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A mostrar mensagens de fevereiro, 2020

Leituras de fevereiro: Sara Blaedel

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Sara Blaedel está, neste momento, no meu top de preferências de autores de policiais e trhillers. Comecei por ler o best seller As Raparigas Esquecidas , e recordo-me que na altura não fiquei totalmente rendida, mas voltei a dar uma oportunidade à autora. E ainda bem que o fiz. Em janeiro, aproveitando uma campanha promocional de WOOK, encomendei dois livros da autora . Ambos foram as leituras de fevereiro.  O Trilho da Morte foi devorado em quatro dias. É o segundo volume da série Pessoas Desaparecidas, iniciada com o aclamado As Raparigas Esquecidas. O facto de o ter devorado assim em quatro dias é, por si só, uma evidência de quanto o livro me prendeu desde a primeira página. É intenso, é de cortar a respiração, é de não querer largar só para saber o que vem a seguir. É bom, muito bom. Agarrou-me mais que os outros dois que já tinha lido da autora e veio confirmar que está aqui uma excelente escritora de policiais, muito realista e verosímil, com personagens humanas extremamente r...

Pergunto-me se efetivamente estamos no séc. XXI...

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Li, há pouco, uma publicação de uma conhecida no Facebook. Toda indignada por a lei da eutanásia ter sido aprovada (aliás, ainda nem é a aprovação da lei, mas a aprovação para se criar essa dita lei). Escrevia ela que "matar gente é muitooooo mais fácil e menos dispendioso que tratar gente como merece ser tratada!"... e ainda protelava que esta aprovação é um "fabrico da morte". E eu estive vai não vai para comentar e decidi não o fazer. Não vou alimentar a indignação desta gente que é do contra porque sim. Têm cursos superiores só para serem tratadas por doutoras, pois usarem a massa cinzenta tá quieto.  Olhem para os EUA. Eu sei que não são lá muito exemplares numa série de coisas, mas na saúde o paciente é dono e senhor do seu corpo e saúde. É o paciente que decide e autoriza exames, tratamentos, intervenções cirúrgicas. É o paciente que decide se quer ser reanimado ou não. Quando o paciente é menor ou comprovadamente não está nas suas plenas capacidades cognitiv...

Pensamento do dia

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Pensamento do dia

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Ca put@ de neura

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Uma pessoa anda na merda e tudo acontece.  Não sei que raio se passou com a última coloração de cabelo, em três semanas tenho o cabelo às manchas e cor de rosa em alguns sítios. Tento arranjar vaga ASAP na cabeleireira... Tinha para dia 21, mas eu não posso que tenho uma consulta médica à hora da vaga. Ora então, só dia 26...   (lado positivo, se quiser posso fantasiar-me de Harley Quinn no Carnaval).  Tenho manutenção das unhas esta quinta. O que acontece? Tenho a unha do polegar partida até meio (e usar collants está a ser uma verdadeira aventura). Ligo para a moça que me arranja as unhas, afinal eu já a desenrasquei outras vezes a trocar com outras clientes dela. Mas não. Não há vagas, não há trocas. Aguenta até quinta.  Aquela merda da lei do retorno é um grande mito urbano, não é?! É que, foda-se, estou a colher o que outro cabrão qualquer andou a semear e meteu na minha conta, só pode!!!!  

Sogra vs Nora

O conflito é simples, a nora é vista pela sogra como a substituta ilegítima do seu reinado de mãe soberana de um filho obediente e dependente emocional. Ele que nunca quer assumir conflitos com sua querida mamãe fica passivo e tentando colocar panos quentes nos desentendimentos velados ou explícitos da mãe e da esposa. Na hora do racha sai de fininho e diz que não pode tomar partido: “é minha mãe, poxa!”. O resultado é trágico, pois em cada evento social surge aquela briga nas entrelinhas pela atenção do homem da vida das duas. A sogra tem um agravante, na maior parte das vezes quer fazer as vezes de companheira emocional do filho e tirar a nora da trilha. Ela no papel de mãe deveria estar ciente de que a nova família do filho se sobrepõe à família de origem. Mesmo sendo a mãe não deveria interferir ou palpitar nas escolhas do filho, mas de modo geral faz o oposto, critica, aponta, acusa e faz intrigas. Se a nora reage parece sempre a louca, enquanto a pobre sogra permanece chorosa pel...

Aguenta, a ver se dói menos!

Os dias estão maiores e quando saio a horas do trabalho, ainda há luz do sol. Fico contente. Com outra energia. Fevereiro trouxe subidas nas temperaturas e houve dias verdadeiramente primaveris. Sabem bem. Muito bem. Renovam logo a energia de uma pessoa (a minha, pelo menos). Estive doente. Uma crise gastro intestinal arrumou comigo durante uma semana. Inicialmente associei a um fim de semana com alguns excessos alimentares, que na minha condição desencadeiam logo estas crises. No entanto, e volvidas quase duas semanas, ainda não estou totalmente recuperada, e dias há em que incho desalmadamente (pareço mais grávida que a Carolina Patrocínio em fim de gestação... mas também não é difícil, né?) e tenho cólicas dolorosas. E em que dias isso acontece? Em dias que os nervos disparam. O meu corpo tem tido uma resposta ao stress que me deixa prostrada.  Preciso proteger-me, cuidar de mim. No entanto isto fica difícil quando há coisas que invadem a minha vida sem pedir licença, quando há pess...

Pensamento do dia

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Frivolidades e saldos!

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Há vários anos que me deixei de ter malas de todas as cores, feitios e tamanhos. Sem paciência para andar sempre a trocar, sem espaço para ter uma coleção de malas e malinhas para usar sempre a mesma, na loucura, as mesmas duas ou três. Fui-me desfazendo de umas quantas, dando a amigas que gostavam e queriam, doando, ainda vendi uma ou outra. Passei a usar duas por ano, uma para outono/inverno, outra para primavera/verão.  Depois o gosto foi mudando. Primeiro os malotes, tamanho médio, que nunca gostei de malas muito grandes (ainda mais sendo eu metro e meio de gente). A seguir vieram as mochilas que me conquistaram e mantiveram fiel nos últimos anos. Agora, nestes saldos, apostei noutro modelo e estou a gostar bastante: malas a tiracolo. Modelos relativamente pequenos, mas onde cabe o que eu preciso trazer no dia a dia, posso ter ao ombro, na mão, ou passar a tiracolo que é estupidamente prático.  Nessa nova onda em que estou no que a malas diz respeito, aproveitei os saldos da Parfoi...

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O Dia Em Que Perdemos a Cabeça

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O ano começou bem em leituras. Janeiro, dois livros lidos. Eu sei que há quem leia o dobro ou o triplo, mas se a minha meta tem sido um livro por mês, ao ultrapassar o objetivo fico contente. Contudo, não leio para atingir um número, leio pelo prazer que me dá.  Depois de uma história de ternura, esperança e coragem , peguei no livro O Dia Em Que Perdemos a Cabeça . Fui atrás das entusiastas opiniões sobre o livro, a sinopse prometia um soberbo thriller, e andava ansiosa por lhe pôr as vistinhas em cima. Ora, digamos que as primeiras 200 e tal páginas foram lidas em dois dias. Realmente agarra logo de início e mantém-nos cativos página atrás de página... até descarrilar.  Não gostei nada do rumo que o enredo tomou, desinteressei-me completamente do livro e só não o abandonei porque já se sabe que não desisto de um livro, e porque havia um certo masoquismo em ler aquilo e manter esperança que fosse um desvio ao enredo para voltar ao que me tinha prendido no início. Não foi um desvio. Fo...