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A mostrar mensagens de outubro, 2019

Pensamento do dia

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Coisas fantáticas (e não só) de ir almoçar a casa

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Isto de morar a cinco minutos do trabalho é um luxo. Verdade. Regra geral vou almoçar a casa, não que de vez em quando não combine e vá almoçar com colegas a qualquer lado, mas por norma, vou a casa. Um luxo. Verdade. No entanto, tudo tem o seu revés. E isto de ir almoçar a casa também é muitas vezes andar numa corrida a fazer coisas em casa e quando finalmente me sento para almoçar, fónix, faltam 15 minutos. Ou menos.  Hoje andei a estender roupa (aproveitar o sol), a apanhar roupa que estendi ontem à noite, a dobrar e arrumar alguma que não precisa de ferro, depois venho para a cozinha e ainda arrumo umas coisas, limpo as caixas de areia dos gatos e... ops tenho de almoçar.  Pronto, há outros dias que não havendo roupa estendida ou por estender, ou outra coisa qualquer que uma gaja olha e vai de fazer para adiantar serviço, dá para ler um bocadinho enquanto tomo o café descontraída.   

É oficial!

Está frio. E veio a chuva. Regressei aos collants.  Arrumei as sandálias e coloquei à mão as botas e botins (uso estas caixas para arrumar o calçado, na mudança de estação é só trocar da parte de cima do roupeiro para a parte de baixo o que vai passar a estar em uso, e para a parte de cima seguem as caixas com o calçado que durante os próximos meses não vão ver a luz do dia). É oficial. Só me apetece enrolar-me num edredão quentinho e dormir até estar novamente calor. Estamos a meio de outubro e ainda não apanhei uma daquelas gripes de caixão à cova, normalmente com alguma merdite (otite, amigdalite, faringite) associada. Não atiremos foguetes que outubro ainda só vai a meio. Aguardo ansiosamente pela última semana: mini férias . Preciso urgentemente descansar, abrandar o ritmo, estar em casa, dar uso ao sofá e às mantas, passar umas belas horas refastelada com os gatos, com um livro nas mãos. Ou a ver filmes. Quero ir ao cinema. Comer pipocas. Quero uns dias em que não tenha horários...

Coisas que me fazem cócegas ao cérebro (durante uns segundos) quando já devia estar a dormir e estou a vegetar no Instagram

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Durante anos usei agenda de papel. Se um dia me dissessem que ia abdicar dela e passar a usar a do smartphone ia rir-me e dizer "jamé". Pois que pela boca morre o peixe. Tinha uma caixa cheia de agendas de anos anteriores e percebi que só a abria uma vez por ano,  para guardar a do ano que terminava. Num daqueles acessos de desapego e limpeza, foi tudo para a reciclagem.  Aos poucos comecei a experimentar a agenda do Google. Ia mantendo a de papel.  Lá dizia Pessoa, primeiro estranha-se depois entranha-se. Rendi-me à agenda do Google, abandonei as de papel. Agora vejo que anda tudo na cena do bullet journal. Pelo que percebi é pegar num simples caderno e fazer a sua própria agenda,  com calendário, listas, notas e o que quer que cada um considere importante para a sua organização e gestão de tempo.  Tenho visto verdadeiras obras de arte: desenhos, colagens, coisas que me fazem lembrar quando era uma "aborrescente" tonta e escrevia em cadernos e fazia colagens (nunca...

Ah o outono...

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Acordo. Lá fora chove. Céu cinza escuro, carregado de nuvens.  Abro a janela. Não está frio frio. Está fresco. E chove. Aquela chuvinha miudinha, chata, filha da mãe, que só dá vontade de dar meia volta e voltar a enfiar-me debaixo do edredão. Hora de escolher o que vestir.  Já não apetece (nem é confortável) sair de vestidos de verão, manga curta, sem collants. Para usar collants, não, são quentes e ainda não está frio. As calças mais finas de verão. Nim. Frescas. Está de chuva. São claras. Está de chuva. Foda-se. Jeans. Salvam sempre o dia. Só que não. Custam a entrar, depois de meses com as carnes à solta em vestidos leves e calças finas e largas. Enfia uma perna... que pariu, eu não engordei... enfia a outra perna... ai foda-se... entras ou não entras?! Entrou. Agora a parte difícil: passar a anca. Malabarismos dignos de uma contorcionista chinesa. Agora que passou não respira... aguenta... mais um bocadinho... botão apertado. Continua sem respirar. Ok, e o que calçar? Botas????? M...

Ora, comecei a 24 de setembro, acabei a 30, e pelo meio não lhe peguei durante dois dias!

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Portanto foram 5 dias para ler o sexto volume da saga Sebastian Bergman. 528 páginas devoradas em 5 dias  Acho que vou criar uma tag só para Sebastian Bergman, porque eu estou viciada nesta série. E agora tenho de aguardar pelo próximo (vai haver um próximo volume, TEM de HAVER) numa espera que aumenta as expetativas sobre o que está para vir. O sexto volume foi muito ansiado e aguardado, dada a forma como termina o volume anterior. E este é uma das características, entre outras, destes autores: conseguem prender-nos até à última página, sendo que essa última página deixa uma espécie de "to be continued" que nos deixa em ânsias.  Este volume pode, e percebo que assim o seja, desiludir um pouco os fãs, como demonstra esta opinião , que está muito bem fundamentada e portanto não vou acrescentar muito mais. Ainda assim, eu estou crente que este volume é uma espécie de transição para o grande drama que se aproxima e que vai pôr à prova toda a equipa de Torkel.  Neste volume temos...