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A mostrar mensagens de janeiro, 2014

Tema da atualidade: praxes!

De vez em quando surge assim um destes temas polémicos, que divide opiniões, incendeia acesas discussões. Alguns desses temas são rotativos. Já foram debatidos, caem no esquecimento, até acontecer alguma coisa que ressuscita a discussão e a polémica. Praxes. Não gosto, nunca gostei, não concordo. Pouco fui praxada. Não praxei. Para mim a praxe não é integração é HUMILHAÇÃO. A mais simples praxe que é logo tratar os caloiros por burros é humilhação. A partir daí é sempre a descer, até, muitas vezes, os limites da integridade moral e física serem seriamente comprometidos, ultrapassados e violados. Pode-se dizer não às praxes. Pode. Mas aqui também entendo que esta suposta liberdade é utópica. Imaginem miúdos de 17 ou 18 anos, longe de casa, numa cidade desconhecida, sozinhos. É-lhes vendida a ideia da praxe como integração. E o medo de não serem "integrados" e não pertenceram ao grupo universitário, serem excluídos da proclamada vida (qual El Dorado) académica, deve realmente ...

Boooooom Diiiiiaaaaaaaa!!!

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Para os treinos de cha cha cha. E sabe tão bem acordar com esta música nos ouvidos pela manhã, e começar o dia com uns passinhos de um cha cha cha bem animado.

Dramas de uma dona de casa

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Ponho roupa a lavar. Faz sol. Estendo no terraço. Minutos depois, começa a chover. #$&#@ Apanho roupa e levo para a garagem. Lavo, à noite, outra máquina de roupa, até porque trouxe os pijamas da sogra para lavar, estendo-a na garagem, já que continua a chover. De manhã, estou eu a chegar ao trabalho: sol. Que pariu.  Com a sorte que tenho, à hora de almoço vou andar de bofes na boca a mudar a roupa da garagem para o terraço e chove de tarde.  

No divã de Freud

Namoro/vivo com Édipo e a minha sogra é Jocasta . Que pariu. Só isso explica este domínio da senhora minha sogra sobre o seu filho, e a cegueira dele pela mãe. E eu no meio desta cambada. Noutra vida aqueles dois foram um casal, a sério. E eu devo ter sido a amante, ou uma coisa assim do género. Agora inverteram-se os papéis, mas não os sentimentos.    E ela ainda está internada. Que será quando vier para casa, sei lá eu com que recomendações. Help me, God!!!    

Ora que isto tem sido sem tréguas

Arrastei-me durante a semana, ansiosa pelo fim de semana. Entusiasmei-me com o sol de inverno que se fez sentir e desde ontem que a ansiedade pelo fim-de-semana cresceu, e com ela algumas ideias para aproveitar um fim de semana calminho a dois, já com bem-estar, sem maleitas, e tréguas do mau tempo. Puro engano. Confirmou-se internamento da sogra que, a esta hora ainda não temos certeza, mas quase, se estenderá pelo fim-de-semana. Agora é ir a casa dela tratar dos gatos, o que faço com todo o gosto, é ir para o Hospital, é aguardar por resultados de exames e, esperemos, notícias que não assustem.  Já vinha uma bonança para estes lados, não?!  

Ainda um pouco desconfortável, mas muito emocionada

Acabo de mudar de espaço, forçada a abandonar o meu anterior cantinho que me é tão especial, tão querido, tão meu. Por segurança optei, por enquanto, por nada trazer do anterior.  Apenas os amigos. E o meu profundo e sentido obrigada por me virem visitar neste novo espaço e me fazerem sentir um pouco mais em casa não estranha, não vazia.   Confesso que ainda tenho momentos em que penso continuar lá. A escrever onde escrevo nos últimos anos, quando me aventurei nesta coisa da blogosfera. Onde deixei tanto da minha alma, dos meus dias, dos meus sorrisos, alegrias, mágoas, neuras, futilidades, pensamentos, emoções, partilhas. Onde aprendi com quem me lia e partilhava um pouco de si. Confesso que não consegui, ainda, fechar de vez a porta à chave e deitar a chave fora. Confesso que penso que devia continuar a escrever lá, para provar que estou de consciência tranquila e não retiro nada do que escrevi, porque sei bem o que escrevi e com que significado o escrevi. Não fui eu que deturpei e d...

A inocência perdida

Estive a responder a alguns mails de amigos da blogosfera que consegui avisar e que já estão aqui, na minha nova casa, comigo. OBRIGADA!!!   Numa das respostas, acabei de escrever isto, e achei que devia partilhar com todos:  Aprendemos com os erros. Este novo blog, que mudou de casa, de nome, de perfil, mas cuja essência se manterá porque não deixei de ser quem sou, definitivamente não vai ser dado a conhecer a estes amigos da vida real. Quando uma coisa destas nos acontece, parte da nossa inocência, ingenuidade quase pueril de quem acredita na bondade natural das pessoas, perde-se algures.    Não andava muito inspirada para escrever, as publicações eram espaçadas no tempo. Como leitora também tenho andado ausente. Com esta pancada que agora apanhei, sinto um bloqueio enorme. Medo mesmo de escrever o que quer que seja. Uma simples citação que eu goste e partilhe pode ser alimento para mais um ataque ofensivo de pura estupidez. Não me presto a esse papel.  Agora é este sentimento de co...

Apresentação

Pandora. Não sou nova na blogosfera. Já tive um blog. Outro nome. Ainda os tenho. Pensei privatizar, fechar, exportar. Deixar estar como está e continuar a escrever por lá. Ainda não me decidi ao que farei do blog, apenas que não é lá que continuarei a escrever. Vandalizaram-no. Usaram com muito má fé o que escrevi. Ofenderam-me, em praça pública, gratuita e covardemente. Quando a incapacidade de compreender o que se escreve é ilimitada, quando se lê com palas nos olhos e se ficam apenas em algumas expressões, quando a estupidez é ilimitada, nada mais apetece escrever, porque a mais pura banalidade vai parecer algo medonho. Não me sinto mais com a mesma segurança em escrever naquele espaço tão meu, um pedaço da minha alma, da minha pele. Dói-me.  Para trás deixo um blog que me é muito querido. Uma casa da minha alma, do meu coração. É hora de mudar de casa. Pensei trazer tudo atrás de mim, mas estaria a arriscar a que encontrassem a minha nova casa. Não me escondo das pessoas. Tenho a ...