uma minúscula formiga, não vale a pena dar importância. Atrás dessa formiga, outras se seguem e quando damos conta, estamos a bufar formigas de cima da toalha, com vontade de as regar com álcool e acender um fósforo. Entretanto vem um mosquito zumbir. Não ligamos, um mosquito não incomoda assim tanto. Depois vem outro, e outro, quando damos conta, andamos a bufar às formigas, à chapada aos mosquitos, com vontade de pulverizar tudo à nossa volta com mata insectos, mata formigas... mas há que ser resistente e não deixar que estas pequenas coisas estraguem o agradável piquenique, certo? Há que fazer sacrifícios, esforços por um bem maior, não deixar qu...