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A mostrar mensagens de janeiro, 2021

E se eu partilhasse receitas?

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Em tempos tive um blog só com receitas. Lembrei-me dele há pouco, quando o mostrei a uma colega. Bateu aquela saudade de partilhar receitas que ia fazendo, experimentando ou replicando de outros blogs.  Voltar ao blog só das receitas não me parece. Não tenho disponibilidade (nem vontade) para tal empreitada. Contudo posso abrir aqui uma tag "caixa de receitas" e ir partilhando algumas das coisas que vou cozinhando.  Que me dizem vocês aí desse lado?  Só para abrir o apetite, uma foto de um almoço que preparei recentemente. 

Breve reflexão

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E muito breve mesmo, porque há muito tempo que acredito que a estupidez supera a inteligência... Ontem fui mudar o penso no dedo. Dia sim, dia não lá vou eu ao Hospital da Luz fazer curativo ao dedo. Ontem era dia de penso e aproveitei para logo a seguir ir votar, passei num restaurante perto de casa e levei almoço, regressando à condição de confinamento.  Ontem meti conversa com a enfermeira que me recebeu, e comentei que estava calmo lá fora (entenda-se a sala de espera das urgências). Ela respirou fundo e desabafou: calmo agora, há bocado chegou aí uma senhora com 4 acompanhantes, quuuuuaaaaatrooooooo. E ainda nem tinha sido feita a admissão da doente, já estava um a perguntar se podíamos passar uma declaração em como ele estava a acompanhar a tia.  Esta gente está parva ou come merda às colheradas? Entre passear trelas sem cão, ou passear javalis, nenucos em carrinhos de bebés, ir em bando para as urgências de um hospital privado só para (supostamente) terem uma declaração de acomp...

Ao 15º dia do ano 2021

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Dada a situação pandémica que se vive há quase um ano, a passagem de ano, à semelhança do Natal, foi a dois, em casa, com os gatos todos refastelados na manta quentinha do sofá. Nesta passagem de ano pude testar uma das melhores teorias relativas à cor da cueca a usar na passagem de ano. A teoria do SEM CUECA. Ao dia 15 de janeiro posso dizer: não tentem. Nem em casa, nem fora de casa.  Então ao dia 15 de janeiro já somei uns quantos episódios insólitos, e dois destacam-se pela gravidade da coisa. Um carro parado, assim, do nada, congelou ou o raio que o parta. Está há uma semana no mecânico e os prognósticos não abonam a favor da minha conta bancária. Ontem, numa situação absurda, que por mais que tente perceber como aconteceu, não consigo atingir, deixei o dedo para trás quando fechei a porta do carro (estacionamento de um supermercado, estava a sair do carro de lado, mala numa mão, atenta para não esmurrar o carro encostado, fecho a porta de costas e deixei lá o dedo indicador... co...

Alerta!

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Recebi um alerta por causa do post anterior.  Papel higiénico de folha tripla a escassear, só se arranja embalagens pequenas e de papel folha fina.  Enlatados a desaparecer. E café.  RIP à esperança que a pandemia ensinaria alguma coisa à humanidade. Não. A estupidez continua forte. Muito forte. Só falta o Ventura ganhar as eleições ...   Xô capeta! 

Só mudou mesmo o ano...

Tudo aponta para que estejamos na iminência de novo confinamento geral. Tudo fechado. Tudo em casa. Agora apontam-se dedos por causa das reuniões natalícias. Curioso. Nos dias que antecederam o natal, sentia o olhar de piedade quando respondia que o natal seria a dois, em casa, com os gatos. Enquanto via a azáfama dos planos para conseguirem ir à família de um lado e depois à do outro, ou outras pessoas a sacrificarem não estarem com familiares de um lado mas a não saberem dizer "não" a outros que insistiam, eu tranquila da minha vida a saber que o natal seria em paz e sem fretes, com a família que tenho todos os dias. Levei com olhares de pena. E tive de lidar com a piedade alheia quando por dentro rejubilava por ter um natal tranquilo, em paz, na minha casa, com a minha família de todos os dias.  Agora trocam-se acusações como se uns fossem santos e outros pecadores.  O que me aborrece no dia de hoje é ter-me visto obrigada a deslocar-me à extensão de saúde da minha área de...

Singularidades

Há (quase) sempre um Café Central, um Largo da Capela, uma Rua Direita e o edifício da Câmara Municipal está na Praça (ou Largo) do Município. Na verdade, praticamente só muda o nome das localidades.   

Leituras em 2020

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Em 2020 li 21 livros . Superei o meu próprio objetivo e fiquei feliz, claro.  Para atingir esta quantidade houve dois fatores decisivos: pandemia e três meses de confinamento em casa, em teletrabalho. Três meses sem sair de casa, três meses em que a vida, tal como a conhecia, as rotinas que tinha como certas e garantidas mudaram drasticamente. Tive de me reinventar, de reinventar os meus dias, e a leitura ganhou tempo de qualidade e foi um dos meus grandes refúgios. O outro fator foi ter lido, em jeito de maratona, o autor Robert Bryndza. Seis livros em seis semanas . Foi muito bom. Adoraria conseguir este ritmo de leitura de forma mais frequente e recorrente.  Talvez poderia ter conseguido chegar aos 22, 23, quiçá 25 livros. Tramou-me o último que li e que comecei em outubro (no início de outubro, ainda estava eu de férias) e fiz um esforço para terminar a 31 de dezembro. A Fórmula de Deus , de José Rodrigues dos Santos foi um osso duro de roer. Se houve capítulos que me entusiasmavam...