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A mostrar mensagens de abril, 2016
Pandora, a mini(atura)
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Contextualizando. Eu andava de olho, há já algum tempo, nas leggings que a professora de ginástica usa. Obviamente tem corpinho, mas o raio das leggings pareciam-me assim espetaculares, não se mexiam, não subiam, as costuras não deslizavam para o lado, e ali tudo no sítio, não havia cá carnes flácidas (nela também era difícil, pronto) a saltar dentro das leggings. Vai daí um dia pergunto-lhe se aquilo era push up. Não. E fala-me do tipo de algodão, que é muito bom, não alarga, não desbota, não dá coceira quando uma pessoa começa a transpirar. E onde se compra? Ah, eu costumo vender roupa de desporto na loja da minha mãe - diz-me ela. Oh oh maravilha, então manda vir para mim que quero experimentar. E vieram. Umas leggings compridas, pretas e rosa. Que toque, que espetáculo. Visto aquilo e parece magia, ali, tudo no sítio. Agora, não seria típico da minha pessoa eu não ter de mandar fazer bainha, que aquilo era calça e meia, tudo incluído. Imbuída do espírito de investimento, encomendei...
As palavras que guardo… e nunca te direi! (exercício de escrita criativa)
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O que há em mim é, sobretudo, palavras. Dispersas no eco do que não disse. Guardadas a sete chaves no mais profundo de mim, como segredos que não se confessam… nem às paredes. O que dói em mim é, sobretudo, palavras. Agudas na subtileza do silêncio que as condena. Pesam-me e queimam-me num fogo que arde sem se ver, em ferida que dói… e sinto. O que guardo em mim é, sobretudo, palavras. Escondidas na cobardia do sentir, embrulhadas no medo da verdade que carregam. Da ilusão que dissipam. Tanto que não te disse. E tanto que te disse e se perdeu no infinito do caos. Apagadas pelo tempo, gravadas na dor da memória, trouxeram o medo de libertar mais palavras. Não interessam os porquês que ficaram por responder. Tão pouco os pedidos de desculpa que ficaram por dizer depois dos que foram ditos e ignorados. A dor que as palavras ditas trouxeram fez-me trancar a sete chaves as outras, esmagadas na condenação do medo. E são essas que bailam num descompasso, em atropelo, que arranham e ferem e ec...
As alhadas em que me meto
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Esta semana o grupo de escrita criativa deu-me, a mim, a tarefa de definir um tema. E eu, primeiro ai ai e agora, isto é tão difícil e tal, pumba, proponho este: as palavras que guardo... e nunca te direi! Se ainda eu fosse fã de Nicholas Sparks, que não sou, justificava-se a inspiração de tal tema. Agora, Pandora, aguenta lá com a tua ideia de génio e escreve as palavras que guardas. Quase que apetece apresentar uma folha em branco... afinal são as palavras que guardo e nunca direi. Literalmente. Vou ali inspirar os dedos a ver se escrevem palavras de jeito. Dignas de serem ditas.
A saga dos jantares vegetarianos
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Esta semana Gandhe tem de fazer 5 jantares só à base de legumes. Nada de proteína nem hidratos. Porquê este castigo? Ora bem, ele durante anos praticou desporto, era jogador federado e aquilo era treinos todos os dias e jogos ao fim de semana. Por vicissitudes da vida adulta e profissional, quando foi trabalhar para o turno da noite, foi-se o desporto. Algumas tentativas de ginásio, mas que saíam sempre furadas, porque ele gosta pouco de ginásios. Gosta mesmo é de desportos de equipa. Ainda se meteu a fazer BTT com colegas do trabalho, mas os horários incompatíveis fizeram-no abandonar esse hobbie. Resultado: engordou e não foi pouco. Lá se foi convertendo a uma alimentação mais saudável, a acompanhar-me em refeições com legumes, saladas, mais peixe e carnes brancas, habituou-se à sopa. O problema era a quantidade de comida ingerida e os snacks entre refeições. Há quase dois anos decidiu voltar ao ginásio. E depressa começou a desmotivar, porque a ideia que bastava lá ir fazer uns trei...
Os anéis de Pandora
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Pronto, sou menina de brincos e anéis. Gosto. Adoro. Brincos tenho muitos, anéis já fui de ter mais, até porque comprava bijuteria. Só que nem sempre encontrava tamanho para os meus dedos, raros eram os que não me deixavam os dedos verdes ou azulados, os que iam manchando e ficando feios. Então, se em brincos, não olho tanto à qualidade, aos anéis passei a preferir comprar prata ou aço. Ter menos, mas melhores. Há dias falei aqui num anel que me tinha encantado. Pois que quando fui levantar a aliança, já arranjada, estava em cima da hora para ir ao cinema, e foi fácil desviar o olhar do anel que teima em me seduzir, como canto de sereia. Quando ando assim meia a cismar com uma coisa, que implica ser uma compra supérflua, começo por ver, dentro do género, o que tenho, pensar se realmente "preciso" assim tanto de mais um. Aproveitei e tirei uma foto, que venho aqui partilhar, à falta de assunto melhor. Não são muitos. Sou menina modesta. Mas a verdade é que, apesar de ter a ta...
O karma é tramado!
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Quando, para sair da rotina alimentar, variar um bocadinho, decido fazer um jantar assim livre de proteína animal, a privilegiar os legumes e a dar azo a receitas vegetarianas, o homem tem destas saídas . Mas o karma é tramado e vai que no plano alimentar para uma semana a nutricionista prescreveu cinco, CINCO jantares só com legumes. A saga começou ontem. Fiz uns brócolos salteados com cogumelos, uns temperos, no fim polvilhei com pinhões e estava uma delícia. Ele lá dizia que faltava qualquer coisa. Se calhar era por faltar qualquer coisa que ele se serviu por três vezes.
Uma fabulosa descoberta
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Graças à Cindy e a este seu post descobri este maravilhoso site espanhol, Primor . Ora, quando abri e comecei a explorar o site ia ficando boquiaberta. Abri logo conta e comecei a colocar os artigos que gostava na lista de desejos. Quando dei conta, a lista era imensa. Andei dias a explorar todas as áreas, a comparar preços, artigos. Fiquei rendida. Verdade. A minha primeira encomenda mostra como fiquei, deveras, rendida. Champô e condicionador de coco. Já usei esta gama e estava maravilhada, até ao dia em que a loja de produtos naturais em que a comprava me disse que a marca tinha descontinuado os artigos. Fiquei muito triste, pois adorava este champô de coco. Quando o vi disponível na Primor, ainda por cima a 1,99€, confesso que rejubilei e foi logo o que decidi encomendar. Champô e amaciador, a 1,99€ cada. Depois vi este pote de 1 kg de máscara de argão. O argão é um dos nutrientes que melhor resulta no meu cabelo seco, portanto, não me fiz rogada, e cá está ela por 3,99€. Tenho m...
Ah, o fim de semana prolongado!
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Está quase a acabar e é tempo de aproveitar o restinho que sobra para descansar. É que por estes lados o fim de semana foi em modo non stop. Na sexta rumámos um grupo de amigos a Montemor para um jantar surpresa de aniversário. A aniversariante andava desconfiada, mas ainda assim, viu a casa inundada de familiares e amigos e foi bem divertido. Deitei-me a passar das 3h da manhã. Sábado foi dia de limpezas e arrumações, aproveitei para dar uma boa geral ao quarto/escritório e pus o homem a destralhar coisas que guarda e acumula e me faz arrepios de nervos com tanta tralha e tralhinha que consegue juntar. À noite fomos ao cinema: Eu já tinha visto a Branca de Neve e o Caçador, e tirando a enjoadinha da Kristen Stewart, gostei muito. Adorei este, o argumento foi muito bem encaixado no do filme anterior, sem se prender a ele. Jessica Chastain e Emily Blunt estão soberbas, Charlize Theron é magnífica, e apesar de não aparecer muito neste filme, a sua performance é arrebatadora, ou demoníaca...
Pandora (pouco) fashion
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Finalmente a primavera começa a dar o ar de sua graça. Temperatura a subir, algum sol. Os casacos e as malhas quentes começam a ficar em casa. Ah, finalmente! Esta semana reparei que uma blusa que tenho de meia estação, manga 3/4, branca, está com algumas manchas (maldito deo roll on) e o branco já mais parece um cinza clarinho. Não é mal pensado encostá-la às boxes e procurar uma substituta. Lá me vou passear pelas montras online e no meio de flores, folhos, franjas, sem costas, de ombros à mostra, o que escolho eu? I know, i know, basic is my middle name.
Pandora, esta semana não há desafio de escrita criativa?
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Há, pois!!! O tema lançado para esta semana foi: espelho meu, espelho meu. Tchiiiii que isto dá para desenvolver toda uma trilogia. Pois que dá, o tema é absolutamente delicioso e puxa à emotividade, à introspeção, a uma viagem pelo tempo, pelo ser, pelo íntimo. E sim, tudo isso me passou pela cabeça. Escrever sobre o tempo que passa e fica gravado na pele que vemos refletida no espelho. Mas aqui a menina Pandora gosta de sair da caixa e ir pelo menos óbvio e expectável, o que decide fazer? Um poema. Ora, logo aqui saio totalmente da minha zona de conforto. Poesia não é, de todo, a minha praia na escrita. Mas escrevi um poema? Sim. Um poema daqueles de puxar o lenço e fazer chorar as pedras da calçada? Não. Um poema paródia, que se estou a sair, por um lado, da minha zona de conforto, que haja alguma coisa onde me sinta confortável. E em situações adversas eu vou pelo humor. Ora atentem lá na minha (parca) arte de versejar: Espelho meu, espelho meu Que mal te fiz eu? Logo pela manhã...
O drama da carteira
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Por carteira entenda-se porta-documentos, porta-moedas, aguarda-por-notas, acumula-talões, coleciona-cartões-de-cliente. Só pela descrição já perceberam que há uma infinidade de tralha a guardar na carteira. Ora, assim sendo, que carteira escolher? Uma de tamanho XXL que nos obriga a andar com malas também XXL, porque além da carteira XXL ainda há o necessaire com os primeiros socorros, a maquilhagem, a caixa dos óculos de sol, a agenda, o bloco de notas, o telemóvel, quiçá o tablet e o carregador, não vá ficar sem bateria, o lanche, as chaves de casa, do carro, outros óculos de sol, lenços de papel. 4 pacotes, não vá algum acabar. Continuo? Há as de tamanho médio, cabe uma quantidade razoável de cartões, pelos menos os principais que mais usamos, e os documentos, já não exige uma mega mala, mas ainda assim, se queremos usar uma mala mais pequena, o raio da carteira é maior que a mala, ou enche logo aquilo tudo, lá vamos ter de pegar só no que é essencial e levar num porta-moedas pequ...
Faltar a aulas e a profe dar novas coreografias dá nisto!
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Castigo?
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Comia eu os dois últimos oopsies ao lanche e terminava com uma gelatina de limão. Pela mente passavam-me imagens de natas, polvilhadas de canela. O bar mesmo ali ao lado. Teria ainda natas? Não teria? Não fui ver. Resisti, com pouca devoção, à tentação das natas, caso as houvesse. Mas enquanto degustava a gelatina amarela com sabor a limão, não sei como, nem porquê, eu estava a pensar nas natas, e foi-me gelatina pela fossa nasal acima. Amanhã se o CM noticiar uma pessoa que espirrou e largou gelatina amarela pelas narinas, sou eu! Entretanto a ideia das natas esfumou-se.
Oops(ies)
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Este fim de semana fiz os famosos oopsies . Apesar de ter noção que não correu muito bem, a minha massa ficou um tanto ou quanto líquida e espalhou mais, a verdade é que sim, aquilo é bom. Barrado com tulicreme (ou Nutella, para quem aprecia), então, deve ser uma delícia de fazer chorar a sola das sapatilhas.
Ai, ai, que suspiro!
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A minha aliança perdeu o brilhante no sábado. Coisas que acontecem, nenhum drama, vou à ourivesaria onde a comprei, mesmo estando já fora de garantia, e peço orçamento para colocar novo brilhante. Aceito o preço, deixo lá e estava para me vir embora quando bato os olhos num anel de prata, assim, lindo, fofo, a sussurrar por mim e eu a sentir tremeliques no dedo para o experimentar e trazer para casa. Desta vez resisti-lhe. Daqui a dias quando lá for buscar a aliança, não sei se resisto, pelo menos a experimentá-lo. Semelhante ao da imagem, mas o que eu vi era um pouco mais larguinho. Ai suspiro, suspiro!!! Adenda: o que eu vi e me deixou em suspiros é exatamente igual a este anel trança da Pandora , mas convenhamos, que num preço bem mais simpático à minha carteira.
Coisas que me ultrapassam
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As fashion bloggers, fashion advisers, whatever, volta e meia publicam post's sobre como ter um guarda roupa funcional, low cost, sem ser necessário estar carregadinho a rebentar pelas costuras. Surgem teorias como os 10 itens essenciais, ou as 30 peças versáteis e essenciais para ter um guarda roupa completo, que permita inúmeras combinações, blá blá blá. Gosto. Gosto da sugestão, das teorias, dos conselhos e dicas. Gosto. Agora o que eu não percebo é como estão constantemente a publicar outfits e looks e sugestões de looks e raramente vejo uma peça repetida. É o típico: façam o que eu digo, não o que eu faço.
Ai, ai, que suspiro!
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A minha aliança perdeu o brilhante no sábado. Coisas que acontecem, nenhum drama, vou à ourivesaria onde a comprei, mesmo estando já fora de garantia, e peço orçamento para colocar novo brilhante. Aceito o preço, deixo lá e estava para me vir embora quando bato os olhos num anel de prata, assim, lindo, fofo, a sussurrar por mim e eu a sentir tremeliques no dedo para o experimentar e trazer para casa. Desta vez resisti-lhe. Daqui a dias quando lá for buscar a aliança, não sei se resisto, pelo menos a experimentá-lo. Semelhante ao da imagem, mas o que eu vi era um pouco mais larguinho. Ai suspiro, suspiro!!! Adenda: o que eu vi e me deixou em suspiros é exatamente igual a este anel trança da Pandora , mas convenhamos, que num preço bem mais simpático à minha carteira.
18 de abril
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Há 8 anos atrás eu hipotecava a alma ao banco, mas soube bem assinar a escritura do T2, vir com a chave na mão e o coração cheio de sonhos. Oito anos depois continuo a adorar o apartamento que escolhemos, já vivemos muitas coisas, boas, menos boas, e o coração vai mantendo alguns sonhos. Há um ano estive na despedida de solteira mais divertida e fantástica que alguma vez vi ou vivi. Pronto, não foram muitas, mas esta certamente ficará na caixa de estórias dignas de contar aos netos. Um ano depois era giro podermos ir repetir o workshop de pole dance, não fosse a noiva de há um ano estar em contagem decrescente para o parto. Caramba, num ano tanta coisa já aconteceu.
Gosto de
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Sabem aquela sensação de casa acabadinha de arrumar e limpar?! Sabe bem não sabe? Eu adoro. Tudo cheiroso, sem pó, tudo arrumadinho. Ah maravilha! Pena que dure 5 minutos, uma eternidade nem sempre alcançada. Basta que o primeiro gato decida ir à areia, ou o Suki ir meter as patas no bebebouro e espalhar água, ou o Patinhas ir buscar a comida às taças e comer no chão. Pronto, é isto.
Há-de passar
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Está um temporal de meter medo. Na verdade dá-me nervos, que estou farta de chuva, de frio, de vento, de andar abafada, de kispo e botas, de pijamas quentes e meias polares nos pés. Estou saturada. Do tempo cinzento, sombrio, deprime-me, só quero hibernar, dormir e acordar quando estiverem 30º. Depois é esta sensação de esgotamento, de me faltar energia, cada movimento, tarefa, custa, dói, exige mais do que o necessário. Da falta de ferro e de sol, ando pálida, esquálida, ainda por cima dou comigo a escolher preto para vestir, dia sim, dia sim. Sem paciência, sem vontade de rir, de sorrir, de fazer o esforço. Sinto-me quebrar, sem força, mas ainda assim, teimosa, a segurar-me de pé, olhar perdido no vago, semblante carregado, como quem enfrenta olhos nos olhos a tempestade, e mede forças de igual para igual. Resigno-me, enfim. Quebro. Estou sem paciência para me esforçar. Para sequer querer isso. Há-de passar. A chuva, o temporal, tudo o resto... há-de passar.
Falta-me o ferro
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Associei este cansaço extremo ao muito trabalho, à rotina preenchida, aos dias em contra relógio. Hoje queixei-me deste cansaço extremo, desta falta de energia, de vontade, de apetite, de conseguir estar atenta ao que quer que seja, à nutricionista. Ligou-me lá ao aparelhómetro que mede vitaminas e nutrientes, e pumba, défice de ferro. Ora, não é novidade. Tenho défice de absorção de vitamina C e, por consequência, de ferro. E, como já tenho partilhado por aqui, os meus cuidados alimentares devem-se essencialmente por motivos de saúde e bem estar, já que o meu calcanhar de Aquiles é todo o sistema digestivo. Começa com um refluxo gastro esofágico, vesícula e fígado sensíveis, e termina nuns intestinos que funcionam mal. Com experiências em planos alimentares, exames e testes a intolerâncias alimentares fui percebendo como a alimentação pode ajudar a sentir-me melhor e influenciar o meu bem estar e potenciar o funcionamento regular do meu aparelho digestivo. Ainda assim, uma pessoa te...
Rascunho 2 (ou como sou uma chata)
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Eu tinha uma ideia para explorar o tema. Não a consegui concretizar. Veio um bloqueio. Insisti. Saiu um texto que não me preencheu. Volto a abrir a folha de word e deixo fluir. Pegando na minha ideia inicial, retiro-lhe alguns elementos, simplifiquei, deixei correr a escrita. E saiu novo texto. Não me deixa tão inquieta como o anterior. Ainda assim, e como perfeccionista que sou, podia ser melhor. Pode sempre ser melhor. Ainda não decidi qual publico logo, no encontro do grupo de escrita criativa. Alguns colegas já publicaram os seus textos, e deixam-me siderada. Tão bons. Difícil igualar o nível. Os mais pequenos baús são os mais pesados Sempre que podia, Alice esgueirava-se com o cão Pantufa para o bosque nas margens do rio. Ficava ali perto de casa, perto o suficiente para que a mãe não se importasse que ela fosse sozinha com o cão, longe o suficiente para estar afastadas dos gritos, das portas a bater, das caras feias dos pais, em constante azedume. Tirava a trela ao Pantufa e...
Rascunho?!
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Apesar do cansaço de um dia frio e chuvoso, trabalhoso e turbulento, culminando com uma nada fantástica trovoada, sentei-me de portátil à frente, folha de word em branco, com o mote a negrito: Os mais pequenos baús são os mais pesados. Houve uma ideia que queria explorar. Escrevi, apaguei, reescrevi, apaguei, mudei a direção do tema, escrevi, apaguei... desesperei. O cansaço contrasta com a leveza da pena. Escrever não é magia que flui na ponta dos dedos. Às vezes flui mais, outras menos, outras nada. Umas vezes desiste-se, outras insiste-se. Hoje insisti. Não gosto do óbvio e sinto que fui pelo óbvio. Leio o meu texto e não me sinto satisfeita. Parece um conjunto de lugares comuns, não sei, estou tentada a, uma vez mais esta noite, carregar no delete e eclipsar o texto no vazio do disco rígido. Ainda assim há parte de mim ali. Que não gostaria de apagar, sem dó nem piedade. Aqui o deixo, tal como está, provavelmente para olhar para ele amanhã e apagar e recomeçar. Ou não. Ou fazer-lh...
What a day!!
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Saio de casa com sol, chego a casa debaixo de temporal. Saio do trabalho tarde e más horas, exausta. Trabalho acumula-se porque chefe vai-me passando outras urgências. Pergunto-me se não há mais colegas, como a que está aos 45 minutos a lanchar, ou a que tem aulas às 20h, mas sai às 17h30 porque... tem aulas. Ou aquele que passa mais tempo no bar e a passear pelos gabinetes. Mando a aula de ginástica às urtigas. Chego a casa quase em cima da hora da aula, faminta, exausta, jantar para orientar. Que se dane. Não vou. Aviso o professora. Estou a preparar um jantar rápido, e anseio por um banho e cama. Há dias que pouco valeram uma pessoa sair da cama.
Cenas parvas que me ocupam os neurónios
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Hoje uma colega de trabalho choramingava o valor que tem a pagar de IMI. Atenção, a moça é pessoa simples, sem frufrus e manias, mas, como manda a tradição local, casou, herdou um terreno e vai de construir uma casa, que por acaso é bem gira, não é nenhuma mansão megalómana, mas não deixa de ser uma bela de uma casa, com jardim, relvado atrás da casa, páteo, cave, espaço que sobra e dá para vender. Pois que o valor do IMI subiu este ano para ela, e segundo o lamento, um ordenado dela (que não ganha nenhuma fortuna, mas está acima do salário mínimo nacional) não chega para pagar o dito cujo. Ora eu penso que já foi tempo em que também sonhei com uma moradia, jardim, grande quintal, ui, piscina então era top, assim, coisa mai linda. Mas depois comecei a viver a vida de adulta, trabalhar fora de casa o dia todo, perceber que um T2 já dá trabalho e despesa que chegue, para o tempo que lá estou dentro, que se passa uma semana que não sento o rabo no sofá, ou me ponho de papo para o ar no me...
Leilão de livros para ajudar a Becas
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A Becas é uma gatinha bebé. A Becas tem um problema grave de saúde e estão a ser feitos todos os possíveis para a curar. Estes tratamentos têm custos e apanharam a Marta completamente de surpresa, por serem tão dispendiosos. Mas quem ama luta, e por isso a Marta está disposta a ir até ao fim para ajudar a pequena Becas a curar-se e a regressar a casa. Para isso está a organizar: um leilão de livros rifas solidárias para sorteio de um livro autografado Toda a ajuda, por mais pequena que possa parecer, é bem vinda. 1€ de uma rifa, a oferta de um livro para leiloar, um pequeno donativo, o simples divulgar, porque a quanto mais pessoas chegar o pedido de ajuda, maior a probabilidade de haver mais ajudas. Um pequeno gesto de cada um de nós pode ajudar a Marta a salvar a sua Becas. Para atualizações, quer do leilão de livros, quer da venda de rifas para sorteio de livros (já houve, entretanto, novidades, livros novos a aparecer), quer para acompanhar a evolução do estado da Becas, sigam o...
Perdi a carteira (exercício de escrita criativa)
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O sítio proibido é o mais apetecido. – Lá diz a vox populis. A arrecadação da nossa escola primária, lá da aldeia, tetos altos, porta de madeira pesada, recreio de areia e árvores para trepar, a arrecadação era aquele imaginário que nos lembrava o sótão da casa da avó, cheio de relíquias e tesouros por descobrir. O que mais nos deslumbrava na arrecadação eram aquelas carteiras em madeira, tampo da mesa inclinado, que levantava para guardar os livros, e tinha uns buracos para os frascos de tinta permanente usados pelas nossas avós, quando anos e anos atrás andaram elas naquela mesma escola, tetos altos, porta de madeira pesada, recreio de areia e árvores para trepar. Não havia muitas carteiras dessas na arrecadação. Duas ou três, ainda em bom estado, guardadas com o cuidado de quem quer preservar um pedacinho de passado. E nos armários pesados os antigos livros de ponto, o registo dos alunos daquela escola ao longo dos anos. Mas não era isso que nos cativava a atenção. Eram aquelas c...
Em dia de aula de ginástica, Pandora pergunta
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O que é pior que abdominais? Isto: E o que pode ser pior que flexões de braços? ... ... ... ... ... Na mesma sequência de exercícios de localizada ter três tipos de flexões, três tipos de abdominais, repetidos em três séries seguidas, sem pausas. ... É caso para dizer: não posso com um gato pelo rabo!
Depois de uma maratona de leitura... as séries!
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Sou menina de séries. Já fui mais de ver filmes, mas depois viciei-me nas séries. Como o tempo não dá para tudo, há semanas que passam e eu sem acompanhar os episódios. E vão acumulando. Até que lá vem um fim-de-semana de retiro em que ponho as séries em dia. Este fim-de-semana foi um desses. Ajudou o Gandhe ter trabalhado no sábado, no domingo o frio e a chuva tiraram a coragem de pôr o nariz fora de portas, então foi abrir o showbox e pôr em dia as últimas temporadas de: Castle: 2 episódios; Gotham: 4 episódios; Scorpion: 2 episódios; Mentes Criminosas: 3 episódios. Uma barrigada. De amêndoas de chocolate branco com coco. A leitura está em modo pausa, que depois da empreitada de Zafón, preciso mesmo de uns dias sem livros, como uma espécie de detox literário. Manias.
Perdi a carteira
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Não perdi, mas podia ter perdido. Embora ache que mais facilmente perco a chaves dentro da mala, as malditas têm vida própria e adoram jogar às escondidas. Perdi a carteira é o tema para o texto a apresentar nesta segunda semana no grupo de escrita criativa. Podia inspirar-me na Maria das Palavras , mas sem mala e carteira, ou na Just , mas estou a tentar pensar fora da caixa e evitar o óbvio, o lugar comum. Perdi a carteira. Ainda perco é o juízo por me meter nestas andanças.
Não vou comprar mais livros (isso e acordar mais cedo)
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Pois que aí estão duas das mentiras que digo a mim mesma vezes sem conta. Só que não (esta expressão está mesmo na moda). Na semana passada esteve a decorrer no facebook um leilão solidário de livros, cujo objetivo era angariar verbas para a esterilização de uma matilha de cães. Uma amiga minha está na organização do evento e pois que recebi o convite e não me fiz rogada. Andei a ver as montras e licitei dois livros. E ganhei. O primeiro já estava na wishlist, pois claro, que histórias de gatos estão para mim como as amêndoas de chocolate branco na Páscoa: devoro tudo. O segundo é um clássico que há muito está nos meus planos de leitura. Foram duas oportunidades de adquirir livros a bom preço (15,50€ os dois) e acima de tudo poder participar em mais uma campanha para a causa animal. Impossível resistir!
Necessidades de uma segunda feira de temporal
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O Prisioneiro do Céu
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Depois de me ver arrebatada pela Sombra do Vento , intrigada e inquieta com o Jogo do Anjo , a verdade é que não esperei muito para ler O Prisioneiro do Céu, crente que me traria as respostas às dúvidas deixadas pelo anterior. E assim, num dia de férias que me saiu de chuva, instalei-me no sofá, rodeada de gatos, e, apesar de não ser fã de ebooks, lá li em formato PDF no tablet. É o mais pequeno dos três livros, não só em número de páginas, como também em extensão ou complexidade narrativa. O Prisioneiro do Céu é, atrevo-me a dizer, um conto, uma pequena extensão aos dois livros anteriores. Em termos cronológicos a ação é posterior aos seus antecessores, mas através do relato de Fermín, que conta a Daniel parte do seu passado, é nesse relato do passado que obtemos respostas para as dúvidas deixadas no Jogo do Anjo, e percebemos a rede, pouco aleatória, que interliga as personagens desta saga. É um livro pouco independente. Quem o ler sem ter lido os outros, lê e percebe, mas deve fic...
O karma a fazer das suas
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Vou lendo por aí as maravilhosas compras que se fazem em sites como o AliExpress , SheIn , Romwe , e sei lá que mais. Ora, curiosa, lá vou espreitar, estaria horas, se as tivesse, naquilo, vejo umas quantas (muitas) coisas giras, e lá me decido a fazer o registo. Ora pois que diz que o e-mail já está registado. Ok, já me devo ter inscrito e não me lembro. Tento fazer login, tento algumas passwords, até que clico no link: forgot password. Lá ponho o e-mail para recuperação da mesma e aquilo fica ali a patinar como se não reconhecesse o e-mail. Ora bem, a bem da minha conta bancária, ainda bem que não tenho como me desgraçar em compras, mas a sério, acontece a mais alguém ou sou eu que tenho esta triste sina?
Ele podia estar a mentir. Só que não!
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Ora, estava eu com o meu dia de trabalho alinhado, entupida até à ponta dos dedos, com urgência em pôr umas quantas coisas em ordem, em dia, despachadas e arrumadas, até porque já tenho instruções para aprender novas funções e em breve começo a trabalhar num projeto novo e tal e coiso, e eis que o chefe se chega ao pé de mim e toma lá umas centenas de clientes para alterar, one by one, o grupo de tarifário. Adeus planificação de sexta.