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A mostrar mensagens de maio, 2015

E mais um sábado embrenhada na natureza

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Na empresa, onde estou a trabalhar, é tradição, em mês de aniversário, organizarem um sábado, num local próximo, com muitas atividades, comida e diversão, para todos os colaboradores. Este ano fomos fazer um peddy paper no Parque Ambiental do Buçaquinho, em Esmoriz, seguido de porco no espeto, aula de zumba e bailarico. Foi um dia bem divertido, animado, de bom convívio! Quanto ao local, deixo algumas fotos para abrir o apetite a uma visita. Eu irei voltar, porque é fabuloso.                          Evitei publicar fotos da zona dos piqueniques, porque evidentemente havia muita gente, não só do nosso grupo, mas de pessoas que aproveitaram o sábado de sol para um dia em família naquele espaço. Privacidade e respeito pelos outros, que não se sabiam fotografados.   

Mais uma leitura concluída, e que leitura!

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Uma colega de trabalho emprestou-me este livro. Demorei dois meses a lê-lo, mas sendo que o dito tem 684 páginas, faz de conta que me mantenho no objetivo de um livro por mês.  Demorei a lê-lo por motivos de falta de tempo, ou tempo limitado. Mas o livro prende, e se prende.  Sei que foi um fenómeno de popularidade o ano passado, mas passou-me ao lado. Já pesquisei sobre ele e li várias opiniões. Se é perfeito? Não. A crítica mais apontada recai nos diálogos infantis e um tanto ou quanto surreais entre as duas personagens que viveram uma história de amor: uma adolescente de 15 anos e um escritor na casa dos 30.  Houve alturas que pensei nisso. Era o que mais me ia irritando no livro eram aqueles diálogos de Nola, a adolescente. Mas, calma e leiam. A sério. Porque a acção vai mudando e quando pensamos que encontramos a solução que tudo explica, descobrimos que estamos enganados.  Transcrevo um excerto de uma crítica que vem publicada na contracapa do livro. Resume tudo muito bem: Se com...

Treino de braços (ou quando achava que não podia haver pior que o de pernas)

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Ontem a aula de ginástica foi com elásticos. Pensava eu que íamos continuar na linha da aula anterior, dedicada ao treino de pernas. Mentira. Foi braços. E o que eu suei, sofri e esforcei. De todas as aulas que já fiz, a mais difícil, a que mais me custou fisicamente. Pensava que a minha parte fraca era pernas. Pois sim. Braços. Não tenho força de braços. Houve um exercício que só com ajuda da professora e mesmo assim...   Abdominais, voltem, estão perdoados! 

Friday mood

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E viva o sol, o calor, o gostinho a verão antecipado. Viva as skinny jeans vermelhas e as sandálias floridas. E faz de conta que sou féxion.   

Quase em modo zen

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Hoje não dá para mais. Tenho o Tico e o Teco a entrar em combustão.    

Zuuuuuuumbaaaaaaaa

A M.J. com este seu post , despertou em mim a vontade de mandar uns bitaites sobre a modalidade da moda: zumba. Acredito que a modalidade seja divertida, mistura dança e ginástica cardio, bla blá blá, não me apetece dar uma de wikipédia. Ora bem, há uns anos atrás, ainda longe de se ouvir falar de zumba, eu fiz parte de uma pequena turma, num ginásio de vila pequena, cuja modalidade era aerolatinas. Aquilo tinha uma parte inicial de aquecimento com cardio e depois aprendíamos coreografias com mistura de passos de dança, principalmente latinos. Foi aí o meu início na salsa, no mambo, no cha cha cha, no samba. E gostei. Tanto que acabei por, mais tarde, ir mesmo para danças latinas. Agora que ando em danças, olho para a zumba e não lhe acho piada nenhuma. Desculpem-me as fãs. Não vão sair dali a dançar salsa ou cha cha cha. Sim, podem aprender o passo base, mas peguem num par e dancem. Pois... não é a mesma coisa que andar aos saltos de um lado para o outro a levantar pernas e braços. E ...

Vai das sortes

Depois de uma caminhada todo o terreno no sábado, depois de uma aula de dança puxadinha na segunda, ontem foi dia de ginástica. E qual foi o treino de ontem? PERNAS! Tenho para mim que ganhei um andar esquisito.  

Trabalhinhos que me chateiam solenemente

Ter de verificar, minuciosamente, trabalho de outros e só ver merda e muita incompetência.   

Nunca mais vou à praia com a mesma vontade

Não vá levar com a mão do vizinho no seio, e banhar-me em águas que serviram de alívio das necessidades alheias.  

A sério que ontem foi os Globos de Ouro da Sic?!

Pensava eu que hoje ia visitar a blogolândia como quem folheia a revista Caras, e dei com os burros na água: ainda não vi um trapainho que fosse.   

Fotos de um sábado diferente

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Este sábado reunimos 8 amigos e rumámos a Aigra Nova, uma aldeia de xisto na Serra da Lousã. Participámos numa caminhada pela serra. Foi uma experiência única. Aprendemos muito, divertimo-nos imenso, fomos muito bem acompanhados, a organização está de parabéns pelo fantástico trabalho que tem desenvolvido na proteção da fauna e flora da Serra da Lousã. Ficámos todos rendidos e com vontade de voltar, quem sabe no Outono, para repetir a proeza de percorrer o trilho. Subimos, descemos, passámos a ribeira por pontes dignas de um Indiana Jones, houve quedas sem gravidade, eu fui duas vezes ao chão, em jeito de escorrega. Houve almoço sentados no chão, em pedras, em troncos de árvore, junto à ribeira, tivémos a excelente companhia de dois cães da aldeia, cãopanheiros incansáveis e muito amigos. Deixo uma amostra das 240 fotografias que fui tirando ao longo do percurso. De tirar o fôlego.   No início da caminhada, lá seguem os nossos fiéis cãopanheiros.   Vista do ponto de partida. Descemos à...

Hoje é sexta-feira 13 e ninguém de avisou?

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Precisa-se: com urgência e para entrada imediata

Um clone meu. Ou dois, vá, que para dar vazão ao trabalho que me caiu em cima, 3 pares de braços resolviam.   

PDI ou mosca tsé-tsé?

No último sábado lá estive eu no Dança Aveiro, edição 2015. Workshops o dia todo, festa noite dentro, deitei-me passava das 5h da manhã. O que restou do domingo foi ronha, descanso aos pés de Fiona, e modo zombie. Pensava que tinha recarregado baterias, mas a semana está a ser pautada por uma soneira que nem vos digo nem vos conto. Ou esta coisa da idade para fazer noitadas efetivamente não é o que era, e uma noitada significa uma semana a recuperar, ou fui picada pela mosca tsé-tsé.   

Low profile

Nunca fui pessoa de dar nas vistas. Nem o procuro. Sou das que gosta de se sentar nos cantos, lá atrás, a que passa quase silenciosa, a que se cruza com as pessoas diz um bom dia ou boa tarde, mas não fica ali em conversas da treta, cusquices e fofocas com quem mal conhece. Não sou de me pavonear, de dares ares que sou expert ou de andar de nariz no ar como se fosse dona do mundo, tão pouco de dar graxa a professores (quando estudava) ou a chefias. Esta minha postura é transversal às várias áreas da minha vida. Sempre fui de poucos, mas bons, amigos, e ainda assim tive a minha quota de desilusões com pessoas que considerei amigas e em quem confiei e dei tanto de mim. Parece que me descrevi como antissocial, mas acreditem que, ainda que às vezes pense nisso, não o sou. Com as minhas pessoas, as que conheço, com quem tenho confiança, sou a animadora de serviço, sempre com brincadeiras, opiniões e comentários. As conversas com amigos duram horas e o tempo passa a voar.  No trabalho dou-me...

Pensamento do dia

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Coisas que me assolam o espírito e me fazem revirar os olhos

Bloggers que querem ser tão féxion que imitam, mal e porcamente (como diria a minha avó) as vips da blogosfera. Já não basta uma chamar os leitores de póneis, outra de póletes, outra de xuxus, há as que chama de tudo e mais alguma coisa: é sapinhos, é patinhos, é fofinhos, é bebés, é queridinhos, é pequeninos (ou pequenitos)... e mais inhos e merdas do género, que me fazem revirar os olhos e pensar que esta gente deve achar que está a escrever para uma cambada de atrasados mentais.  E sim, tudo isto num só blog. A moça ainda deve andar à descoberta da sua identidade(zinha).  

É inacreditável. E estupidamente absurdo!

Vejo um pai a dar água ao filho pequeno. Vejo uma família a sair de um jogo de futebol. Três gerações: avô, pai e filhos menores. Não estavam no meio da confusão, não estavam a fazer nada de mais que não fosse estarem junto a um muro e um pai a tratar do filho de 9 anos. Não vejo cuspidela, não vejo agressão, quando muito imagina-se um pai cansado de todo o ambiente confuso, preocupado com a segurança dos seus, e farto de ouvir o polícia a implicar e acabou a responder-lhe torto. Se disse um "vai pra puta que te pariu" ou mandou o agente "para o caralho", sim é possível, não é exemplo que se dê aos filhos, mas estas palavras naquele contexto apenas refletem o cansaço de um chefe de família que quer levar os seus para a segurança do lar. Nada, absolutamente nada nas imagens justifica a descarga violenta daquele agente da PSP, que derruba a criança, que bate no pai e ainda dá dois murros a um idoso. É aflitivo ver o vídeo e ver o desespero daquela criança, desespero b...

Pensamento de uma segunda feira

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Semana atípica

Enquanto as redes sociais fervilham com o tema do bullying, a propósito do escabroso vídeo do grupo de adolescentes da Figueira da Foz - confesso que vi os dois primeiros minutos do vídeo e não aguentei mais quando se ouve uma jovem dizer algo como "agora vou descansar a mão" -, eu vou lendo alguns comentários ferverosos. Não quero opinar. Obviamente não gostei do que vi, não fecho os olhos, mas é tão mau o que aconteceu como as manifestações de ódio que agora os protagonistas de tal vídeo são sujeitos. "Quem anda à chuva, molha-se" e aqueles adolescentes sentem agora na pele o ódio que eles próprios mostraram com as suas atitudes de violência gratuita. Mas, dizer que a culpa é da educação dos pais, da escola, da sociedade, é demasiado simplista para um fenómeno tão complexo como este. Que sirva para mostrar que, apesar de menores, a violência demonstrada deve ser julgada e punida independentemente das suas idades. Afinal, são jovens em plena formação e desenvolvime...

Há amores que não se explicam

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Pandora, que fizeste no feriado?

Dormi mais um bocadinho, até porque também me deitei mais tarde já que andei na rambóia à noite com as comadres salseiras. Fui à massagem drenagem linfática manual. Fui à manicure fazer a manutenção das unhas de gel.  Algumas, ligeiras, limpezas em casa. Acabei com a roupa que havia para passar a ferro. Cozinhei. Surpreendi o Gandhe com uma prenda, sem qualquer motivo que não seja o "porque sim, porque me apeteceu". Relaxei no terraço sentada à sombra do guarda-sol. Tomei um demorado banho. E acabo a noite a vegetar no sofá. Há dias tão simples e tão bons. Feriado bem aproveitado.   

Pensamento do dia

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Uma segunda com sabor a sexta

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 Lamento informar, mas amanhã é feriado na minha cidade. 

Do aniversário

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Sábado cheguei às minhas 34 primaveras. Medo!  Foi um dia calmo. Esqueci-me de pôr som no telemóvel, "perdi" algumas chamadas, que foram devolvidas ou respondidas por sms. A verdade é que o dia todo temi receber uma chamada, embora no fundo soubesse que ela não viria. Andei um tanto ou quanto ansiosa, melancólica. Ia-me emocionando com algumas felicitações, e estava longe de imaginar que o jantarinho com um casal amigo se ia transformar numa festa surpresa com alguns dos meus amigos mais especiais, próximos e íntimos dos últimos tempos. Caramba, que engoli em seco e ainda não sei como não borrei a pintura toda.  Mas havia aquele vazio, que nada nem ninguém preenche. E se o dia acabou sem a dita chamada, havia uma agreste mistura de alívio por não ter sido confrontada, mas uma profunda tristeza.  Família é quem nós escolhemos. A vida encarregou-se de me dar oportunidade de conhecer pessoas fantásticas, especiais, com bom coração. Amigos para todos os dias da vida. E não é just...

Happy Birthday to me!

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Por motivos de força maior

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Dias complicados no serviço: muito trabalho, tudo urgente, 4 pessoas a menos. Eu bem gostava de vir aqui arejar a bolha, mas nem tempo para coçar a micose tenho. Falta muito para as 18h de sexta feira?! HELP!!!!!!