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A mostrar mensagens de março, 2021

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E de repente passou outro mês, daqui a nada é abril e não sei para onde o tempo se esvai. Contraditória esta sensação, já que se vive um novo confinamento e a vida (alegadamente) abranda. Sabem aquela palavrinha que está muito na moda, burnout? Pois... foi o que tive há algumas semanas atrás. Bati no fundo e a vida tirou-me o chão debaixo dos pés. Aquilo que eu tinha como seguro, os meus alicerces e fundações inabaláveis, abalaram e tremeram, quase ruíram. Quase.  Aprendi tanta coisa em pouco dias. Aprendi com dor e angústia. Dores de crescimento, chamam-lhe. Crise. A crise é o motor da mudança. Da evolução. Da transformação. Aprendi que eu tenho de ser a primeira a mudar. Se eu mudo, o outro muda. A vida muda. Passei demasiado tempo a querer que o outro mudasse. A exigir aquilo que eu própria não dava nem fazia. Que rica moral?! Conseguir olhar-me com clareza e perceber o quão tóxica tenho sido. Qual a opção? Vitimizar-me no papel da coitadinha ou fazer melhor, ser melhor? Procurar de...

Bochechas de porco no forno

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[slideshow] https://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bdd18dd4d/22019641_hjNGG.jpeg,https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B57173d87/22019642_qin0J.jpeg[/slideshow ] Ingredientes: Bochechas de porco 1 cebola picada 4 dentes de alho picados 2 folhas de louro um fio de azeite sal 1 colher de chá de pimentão doce 1 colher de chá de tomilho 1 cerveja Preparação: Num pirex cobrir o fundo com a cebola e os alhos picados. Dispor as bochechas de porco e temperar com sal, o pimentão doce, o tomilho, um fio de azeite e as folhas de louro partidas em pedacinhos. Regar com a verveja e deixar marinar algumas horas, de preferência de um dia para o outro. Levar ao forno, coberto com folha de alumínio, a 180º entre 40 a 45 minutos. Terminado o tempo, retirar a folha de alumínio e levar novamente ao forno para dourar um pouco mais uns 10 a 15 minutos.  Servir com arroz branco e uma salada ou legumes cozidos.   Eu adoro bochechas de porco. Normalmente, quando compro, costumo seguir a receita da minha amiga a...

Chegámos a março... ou será que ainda estamos em março?

Está quase quase a fazer um ano que entrámos, oficialmente, em confinamento e estado de emergência, e o Covid passou a dominar a vida de todos nós. Nunca, em momento algum acreditei que um ano depois estaríamos na mesma, ou pior, convenhamos. Há um cansaço enorme e geral. Estamos neste momento a recuperar daquilo que há um ano atrás víamos nos outros. Aqueles números alarmantes e assustadores que nos eram dados de Itália e Espanha. Aquela realidade que víamos aproximar-se de nós a passos largos e iniciou o pânico que nos fez fechar tudo e ficarmos em casa com promessas e arco-íris que nos diziam que "vai ficar tudo bem". Um ano depois os arco-íris esbateram a cor. O "vai ficar tudo bem" silenciou-se.  Um ano depois, cá estamos. E assim continuaremos. Desengane-se quem acha que 2021 será muito diferente de 2020. Que possamos recuperar desta onda avassaladora de janeiro, e da qual estamos a pagar um preço alto, e que possamos fazer o que estiver ao nosso alcance para ...