Se eu não o fizer por mim, ninguém o fará

Podia ser o slogan de um leite ou iogurte ou outra coisa qualquer, mas não. É a minha postura para contrariar o bad mood que por aqui tem andado. E porra, eu mereço.


Ontem terminei um texto aqui na caixa com estas palavras: Auto-estima na lama confiança esfrangalhada, segurança a níveis negativos.


Foi o desabafo. Saiu. E a seguir foi levantar, sacudir poeira e seguir caminho, em frente. 


E em vésperas de aniversário antecipei uma prenda de mim para mim. Eu mereço.


Finalmente chegou o dia em que aqui a menina investiu numa consulta de imagem. O processo começou, e por ora, mais não digo. Prometo partilhar toda a experiência, mas apenas vou nos primeiros passos, pouco há a contar agora. Portanto, me aguardem.


 


Ontem foi dia da minha drenagem linfática manual. Depois, à noite, peguei no Gandhe, que esta semana está em casa, e fomos com os meus colegas das danças até uma noite latina. Dancei, brinquei, espantei as inseguranças, medos e mal estares. Diverti-me e revigorei-me.


E recebi proposta da escola de dança para mudar de turma e professor, já que manifestei a minha vontade de congelar matrícula por tempo indeterminado, uma vez que não me identifico em nada com a nova linha de aulas que a turma onde estava vai ter daqui para a frente. Para a semana vou experimentar essa outra turma e logo se vê.


 


De maneira que é isto. Só fica na lama a lamentar-se quem quer. Não é fácil levantar, dar a cara e o corpo ao manifesto quando se está em frangalhos. Mas caramba, para mim não é solução lamentar-me sobre os meus próprios cacos. 


 


 

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