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A mostrar mensagens de julho, 2016

Enfim, férias!!!!

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Drama das férias IV

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  Parece que nunca mais chegam!... E depois saber que, mal cheguem, é isto:     

Pandora, a crente!

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Na semana passada escolhi o próximo livro para ler. Crente, sublinho o crente, que o lia em pouco menos de duas semanas e para as férias levaria outro.  Só que não!!  

O karma é sacana!

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Quando o  Quaresma fez aquele penteado com a pena , uma colega no trabalho perguntou-me o que eu achava que significava. E eu, toda armada em culta, disse que certamente simbolizava o imperador Júlio César e a sua conquista aos gauleses (eu sei, li muito Astérix na infância). Ela disse que não se tinha lembrado dessa, que por sua vez associou a Camões, um símbolo de Portugal. Ah, também podia ser. E assim duas gajas armadas em intelectuais tentavam descortinar o significado de tal penteado. Vai daí, o próprio acaba por divulgar o significado da sua escolha: a pena simbolizava a sua vontade de voar. Agora imaginem as caras das duas intelectuais aqui. E porque me lembro eu disto, passadas já umas semanas? Porque ontem fui fazer a manutenção das unhas de gel, escolhi um laranja com cor à verão e para decoração pedi uma espécie de folhas de palmeira, assim em modo tropicaliente... pois que aquilo mais parecem as penas de uma gaivota. Ainda assim, tudo a ver com praia, até porque a praia pa...

O drama das férias III

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Limpar a casa antes de sair para férias, sim ou não? Eu sou pelo sim. Claro que uma pessoa tem malas para fazer, assuntos a deixar tratados antes de se ausentar, mas sou pelo esforço adicional de deixar a casa limpa. Não é fazer uma geral, de limpar tetos e paredes, janelas e tudo. Falo da limpeza básica: aspirar pó, passar esfregona, deixar casas de banho limpas, cama de roupa lavada, idealmente o cesto da roupa suja vazio, ainda que a roupa lavada fique por passar.  E isto porque se a casa vai ficar fechada, que fique fechada, mas limpa. Agora o meu maior argumento para este esforço extra é poder chegar de férias e não ter de encarar um cesto de roupa suja a abarrotar (já basta esvaziar a mala de viagem junto da máquina da roupa), não ter de encarar uma cama por fazer, camadas de pó. É chegar, abrir as janelas, e desfrutar do lar doce lar, porque é muito bom ir de férias, mas é muito bom regressar a casa. Limpa, de preferência.  

Serei só eu?

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Que vou para a praia sem pulseiras (várias), anéis (muitos), colares (alguns), maquilhagem... e água termal para refrescar? Quando vou para a praia, no limite, levo a pulseira de tornozelo e a aliança, para depois de arrepender um bocado por ficar ali a marca.   Less is more. E nisto toda eu sou um enorme menos.   

Drama das férias II

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O coração pequenino por deixar em casa os meus meninos.  A viagem é longa e com calor. Antes do destino final, ainda vamos parar dois dias, pelo caminho, para visitar uns amigos. Fazer a viagem com eles a reboque não é tarefa fácil e sei que os ia stressar imenso.  Em anos anteriores recorri ao hotel animal. Foram muito bem tratados. Mas, tirá-los do seu ambiente é, por si só, um enorme stress. O ano passado acedi a que a sogra viesse tratar deles. Escusado será dizer que não gostei. Eles estavam em stress, havia coisas partidas e outras coisas inexplicáveis. E ainda por cima a minha vizinha comentou que nunca viu a senhora. Cedi aos argumentos do Gandhe e não gostei muito, para além de ficar a "dever favores" a persona non grata. Em maio, nas mini férias , recorri aos serviços de uma enfermeira veterinária, ligada a associações, com amigos em comum. Boas referências, de confiança. Adorei. Agora é ela que vai ficar novamente encarregue de tratar deles, e sei que estarão em ót...

Drama das férias I

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Fazer a mala!   

Em equipa vencedora não se mexe!

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Antes não era tão arrojada a experimentar cenas no cabelo. Ir cortar era sempre um drama, domar a juba encaracolada era um drama ainda maior, experimentar cortes diferentes era coisa que me arrepiava a espinha, enfim... era uma "não me toques" no cabelo. Até ao dia que fiz um corte radical curto e passei a amar os caracóis (já que não os conseguia domar, dei-lhes alguma liberdade). Depois vieram as primeiras brancas, e aí não dramatizei. Vai madeixas mesmo. E vermelhas. Logo. E a seguir achei que madeixas era coisa que dava trabalho e eu sempre tive pouca paciência para horas na cabeleireira, pintei tudo de uma cor. E como não tencionava andar todos os meses na cabeleireira a pintar, comecei a fazer coloração em casa. E fui experimentando várias marcas, variando os tons, sempre dentro da base castanha com reflexos vermelhos, e fui vendo o que ia ficando melhor, que tipo de produtos o meu cabelo gostava mais. No meio disto tudo, voltei a deixar crescer o cabelo, um cabelão eno...

Estado de espírito da semana

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É isto. Em contagem decrescente para sexta, às 18h, dar o salto para as tão desejadas férias de verão. Mas esta última semana vai ser uma verdadeira maratona de trabalho. Sem falar na vontade utópica de deixar a secretária limpa, com tudo em dia, sem pendentes, ainda tenho tarefas adicionais, por dois colegas estarem de férias. É que só não me esqueço de respirar porque porque, mas de ir comer ou ir à casa de banho, é perda de tempo quando há tantooooooo para fazer e o tempo urge. Ainda assim, que passe rápido, que se me vejo finalmente de férias, penso que é mentira. Mas para não me esquecer que estão mesmo à porta, já comecei os preparativos. Pedicure feita, manicure marcada, cabelo pintado ontem (andava a adiar para mais próximo das férias), depilação a laser despachada. Pet-sitting tratado, tarefas a fazer antes de ir agendadas... Só falta mesmo pôr as coisas na mala e ir. É muita ansiedade junta!!!   

De arrepiar!

 

Pensamento do dia

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Um-dó-li-tá

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Olho para a prateleira da estante onde jazem os livros que tenho por ler. Podia tentar seguir a tendência e ir lá fora espalhar os livros pelo chão, mas em vez de pedras à volta era mais provável ter cocós de cão. Poupo-vos a essa imagem. E aos meus livros também. E agora, qual se segue? É que na verdade apetece-me parar na livraria mais próxima  e comprar este , ou este , ou ainda este ... na loucura ainda trazia este  também. Por que raio só me apetece ler o que não tenho na estante???!!!  

Porque hei-de ser sempre uma blogger anónima?!

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Não tiro fotos aos trapos todos os dias, divulgando as marcas. Não tenho páginas do blog nas redes sociais para publicar fotos atrás de fotos. Não tenho tempo nem paciência para fotografar cada coisa que visto, que uso, que como, ou onde estou e vou. Não entro nas febres da moda, como esta mais recente do Pokémon, aliás, ainda não percebi o que é essa porra e já estou farta de ver publicações sobre o assunto. Não considero barato um colar ou uma pulseira de fina bijuteria que custe mais de 100€ ou 30€, respetivamente. Acho tremendamente absurdo que se espete com um livro no meio do chão, com pedrinhas à volta, só para a foto das redes sociais (coisa mai linda, que me ia engasgando com o iogurte quando vi tal obra digna de exposição). Sou tão outsider que não tenho parcerias nem faço passatempos, não ofereço nada aos leitores, a não ser estas belas tretas que escrevo. Basicamente, é isto:  Já disse que adoro preto?!  

Hoje deu-me para isto

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Tirei uma espécie de selfie. Mas só queria mesmo mostrar a perna em modo posta de pescada mal cozida num vestido branco. Que sacrilégio!!! 

A Última a Saber - leitura concluída!

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  As últimas leituras que me empolgaram foram policiais. Pronto, tendo em conta que as séries que gosto de ver também são nessa onda criminal, está visto que as leituras acompanham a tendência televisiva. A Última a Saber  de Elizabeth Adler foi a minha última leitura. Oferta de aniversário de um casal de amigos, foi escolhido o livro pela sinopse, e por saberem que gosto de livros de mistério, suspense e policiais.  Não conheço de todo a autora, pelo que foi a minha estreia. No facebook uma amiga disse que a autora é espetacular, mas este livro fugia ao registo habitual dela, pelo que podia ter as expectativas demasiado elevadas e dececionar-me. Respondi-lhe que como não conhecia a autora, esse não seria, decerto, motivo de deceção. Demorei um pouco a apegar-me ao livro. Não pela narrativa em si, mas porque lia hoje um capítulo, daí a uns dias outro, e andava assim muito despegada da leitura por cansaço, por ter os dias sempre tão cheios e corridos, que tempo e disposição para leitura...

Hoje só queria silêncio

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Ando cansada e sem paciência. Talvez este seja o estado normal de quem está, qual prisioneiro, a riscar os dias no calendário. As férias aproximam-se e parecem tão distantes ainda. As últimas semanas têm sido exigentes, extenuantes.  Preciso de sossego. De silêncio.  E por isso hoje, quando cheguei a casa para almoçar, peguei no livro que ontem não consegui ler, por cansaço, e li dois capítulos. Pequenos. Sentei-me no meu terraço, pés ao sol, cabeça à sombra. Uma brisa que ia soprando, e assim, como que suspensa no tempo sempre contado, estive em absoluto silêncio a ler, como uma fuga para um refúgio tibetano. Só eu, o silêncio, a brisa que me acariciava levemente a pele... e um livro. Teria ficado assim o resto da tarde. Precisava, hoje, disso. Daqui a alguns minutos um amigo muito especial entra no bloco operatório por causa de um maldito tumor que apareceu de repente, sem dó nem piedade. Estou com um aperto no peito, um arrepio de ansiedade e a força de acreditar que vai tudo correr...

Desabafo

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Hoje andei, novamente, em serviço externo com um colega. A meio da tarde deparo-me com uma situação que me deixou revoltada, zangada, com vontade de chamar polícia, bombeiros, o Papa se fosse preciso, mas na impotência em que estava de poder fazer alguma coisa, fiquei completamente desfeita, com um nó na garganta e os olhos a lacrimejar.  Num estaleiro de máquinas agrícolas deparei-me com uma casota de pedra. Presa com cadeado uma cadela, à volta dela os filhotes, esses soltos. A cadela estava ao sol, com um pote de água mais esverdeada que um sapo, uma gamela com meia dúzia de grãos de ração seca, ali, presa, debaixo de um calor intenso, em cima de pó, encostada a um muro, e mesmo à beira do sítio onde passam viaturas, camiões, máquinas agrícolas. Bateu a revolta quando vi aquilo. Mas doeu tão fundo ver aquela cadela, numa doçura extrema, de olhar triste, a saltar para o muro a tentar alcançar-me, como se me pedisse ajuda, para ela e para os filhotes.  Sim, podia ter pegado no telemóv...

Pandora, a asna!

Comprei um daqueles soutiens com possibilidade de usar as alças em várias posições. Mas agora onde posso fazer download do livro de instruções?!  

Ser português

Sim, somos o povo do vai-se andando, o povo que anda sempre com o credo na boca, porque nunca está bem com nada e é o eterno pobre em crise. Somos o povo que é extremamente autocrítico e por isso aponta o dedo a tudo e todos, quer sempre mais, quer sempre melhor, e ainda assim somos o povo da ironia, aquele que se sabe rir de si próprio. Somos o povo do fado e do pimba, da Amália e do Tony, somos o povo de Afonso Henriques, de Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral, somos o povo de Camões e de Pessoa, de Bocage e de Herman, somos cavaleiros templários, somos navegadores, somos camponeses, somos pescadores, somos padeiros, somos engenheiros, somos doutores, somos trolhas, somos porteiras, somos emigrantes. Somos o povo das lamúrias mas também somos o povo da gargalhada, da comédia, da caricatura de si mesmo. Somos tão pequeninos e a História impressa no nosso ADN mostra como somos grandes. Somos coragem. Somos força. Somos garra. Somos crença. Somos esperança. Somos lágrimas. Somos suor. ...

Pensamento do dia

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Bota cá pra fora!

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Agora que finalmente me sentei, ainda que esteja mais morta que viva, ainda por cima hoje foi dia de aula de cardio e se na terça foi puxada, hoje, talvez pelo meu cansaço, foi ainda mais difícil aguentar, vou aproveitar aqui a Caixa de Pandora para desfiar o rosário. Ora, já partilhei por aqui alguns episódios caricatos de uma colega de trabalho. É boa mocinha e tal, mas a miúda, que é uma miúda em idade e mentalidade, faz cada uma que os colegas da equipa ficam assim meios a olhar de lado. Ela fez um CET e tem estado em estágio, no local de trabalho. O estágio consiste não só nas tarefas que já eram rotina dela, como em desenvolver um projeto e implementá-lo. O chefe, aproveitou que estávamos para implementar o Kaizen Diário na equipa, e propôs ser esse o projeto dela, pelo que ela começou a acompanhar-me nas formações que houve sobre Kaizen e tinha-me como apoio para desenvolver e implementar o projeto. Acontece que uma das características dela é o encosto. Se ela se puder encostar ...

Eu devo ter cara de papel higiénico, não?!

Bem que me apetecia vir aqui desfiar o rosário, largar umas asneirolas, despejar o saco e ver se aliviava mais a pilha de nervos em que estou. Mas nem para isso tenho tempo... que pariu!!!!   

Pensamento do dia

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Vox populi

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Conhecem a expressão: era atirar-lhe com um gato morto até ele miar?! Pronto, hoje era mesmo o que me apetecia. Só trocava o gato pelo rato .  

Pandora a tentar ser fit

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Lá fui eu ontem, quase empurrada, para a aula de cardio fitness. Eh pá, cansada, sem vontade, quase cedi à preguiça, mas a ideia de vestir o biquíni em menos de um mês empurrou-me, qual pontapé no rabo, para a aula. Primeira parte eu achei que os pulmões iam rebentar. A profe bem avisou que a nova coreografia puxava muito pela caixa torácica. Quando ela avisa, nós já sabemos que não vem lá boa coisa.  Estava eu a tentar recuperar fôlego, quando anuncia exercícios de localizada diferentes. Acho que tremi. Vai aos arrumos e aparece com cadeiras. Ah fixe, sento-me na cadeira e digo: e então, hoje vamos ter uma aula teórica? Querias, não querias, rabinho sentado na cadeira?! SÓ QUE NÃO!!!! Começa com agachamentos. Depois sobe e desce sempre com a mesma perna. E troca de perna. E toda eu era tremeliques, até que vem o exercício do demónio: E toda eu sentia tremuras, gotas a escorrer da testa pelo nariz, eu já nem sabia respirar... e descansa. 1 minuto. E começa tudo outra vez. As palavras f...

Alguém sabe?

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Como explicar ao  hóspede  que já fiz anos há dois meses, o Natal ainda vem longe, e se é para me agradecer da comida e das festinhas que lhe dou, basta duas turrinhas e meia dúzia de ronronadelas... agora OUTRO rato morto, não, por favor!!!!   

Pensamento do dia

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Oi?!

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Ontem chego à aula de ginástica e sou abordada pela professora: - As meninas falaram comigo sobre a possibilidade de em vez de duas aulas, passarem a ser três por semana. Que dizes?  Terei ouvido bem?????