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A mostrar mensagens de maio, 2020

Seis semanas, seis livros!

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Robert Bryndza, um nome que já estava na minha mira há algum tempo. Ler estes seis livros seguidos foi uma experiência em tudo semelhante a ter feito uma espécie de maratona a ver uma temporada de uma série. Vá, espero que esta ainda não tenha chegado ao fim, nada no sexto livro indica que a história da inspetora Erika Foster terminou. Entretanto o autor já lançou novo livro, mas com outra detetive, portanto, parece-me que há nova série policial deste autor (a não perder, até porque já li os primeiros capítulos disponibilizados na WOOK e promete ser tão bom como os da série Erika Foster). Para sinopse livro a livro, ver links abaixo. A Rapariga no Gelo A Sombra da Noite Águas Profundas O Último Fôlego Sangue Frio Segredos Mortais Não vou dar um feedback individual, livro a livro, mas do todo. Para quem é fã de séries policiais, ao estilo do Castle, tem aqui uma boa e empolgante leitura. Escrita fluída, capítulos breves, quando damos conta já lemos 100 páginas e nem demos por isso. O a...

Breve reflexão

Ontem falava com uma amiga via Whatsapp (a nossa forma de comunicar frequente, visto que estamos a kms de distância) e trocávamos impressões sobre isto de estar de quarentena, experiências, sentires. Somos muito parecidas. Já o sabíamos. A viver a quarentena também.  Já tivemos os nossos momentos de break down, já nos reerguemos, já estamos com esta rotina do teletrabalho bem interiorizada e chegamos a conclusões muito semelhantes. O que nos faz falta, assim mesmo mesmo mesmo mesmo falta (ou saudades, também)? É a liberdade de poder escolher sair ou ficar em casa. Isto é, chegamos ao fim de semana e no sábado está um sol fabuloso, aquela liberdade de decidir que vamos passear, almoçar fora, ir visitar um local específico, ir a uma exposição ou evento, ir experimentar aquele restaurante ou aquela coffee house que tem umas waffles e uns crepes de fazer babar o cão de Pavlov. Ou escolher ficar em casa porque sim, porque apetece e não porque tem de ser.  Também sentimos falta de estar com ...

Questões que me assolam o espírito por alguns nano segundos

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Então a praia este fim de semana? Boa? Sim? Espetáculo. Bato palmas ao egoísmo desmedido de centenas de pessoas, FAMÍLIAS que usam o argumento que "as crianças precisam, estão fechadas há muito tempo". Isto vindo de quem já foi à praia em fins de semana anteriores, mesmo com tempo encoberto, e neste fim de semana foi dose dupla, sábado e domingo, realmente o argumento de "muito tempo fechadas" é de louvar. Só que não!! Tenham vergonha na puta da cara!  Aposto o meu dedo mindinho em como estes cromos da merda são os mesmos que depois manifestam muito pesar e preocupações várias com a reabertura das creches. Como diz a outra, FODEIBOS!!! Com estas atitudes, prevê-se uma palhaçada quando abrir, oficialmente, a época balnear. O apelo ao bom senso, a que cada um tenha de ser o seu próprio fiscal para respeitar as normas de segurança e higiene, dá vontade de rebolar no chão a rir. Só não o faço porque depois TODOS sofrem as consequências da irresponsabilidade e egoísmo ...

Deixar a vida acontecer

Perdi a conta às vezes que abri o editor de texto e voltei a fechar sem escrever uma palavra.  Ando pouco ou nada inspirada para escrever.  O aniversário passou-se. Este ano eu até tinha pensado fazer uma jantarada com um grupo de amigos, o que para uma pessoa como eu, que não vibra com o aniversário, era assim uma coisa pouco vista. E eis que a pandemia suspende planos e a vida como a conhecíamos. Há que reajustar. Depois custou encaixar que já cá contam 39. É que não me sinto nada com essa idade e pensar que para o ano entro nos 40 dá-me assim um ataque de pânico. Ok, já passou. Os dias têm passado nesta rotina já instalada. Continuo em teletrabalho e continuarei. As previsões de regresso apontam para setembro. São previsões, portanto valem o que valem. Pode ser antes, pode ser depois, depende de muita coisa. Há novas possibilidades que antes no corre corre não havia. Vive-se com mais vagar, sem ser a contra-relógio. Aliás, só olho para o relógio durante o dia quando estou no PC a tr...

Como assim, 39?????

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Quarentena: últimas duas semanas!

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A última semana que aqui vim escrevinhar umas coisas foi a semana mais difícil nesta quarentena. Talvez por ter estado doente, ter tido febre, ter pensado em coisas que, mesmo não sendo hipocondríaca, os tempos que vivemos levam uma pessoa a pensar. Talvez porque me sentia muito em baixo, desanimada, sem energia, sem produtividade, passaram-se dias em que me arrastava e não tinha cabeça para absolutamente nada.  E então uma pessoa sente que bate no fundo e dali só tem um sentido a seguir: para cima. Portanto daí em diante tem sido o objetivo dos dias, levantar o ânimo. Uma das primeiras coisas que decidi pôr em prática nesta operação "levantar o ânimo" foi ir fazer uma caminhada. Foram 5,5 km no meio da natureza, aqui tão pertinho da minha casa, quase como quem vai ali ao fundo do quintal e volta. É incrível as coisas boas que temos à nossa mão, tão perto, tão acessível, e nos passam ao lado dia após dia. Voltei a casa com outra energia. E confesso que um pouco tonta, acho qu...