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A mostrar mensagens de agosto, 2017

Vou-me meter em alhadas

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Hoje apetece-me dissertar sobre um fenómeno da moda (pois claro), a última coca-cola do deserto, a última bolacha do pacote, o milagre da eterna juventude... milénios de história e evolução da humanidade para agora a cura milagrosa de todas as maleitas estar (rufos de tambores)... no Paleolítico . Dieta Paleo é moda, como tantas outras dietas tiveram o seu auge e estiveram na ribalta durante o seu tempo, assim como o Bailando já foi hit de verão e o Despacito um fenómeno de popularidade. Acredito que a dieta paleo estará para a alimentação atual como o Despacito para o verão 2017. Adiante, não me compete discorrer exaustivamente sobre o assunto. Isto é tema que dá para uma tese de mestrado, doutoramento e especializações várias.  Já ouvi falar deste tipo de alimentação há algum tempo e sim, confesso, ao início fiquei deslumbrada com tamanha lista de vantagens e saúde para dar e vender. Comentei com a minha nutricionista que me deu logo um safanão, explicou-me umas quantas coisas e lá s...

Tão bom, mas tão bom!!!!

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E depois das férias...

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O regresso ao trabalho. Foi mais calmo do que tinha imaginado. Ou porque imaginei uma espécie de fim do mundo, onde só me apeteceria cortar os pulsos e agrafar os olhos.  O regresso às rotinas faz-se devagarinho, ainda em certa velociadade cruzeiro, já que outras atividades que tenho só retomam em setembro.  Vou saboreando esta calmaria, que sabe pela vida depois da tempestade. Tempo para respirar. Profunda e pausadamente. Retomei alguns dos meus pequenos deleites que havia deixado para trás. Ando a cozinhar com maior prazer. Regressei às leituras. Vi filmes. Tenho procurado esplanadas simpáticas e longe da confusão dos turistas de agosto para uma bebida fresquinha e dois dedos de conversa. Entro em casa e deixo de olhar para as horas, as coisas vão-se fazendo sem ser a contra-relógio. Pequenos pormenores que ajudam a gerir o stress dos últimos meses, que se acumulou e atingiu níveis pouco saudáveis. Para mim e para os que me rodeiam.       

Na reta final

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Custam tanto a chegar e vão-se num instante. O que vale é que começo na labuta segunda, e terça é feriado.  Não posso dizer que foram umas férias fantásticas. Não foram. Desliguei totalmente do trabalho, mas para isso também muito contribuiu a fase complicada que vivi em termos pessoais e afetivos nestas últimas semanas, esgotando toda a réstia de energia que ainda tinha. O saco vai enchendo e um dia rebenta. Rebentou em pleno início de férias, instalou-se um estado de espírito depressivo que arruinou qualquer tipo de planos, que a bem dizer, também não os havia muito. A ajudar à festa, apanhei dias de frio e vento quando era suposto ir estender as banhas no areal e relaxar ao som das ondas, com o mar como horizonte. Portanto não há relatos de dias de praia ou piscina, nem de viagens inesquecíveis ou leituras contagiantes. Foram dias difíceis e não vou pintar o cenário de rosa flamingo e unicórnios. As férias foram uma merda, no geral. Em particular salvaram-se alguns momentos e (re)en...

Isto de ir ao Alentejo...

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Nem uma semana ainda se tinha passado (quase) e uma tia dos nossos amigos vê-me pela segunda vez. Com um ar de felicidade estampado no rosto, pergunta-me com entusiasmo: - Ai, está de bebé?! (viu-me uns dias antes e não se apercebeu de nada, pensava ela). - Ah não, isto é o resultado das migas, dos secretos e miminhos de porco preto, do pão alentejano, do queijinho, do chouriço de porco preto, do gaspacho com peixe frito, da sericaia... (e achei por bem parar porque a senhora já estava com ar de quem não sabia onde se enfiar). Para quem achar que esta barriga é de grávida, aviso já que o pai da criança é raça porco preto alentejana.    E ainda me falta ir à Feira Medieval de Santa Maria da Feira e ao Festival do Bacalhau em Ílhavo.